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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>valor</title> <link>https://valor.globo.com/</link> <description>O Valor Econômico é o mais importante veículo de economia, finanças e negócios do Brasil. Traz notícias, cotações, blogs e conteúdo sobre cultura, estilo, carreiras e investimentos</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://valor.globo.com/rss/valor" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>valor</title> <link>https://valor.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Neoenergia Brasília investirá R$ 3,1 bi na rede elétrica do DF até 2030</title>  <atom:subtitle>O valor a ser aplicado é mais que o dobro do investido no ciclo anterior, entre 2021 e 2025, para atender cerca de 1,3 milhão de clientes</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/neoenergia-brasilia-investira-r-31-bi-na-rede-eletrica-do-df-ate-2030.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/neoenergia-brasilia-investira-r-31-bi-na-rede-eletrica-do-df-ate-2030.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/GzFFGBpRYFZZMHJqIVvyeT8TBts=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/t/8/tLBhVTQsKtrDaCvpFplg/foto-distribuicao-2.jpg" /><br /> ]]>    A Neoenergia Brasília anunciou um plano de investimentos de R$ 3,1 bilhões entre 2026 e 2030 para expansão, modernização e digitalização da rede de distribuição do Distrito Federal. Segundo a empresa, o objetivo é aumentar a qualidade e a confiabilidade da prestação do serviço para os clientes.

O valor aplicado é 118% acima do realizado no ciclo anterior, entre 2021 e 2025, para atender cerca de 1,3 milhão de clientes.

O plano de investimentos inclui a construção e a ampliação de cinco subestações, a implantação de 132 quilômetros de novas linhas de alta tensão e o reforço da infraestrutura elétrica em diversas regiões do Distrito Federal.

O anúncio do novo programa de investimentos ocorreu com a entrega da nova subestação Guará 2, que recebeu investimento total de R$ 32 milhões para acrescentar 66,6 megavolt-ampére (MVA) de potência ao sistema elétrico e atender a cerca de 180 mil moradores.

Ainda de acordo com a Neoenergia, os investimentos também incluem a destinação de R$ 40 milhões a projetos de regularização do fornecimento de energia para mais de 70 mil pessoas.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/GzFFGBpRYFZZMHJqIVvyeT8TBts=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/t/8/tLBhVTQsKtrDaCvpFplg/foto-distribuicao-2.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Divulgação/Neoenergia</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 01:27:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flávio Bolsonaro anuncia apoio a candidatos ao Senado por Alagoas, Estado do seu vice</title>  <atom:subtitle>Nesta quinta-feira (7), o candidato à Presidência da República pelo PL anunciou que apoiará candidaturas ao governo em 22 Estados, além de lançar 45 candidatos ao Senado, sendo 33 do seu partido</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/flavio-bolsonaro-anuncia-apoio-a-candidatos-ao-senado-por-alagoas-estado-do-seu-vice.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/flavio-bolsonaro-anuncia-apoio-a-candidatos-ao-senado-por-alagoas-estado-do-seu-vice.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/UcB-gHJBBMq7FUm66mx-nn77jaU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/E/w/tF0gz8SkOXXGBn8bpdng/461449448.jpg" /><br /> ]]>    Um dia após noticiar uma chapa pura do PL, após tentativas frustradas de atrair apoios partidários, o candidato ao Palácio do Planalto pelo Partido Liberal, Flávio Bolsonaro, anunciou apoio às candidaturas de Marina Candia (PSDB) e de Arthur Lira (PP) ao Senado por Alagoas.

A definição das vagas ao Senado teve mudanças depois que Alfredo Gaspar (PL), que liderava as pesquisas à Casa no Estado, aceitou o convite para compor a chapa presidencial como vice. Como o Valor mostrou, a saída de Gaspar da disputa reabriu as negociações e mudou o tabuleiro eleitoral em Alagoas.

Nesta quinta-feira (7), Flávio anunciou que apoiará candidaturas ao governo em 22 Estados, além de lançar 45 candidatos ao Senado, sendo 33 do PL.

Ao lado do coordenador de sua campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), ele lamentou o fato de que “caciques partidários” optaram por seguir “outro caminho” e admitiu que a perda do tempo de propaganda eleitoral na televisão fará falta.

“Para nós, era importante a questão do tempo de televisão e das inserções. Mas acho que, agora, podemos falar um pouquinho dos palanques estaduais, muitos deles em parceria com esses partidos”, disse o candidato em transmissão nas redes sociais.

Marinho celebrou a ampliação dos palanques estaduais e do número de governadores lançados pelo partido. “Na eleição passada, o PL teve cinco candidatos a governador e elegeu dois. Agora, temos 14 candidatos a governador pelo partido”, declarou.

Os dois anunciaram juntos os candidatos ao Senado apoiados pela campanha. Em relação aos candidatos ao governo, Flávio afirmou que o balanço será anunciado em outro momento.

"Reviravolta" em Minas
Uma exceção foi a candidatura ao governo de Minas Gerais. Segundo Marinho, houve uma “reviravolta” no Estado. Flávio Bolsonaro lamentou a “indefinição” de Cleitinho (Republicanos), que demorou a decidir sobre a candidatura ao governo. Por isso, anunciou apoio ao empresário Flávio Roscoe (PL). Ele prometeu, porém, que, em um segundo turno, poderão estar juntos.

“Em função dessa indefinição, nós esperamos mais de 120 dias, a decisão chegou no último dia. Então, nós tomamos a decisão junto com a bancada de Minas Gerais de lançar meu xará, Flávio Roscoe”, declarou. “Parece que o Cleitinho está ainda buscando alguma forma de se candidatar, mas aí a gente se encontra no segundo turno”, completou.

O Estado é visto como estratégico para a campanha, já que costuma definir as eleições nacionais. Para o Senado, o candidato será Domingos Sávio (PL), nome que, segundo Flávio, “foi unanimidade” na bancada mineira.

Também foi confirmado o apoio à Guilherme Derrite (PP) e as candidaturas de André do Prado (PL) ao Senado por São Paulo, e de Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL), no Rio de Janeiro.

A candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ao Senado pelo Distrito Federal também foi confirmada por Flávio. Ela fará dupla com Bia Kicis (PL), que concorrerá à segunda vaga na Casa.

Ceará
O Ceará também foi citado como um Estado estratégico. Inclusive, a montagem do palanque no Ceará foi o pivô da briga pública entre Michelle e Flávio. “É muito importante para a nossa estratégia de campanha. É um local onde nós tivemos uma grande diferença na eleição passada, em 2022”, disse Marinho. Os candidatos ao Senado pelo Ceará serão Capitão Wagner (União Brasil) e Alcides Fernandes (PL).

Em relação às candidaturas ao Senado na região norte, no Estado do Amazonas, o candidato anunciado é o Capitão Alberto (PL), mas, segundo Marinho, existem conversas em curso para apoiar uma outra candidatura – ainda sem compromisso firmado.

Na Bahia, o candidato do PL ao Senado é João Roma (PL), que foi ministro do governo Bolsonaro. Angelo Coronel (Republicanos) receberá o apoio da legenda. Já, na Paraíba, Marcelo Queiroga (PL) sairá candidato, e, em Santa Catarina, os candidatos serão Carlos Bolsonaro (PL) e Carolina de Toni (PL).
Flávio Bolsonaro, candidato ao Palácio do Planalto pelo PL
Maira Erlich/Bloomberg  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/UcB-gHJBBMq7FUm66mx-nn77jaU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/E/w/tF0gz8SkOXXGBn8bpdng/461449448.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 01:04:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>MRV&amp;Co vende ativos da Resia por US$ 170 milhões nos Estados Unidos</title>  <atom:subtitle>A MRV&amp;Co afirma que, buscando contribuir com a estratégia de geração de caixa e aceleração da desalavancagem da companhia, decidiu vender o empreendimento Memorial, em Atlanta</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/mrvandco-vende-ativos-da-resia-por-us-170-milhoes-nos-estados-unidos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/mrvandco-vende-ativos-da-resia-por-us-170-milhoes-nos-estados-unidos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/sPkrgIPDCn7238xImqcZjmF_5BA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/8/cR1lCKRiAZxBoA033Z7A/mrv-co-rep-mrv-co.webp" /><br /> ]]>    A MRV&amp;Co anunciou que sua subsidiária norte-americana Resia celebrou acordos para a venda de seu último projeto, o Memorial, em Atlanta, além de cinco terrenos nos Estados Unidos, em operações que totalizam US$ 170 milhões.

Em comunicado ao mercado, a MRV afirma que, buscando contribuir com a estratégia de geração de caixa e aceleração da desalavancagem da companhia, decidiu vender o empreendimento Memorial antes de sua estabilização e vender os terrenos abaixo de seu custo contábil — não recuperando juros capitalizados e despesas com projetos.
Confira os resultados e indicadores da MRV&amp;Co e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

Essas transações representarão uma redução total no endividamento de US$ 141 milhões (R$ 719 milhões), redução na participação de não controladores de US$ 27 milhões, e um “impairment” (baixa contábil) de US$ 61 milhões no segundo trimestre de 2026. 

Somadas às vendas de ativos já anunciadas ao longo do ano, a redução na dívida líquida total com essas transações será de US$ 290 milhões, ou de R$ 1,5 bilhão. 

“Embora já sejam observados alguns sinais de melhora no mercado multifamily norte-americano, permanecemos comprometidos com nossa estratégia de priorizar a desalavancagem e a redução do risco financeiro. Entendemos que uma estrutura de capital mais sólida constitui a base para uma criação de valor mais consistente e sustentável no longo prazo”, declarou a companhia.


Reprodução/MRV&amp;Co  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/sPkrgIPDCn7238xImqcZjmF_5BA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/8/cR1lCKRiAZxBoA033Z7A/mrv-co-rep-mrv-co.webp" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 00:43:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja o que é #FATO e o que é #FAKE na entrevista de Romeu Zema ao g1 e à GloboNews</title>  <atom:subtitle>Candidato do Novo foi o segundo entrevistado da série com postulantes ao Planalto</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/veja-o-que-e-fato-e-o-que-e-fake-na-entrevista-de-romeu-zema-ao-g1-e-a-globonews.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/veja-o-que-e-fato-e-o-que-e-fake-na-entrevista-de-romeu-zema-ao-g1-e-a-globonews.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Lnr4YaCW0bQ7F_Ae6pS62eWJb0o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/K/I/5ievSKRBOcK5gHeB1wyQ/zema-sabatina-gnwes-2.jpeg" /><br /> ]]>    O candidato à Presidência da República pelo partido Novo, Romeu Zema, foi entrevistado pelo g1 e pela GloboNews nesta quinta-feira (6).

Conduzida pelas jornalistas Andréia Sadi e Natuza Nery nos novos estúdios da GloboNews, no Rio, a entrevista faz parte de uma série realizada com os presidenciáveis. Foram convidados os cinco primeiros colocados na pesquisa Datafolha mais recente, divulgada em 24 de julho.

Um sorteio no dia 27 de julho, com a participação de representantes das campanhas, definiu a seguinte ordem:

terça-feira (4): Lula (PT) – a assessoria do presidente informou que ele não compareceria
quarta-feira (5): Renan Santos (Missão) – leia a checagem
quinta-feira (6): Romeu Zema (Novo)
sexta-feira (7): Ronaldo Caiado (PSD) – confirmou presença
segunda-feira (10): Flávio Bolsonaro (PL) – não havia confirmado presença até a última atualização desta reportagem

A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Romeu Zema. Leia:
"Eu, como governador, fiz um governo de sete anos e meio sem nenhum escândalo, sem nenhuma corrupção."
A declaração é #FAKE. Veja por quê: Em 2025, a Operação Rejeito, deflagrada pela Polícia Federal (PF) revelou um esquema bilionário de corrupção na mineração em Minas Gerais e atingiu diretamente o alto escalão do governo Zema. Pelo menos quatro dirigentes de órgãos ambientais e de patrimônio foram exonerados ou afastados dos cargos após serem citados nas investigações.
O inquérito aponta que o grupo criminoso — formado por empresários, delegados e políticos — subornava servidores públicos para obter licenças ambientais que permitiam a exploração e o manuseio do minério de ferro em diferentes regiões do estado, algumas delas próximas de unidades de preservação ambiental.
Entre os alvos do esquema, estavam funcionários da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais.
“Como você disse muito bem, em Minas Gerais, nós saímos de um déficit para um superávit, o que era negativo em 2018, menos R$ 11 bilhões, em 2024 se transformou em R$ 5 bilhões positivos."
A declaração é #FATO. Veja por quê: No Balanço Geral do Estado, divulgado no final de 2018 pela Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG), referente ao exercício daquele ano, o déficit orçamentário (despesa superior à arrecadação) foi de aproximadamente R$ 11,4 bilhões.
Em 2024, o resultado registrou um saldo positivo de R$ 5,1 bilhões, impulsionado por receitas extraordinárias obtidas com os acordos de Mariana e Brumadinho.
Ao fim de 2025, o SEF-MG apontou um superávit de R$ 1,1 bilhão. No entanto, para o fim de 2026, a pasta projeta o retorno de um déficit de R$ 5 bilhões.
"Está aí o Banco Master. Quem é que teve envolvimento com o Banco Master? Só entes públicos, o BRB [Banco de Brasília], quem mais? Os fundos de pensões públicos. Não se viu banco privado nem fundo de pensão privado envolvido. Nós estamos num momento diferente."
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Embora as investigações não mencionem o envolvimento de bancos privados nem de fundos de pensão privados no esquema de fraudes do Banco Master, empresas privadas aparecem nas apurações. Uma delas é a Reag Investimentos.
Segundo a Polícia Federal (PF), fundos administrados pela gestora teriam sido usados em operações para inflar o patrimônio do Banco Master e ocultar a participação acionária de Daniel Vorcaro no BRB. Fundador e ex-executivo da Reag, João Carlos Mansur é investigado por supostas operações envolvendo fundos. As defesas negam irregularidades.
Outra empresa privada que aparece no caso é a produtora Go UP Entertainment, responsável pelo filme "Dark horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Mensagens e áudios revelados pelo Intercept Brasil em maio mostram o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pedindo dinheiro a Vorcaro para financiar a produção. O ex-banqueiro se comprometeu a repassar R$ 134 milhões e chegou a desembolsar cerca de R$ 61 milhões, segundo o Intercept.
Inicialmente, a Go UP Entertainment negou ter recebido qualquer recurso de Vorcaro ou do Banco Master. Depois, a dona da produtora, a empresária Karina Ferreira, apresentou um laudo afirmando que os R$ 75 milhões gastos na produção vieram integralmente do fundo Havengate, sediado nos Estados Unidos e ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro. Investigações apontam que esse mesmo fundo havia recebido os R$ 61 milhões enviados por Vorcaro.
Nesta quarta-feira (5), a Agência Nacional de Cinema (Ancine) abriu um processo contra a Go Up por irregularidade na gravação do longa.
"Quando eu assumi em 2019, 1º de janeiro, eu assumi um estado que era uma verdadeira massa falida. 240.000 servidores públicos com nome sujo no SPC e Serasa, porque o governo do [ex-governador Fernando] Pimentel, do PT descontou desses servidores o empréstimo consignado e não fez os repasses aos bancos."
A declaração é #FATO. Veja por quê: Em maio de 2020, a Polícia Civil de Minas Gerais indiciou o ex-governador Fermando Pimentel (PT), antecessor de Zema, por crime de peculato (subtração ou desvio de dinheiro público) em um suposto desvio de R$ 855 milhões de recursos de empréstimos consignados de servidores estaduais.
As investigações apontaram que o governo retinha o dinheiro devido a instituições financeiras privadas, pelos empréstimos consignados, para o pagamento de despesas do estado. Segundo a Polícia Civil, cerca de 260 mil servidores foram afetados. Eles haviam feito empréstimos e tinham as parcelas descontadas nos salários, mas os valores não eram repassados pelo Executivo aos bancos. Os nomes de muitos trabalhadores foram inscritos em cadastros de inadimplentes.
O ex-secretário de Estado da Fazenda também foi indiciado.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, as investigações não comprovaram envolvimento de Pimentel. Mas o ex-secretário da Fazenda e o ex-secretário do Tesouro Estadual foram indiciados. Os dois foram considerados suspeitos por desviar dinheiro em empréstimos consignados feitos por servidores e pensionistas do estado entre 2017 e 2018.
Em maio de 2021, o Ministério Público de Minas Gerais entrou na Justiça com uma ação civil pública contra Pimentel, três secretários e um subsecretário da mesma administração por improbidade administrativa. O MPMG alegava que, a mando de Pimentel, os executivos do alto escalão do governo desviaram mais de R$ 6 bilhões em arrecadação de IPVA e ICMS que deveriam ter sido repassados a municípios.
"Eu não tenho ninguém do meu partido sendo investigado."
A declaração é #FAKE. Veja por quê: Em 30 de abril, o deputado estadual Elizeu Nascimento, do Novo de Mato Grosso, foi alvo de busca e apreensão na Operação Emenda Oculta, deflagrada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária do Ministério Público estadual (Naco). A investigação apura o direcionamento irregular e o suposto desvio de recursos de emendas parlamentares para entidades privadas ligadas a agentes políticos.
Segundo o Naco, foram apreendidos R$ 150 mil na residência de Elizeu e R$ 50 mil no imóvel de seu irmão, o vereador Cezinha Nascimento (União Brasil), totalizando R$ 200 mil. A Justiça autorizou ainda a quebra de sigilos bancário e fiscal, a indisponibilidade de bens e o bloqueio de valores dos envolvidos. A defesa de Elizeu afirmou ao g1 que ele colaborou com as diligências e aguardava acesso aos autos, que tramitavam sob sigilo.
Além disso, o ex-ministro do Meio Ambiente e candidato ao Senado por São Paulo Ricardo Salles (Novo) responde no Supremo Tribunal Federal (STF) à Ação Penal 2.705, originada da Petição 8.975 e de investigação da Polícia Federal (PF) sobre um suposto esquema de facilitação ao contrabando de produtos florestais. O caso segue aberto na Corte, está sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes e aguarda julgamento.
A investigação contra Salles foi aberta após a repercussão da reunião ministerial de 22 de abril de 2020, na qual ele sugeriu que o governo aproveitasse a pandemia da Covid-19 para "passar a boiada" e flexibilizar normas ambientais.
A notícia-crime foi apresentada por parlamentares, com base nesse episódio e em indícios posteriores relacionados a facilitação de contrabando de produtos florestais envolvendo servidores do Ministério do Meio Ambiente.
O caso chegou a ser arquivado em 2020, mas foi reaberto após a PF apontar novas provas e suspeitas de um esquema envolvendo agentes públicos e empresas madeireiras.
"E tenho também o meu governo no estado onde eu nasci, que criou mais de 1 milhão de empregos e tem uma situação econômica hoje muito melhor do que aquela de oito anos atrás, quando eu assumi."
A declaração é #FATO. Veja por quê: Em 2018, ano anterior ao início do primeiro mandato de Zema como governador de Minas Gerais, a taxa de desemprego no estado foi de 10,8%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Já no primeiro trimestre de 2026, a taxa de desocupação ficou em 5%, também de acordo com a Pnad. Portanto, o índice baixou 5,7 pontos entre 2018 e o início deste ano.
O Censo de 2022 do IBGE apontou que o estado de Minas Gerais tem 16.627.121 pessoas com 15 anos ou mais. A taxa de desemprego é calculada com base na população com 14 anos ou mais. Ou seja, 5,7% deste montante representaria 947.745.
"No meu primeiro mês como governador, nós tivemos o rompimento da barragem de Brumadinho. Aí nós mudamos tudo, absolutamente tudo. Tornamos os critérios muito mais seguros, tanto é que esse evento completou agora sete anos e nós não tivemos nada nesse período. Das 54 barragens que ofereciam risco ao Estado de Minas, 18 já não existem mais, foram descomissionadas. Nas demais, o material está sendo retirado."
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A barragem B-I da mina Córrego do Feijão rompeu em 25 de janeiro de 2019, primeiro mês da gestão Zema. Em 25 de fevereiro de 2019, Minas sancionou a Lei nº 23.291, conhecida como Mar de Lama Nunca Mais, que instituiu a Política Estadual de Segurança de Barragens.
A regra proibiu novas barragens construídas pelo método de alteamento a montante; determinou a descaracterização das estruturas existentes; priorizou prevenção, fiscalização e monitoramento; aumentou as exigências para licenciamento; atribuiu ao empreendedor a responsabilidade pela segurança; e determinou cadastro e classificação das estruturas segundo o dano potencial.
A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) também passou a exigir relatórios semestrais de inspeção e declarações atualizadas de estabilidade para barragens cadastradas no Estado, independentemente do potencial de dano ambiental.
Mas parte das normas de segurança contidas na nova Lei já existia antes de Brumadinho. A Política Nacional de Segurança de Barragens, por exemplo, foi criada em 2010, e Minas Gerais já realizava um programa estadual de gestão e fiscalização antes da lei de 2019.
Além disso, o número de 18 barragens está desatualizado. De acordo com o painel do Ministério Público de Minas Gerais, atualizado em 23 de julho de 2026, 23 estruturas já foram descaracterizadas e 30 seguem em processo de descaracterização.
Não há registro de outro rompimento de barragem de mineração em Minas com as dimensões humanas e ambientais de Brumadinho entre janeiro de 2019 e agosto de 2026. No entanto, o estado permanece com barragens classificadas em níveis de emergência, comunidades evacuadas e estruturas que exigem monitoramento especial.
"Tenho, inclusive, respondido um processo do intocável Gilmar Mendes, que se sentiu caluniado."
A declaração é #FATO. Veja por quê: Zema é alvo de um processo classificado como crime de calúnia, que tramita em segredo de justiça no Superior Tribunal de Justiça (STJ), após ser acusado pelo ministro Gilmar Mendes, do STF. O candidato à Presidência foi intimado pela Justiça Federal em 1º de junho deste ano.
O caso diz respeito a um vídeo postado por Zema no Instagram em 5 de março. Na publicação, os Gilmar Mendes e Dias Toffoli, também do STF, foram retratados de forma irônica por meio de fantoches, em um conteúdo que trata do Banco Master.
Em 20 de abril, Gilmar Mendes pediu que Zema fosse incluído no inquérito das Fake News. Mas em 15 de maio, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, repassou o caso ao STJ, afirmando que aquele seria o foro adequado, já que o suposto crime teria sido cometido no exercício do mandato de governador.
"60 milhões de brasileiros não moram no Brasil, moram em áreas controladas pelo PCC, pelo Comando Vermelho e outras facções."
A declaração é #FATO. Veja por quê: Pesquisa contratada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto ao Datafolha publicada em maio deste ano estima que 68 milhões de brasileiros percebem a presença de grupos criminosos envolvidos com o tráfico de drogas ou milícias no seu bairro de moradia, o equivalente a 41% da população.
Destes, quase metade classifica essa atuação como "visível" ou "muito visível". No entanto, 12% dos entrevistados disseram ter sido compelidos a contratar serviços oferecidos pelos criminosos. A diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública Samira Bueno afirmou em entrevista a "O Globo" que essa pode ser interpretada como uma "notícia positiva" do levantamento, em termos de incidência, pois essa "nova camada, ainda mais cruel de exploração da população nesses territórios, ainda parece restrita a algumas localidades".
Em 2025, o Datafolha publicou estudo também encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no qual indicou que ao menos 28,5 milhões de pessoas convivem com o crime organizado no bairro onde vivem.
Já o estudo "Governança criminal na América Latina: prevalência e correlações", realizo pela universidade britânica Cambridge e publicado em agosto do ano passado, apontou que entre 50,6 milhões e 61,6 milhões de pessoas vivem em locais com regras imposta por facções criminosas.
"Hoje, lá em Minas, a coronel do Corpo de Bombeiros, a coronel da Polícia Militar e a delegada geral da Polícia Civil são mulheres. Nenhum outro estado do Brasil tem isso hoje."
A declaração é #FATO. Veja por quê: Os cargos de comando do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da Polícia Civil de Minas Gerais são ocupados por mulheres. As instituições são atualmente lideradas, respectivamente, pela coronel Jordana de Oliveira Filgueiras Daldegan, pela coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues e pela delegada-geral Letícia Baptista Gamboge Reis.
O Fato ou Fake consultou os comandos de cada uma delas nos 26 Estados e no Distrito Federal, com base nas informações disponíveis em sites oficiais dos governos, e confirmou que nenhum outro ente federativo tem mulheres ocupando esses três cargos de comando.
"Foi no meu governo que nós aplicamos a maior multa ambiental da história. Quando teve a tragédia de Mariana no governo do PT, não aplicaram nada. Quando teve a de Brumadinho, nós aplicamos uma multa tão bem aplicada, que a de Mariana foi refeita lá para cima."
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Semad) aplicou à Samarco, em 18 de novembro de 2015, uma primeira multa de R$ 112 milhões pela poluição e degradação ambiental em Mariana. À época, a própria Semad informou que outras penalidades seriam aplicadas conforme os danos fossem identificados.
Posteriormente, a Semad lavrou 31 autos de infração contra a Samarco. Após recursos da empresa, cinco foram anulados. Entre os autos válidos, havia uma multa atualizada para R$ 127,6 milhões e outra de R$ 180 milhões, relacionada à mortandade de peixes na bacia do Rio Doce.
Em janeiro de 2019, os valores ainda devidos à Semad somavam R$ 264 milhões. Além disso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou, poucos dias depois do rompimento, cinco multas que totalizavam R$ 250 milhões.
A multa inicial de Brumadinho não superou a primeira multa estadual de Mariana, como alegou Zema. Depois de Brumadinho, a Semad aplicou inicialmente uma multa de aproximadamente R$ 99 milhões à Vale, e o Ibama aplicou outra de R$ 250 milhões. A sanção estadual inicial de Mariana, porém, havia sido de R$ 112 milhões.
Em entrevista à Rádio JB FM, em maio deste ano, o candidato citou o número de R$ 37 bilhões como a "maior multa ambiental da história". Mas esse montante não se refere à multa – e sim ao valor global do Acordo Judicial de Reparação de Brumadinho, assinado em 4 de fevereiro de 2021 pela Vale com o Governo de Minas; o Ministério Público de Minas Gerais; o Ministério Público Federal; e Defensoria Pública de Minas Gerais.
Ou seja, não se trata de uma multa, e o acordo não foi aplicado exclusivamente pelo governo de Minas Gerais. O Executivo estadual classificou o instrumento, à época, como o maior acordo em valor da história do Brasil, o que é diferente de afirmar que se trata da "maior multa da história".
Aspectos da atuação e do acordo de Brumadinho de fato serviram de parâmetro para a repactuação de Mariana, assinada em 2024 por R$ 170 bilhões. Contudo, o documento trata de reparação e compensação, não de aumento retroativo da multa ambiental.
Participaram da checagem: Clara Gomes Simão, Danilo Perello, Hadass Leventhal, Jean Roque, Jerusa Campani, Jorge Fofano, Lorena Fraga, Mel Trench, Roney Domingos e Vinícius Lucena.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Lnr4YaCW0bQ7F_Ae6pS62eWJb0o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/K/I/5ievSKRBOcK5gHeB1wyQ/zema-sabatina-gnwes-2.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Ex-governador Romeu Zema, candidato do Novo à Presidência</media:description>   <media:credit>Globo/João Cotta</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 00:06:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>PetroReconcavo lucra R$ 202,7 milhões no 2º trimestre, queda de 15%</title>  <atom:subtitle>O desempenho é explicado, em grande parte, pela queda de 86% no resultado financeiro líquido, que ficou positivo em R$ 10,8 milhões</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petroreconcavo-lucra-r-2027-milhoes-no-2o-trimestre-queda-de-15percent.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petroreconcavo-lucra-r-2027-milhoes-no-2o-trimestre-queda-de-15percent.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/EkP2C4yxmkUBceuwES-w4GNGX6E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/8/X/qTJcftQMy2SXjJLHwIoQ/petroreconcavo-petroleira-exploracao-de-petroleo-oleo-gas-divulgacao-petroreconcavo.webp" /><br /> ]]>    A PetroReconcavo apresentou um lucro líquido de R$ 202,7 milhões no segundo trimestre de 2026, representando uma piora anual de 15%.

O desempenho é explicado, em grande parte, pela queda de 86% no resultado financeiro líquido, que ficou positivo em R$ 10,8 milhões. A variação refletiu, principalmente, o crescimento de 83% das despesas financeiras, que atingiram R$ 122,1 milhões no trimestre, parcialmente compensadas por ganhos com instrumentos financeiros derivativos.

As receitas da companhia totalizaram R$ 807,9 milhões no trimestre, estável na comparação anual.

Os custos e despesas operacionais diminuíram em 5% em um ano, atingindo R$ 355,8 milhões no trimestre.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 396,1 milhões, alta de 6% em um ano.

A linha de imposto de renda e contribuição social representou encargos de R$ 31,1 milhões, superiores aos R$ 15,7 milhões apresentados no segundo trimestre de 2025.

A PetroReconcavo encerrou o mês de junho com dívida líquida de R$ 1,36 bilhão, com alavancagem — dívida líquida/Ebitda dos últimos 12 meses — em 1,01 vez.

PetroReconcavo
Divulgação/PetroReconcavo  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/EkP2C4yxmkUBceuwES-w4GNGX6E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/8/X/qTJcftQMy2SXjJLHwIoQ/petroreconcavo-petroleira-exploracao-de-petroleo-oleo-gas-divulgacao-petroreconcavo.webp" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:51:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Zema registra candidatura e declara R$ 178,7 milhões em bens</title>  <atom:subtitle>Bem de maior valor do candidato do Novo é a participação em uma holding familiar</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/zema-registra-candidatura-e-declara-r-1787-milhes-em-bens.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/zema-registra-candidatura-e-declara-r-1787-milhes-em-bens.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/9wOHvhiK8K-7r7-D5ERVQO6kcI0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/S/E/35RjiVRnyzigJAVpQ4ZA/zema.jpg" /><br /> ]]>    O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registrou sua candidatura à Presidência na Justiça Eleitoral e declarou ter R$ 178.707.610,09 em bens, aumento de 15% em relação ao valor declarado em 2022, quando disputou a reeleição ao governo mineiro.

A declaração de bens é uma das exigências da Justiça Eleitoral para o registro das candidaturas. Os candidatos têm até dia 15 para formalizar o registro. As informações são públicas e ficam disponíveis no Divulgacand, plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que reúne dados sobre todos os candidatos.

Romeu Zema, que pela primeira vez disputará a Presidência, declarou entre os bens quotas em empresas, aplicação em fundos de investimentos e aplicações bancárias. O candidato também listou uma casa, com valor declarado de R$ 704 mil e um terreno (R$ 70 mil). O bem de maior valor é a participação em uma holding familiar (R$ 94,4 milhões), seguido por uma aplicação de R$ 56,2 milhões em um fundo multimercado.

A relação de bens é semelhante à informada em 2022, quando declarou R$ 129.795.313,70 – R$ 154.904.905,05 em valores corrigidos pelo IPCA.

O candidato a vice na chapa, senador Eduardo Girão (Novo-CE), declarou ter R$ 34,1 milhões.

Além de Zema, já registrou a candidatura a cirurgiã dentista Samara Martins, que disputará o Planalto pelo partido UP. Ela informou patrimônio de R$ 33 mil. A candidata a vice, Raquel Brício (UP), não informou bens.

Página da declaração de bens do candidato Romeu Zema (Novo) no sistema da Justiça Eleitoral
Reprodução/Divulgacand  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/9wOHvhiK8K-7r7-D5ERVQO6kcI0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/S/E/35RjiVRnyzigJAVpQ4ZA/zema.jpg" medium="image"/>   <media:description>Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e candidato a presidente pelo Novo</media:description>   <media:credit>Andressa Anholete/Agência Senado</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:44:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Moraes arquiva inquérito sobre suposta tentativa de grampo do senador Marcos do Val </title>  <atom:subtitle>PGR disse que foi localizado material "controverso" no celular de Do Val, mas não há elementos que provem que o plano foi levado adiante</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/moraes-arquiva-inquerito-sobre-suposta-tentativa-de-grampo-do-senador-marcos-do-val.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/moraes-arquiva-inquerito-sobre-suposta-tentativa-de-grampo-do-senador-marcos-do-val.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/avv_FFsSHX-Fq0zs_TkhdHBoixA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/a/p/X0QYEmQAutGaO7V4QT0Q/alexandre-de-moraes.jpg" /><br /> ]]>    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou nesta semana o inquérito aberto para investigar o envolvimento do senador Marcos do Val (Avante-ES) em uma suposta tentativa de grampear ele em 2022 divulgada pelo próprio parlamentar em 2023. A decisão atende ao parecer da Procuradoria-Geral da República que concluiu ter havido um "um incipiente intento de caráter antidemocrático, sem contornos claros, atos executórios específicos e consequências transpostas ao plano da realidade".
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O Valor teve acesso à decisão sigilosa da última segunda-feira (3) e que não deixa claro se houve alguma denúncia contra outros envolvidos no episódio narrado pelo parlamentar.

Segundo o senador, o então deputado federal  Daniel Silveira (PL-RJ) teria procurado ele em dezembro de 2022 para participar de uma suposta trama golpista que envolvia gravar clandestinamente Moraes, na época presidente do Tribunal Superior Eleitoral, para tentar obter declarações que pudessem comprometer a confiança no resultado das eleições daquele ano. A ideia teria sido discutida, inclusive, entre os dois parlamentares e o então presidente da República, Jair Bolsonaro, segundo o relato de Do Val. A decisão de Moraes arquiva o caso somente em relação ao senador.

No parecer pelo arquivamento do caso, a PGR aponta que foi localizado material "controverso" no aparelho celular de Do Val, mas que a investigação não identificou mais elementos que comprovassem que o plano foi levado adiante. "Há registros que atestam a ocorrência de uma reunião entre os investigados e o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, cujo conteúdo integral é controverso, há mensagens antecipando ao possível alvo de escutas clandestinas as condutas criminosas porventura empreendidas, e há diálogos de whatsapp que negam a adesão do senador Marcos Ribeiro do Val ao quanto supostamente planejado", diz a PGR no pedido de arquivamento.

"A partir de então, toda a trama se sustenta sobre inconsistentes declarações públicas, conversas e documentos produzidos unilateralmente pelo senador da república Marcos Ribeiro do Val, voltados a, teoricamente, sem qualquer substrato, provocar o afastamento do ministro relator responsável pelos processos relativos aos atos antidemocráticos de 8.1.2023, sem sucesso", segue a PGR.

As investigações envolveram perícia no celular de Do Val, análise das entrevistas e declarações dele à imprensa, buscas e apreensões e tomada de depoimento de todos os envolvidos.  Ainda assim, segundo a PGR, a investigação "não foi capaz de arregimentar elementos que transcendessem as inconsistências narrativas das declarações do investigado. Na hipótese, o conjunto probatório não atribui consistência fático-jurídica suficiente à suposta empreitada criminosa conjecturada pelos envolvidos para acarretar a respectiva responsabilização penal".

Em nota, os advogados do senador, Iggor Dantas, Fernando Storto, Marianna Delgado e Giovanna Oliveira afirmam ter recebido "com serenidade" a decisão do ministro e que desde o início haviam sustentado que não existiam elementos que justificassem a "responsabilização penal do senador".

"Após investigação ampla, a própria PGR concluiu pela insuficiência de provas para o oferecimento de denúncia e requereu o arquivamento, pedido integralmente acolhido pelo STF.  A decisão confirma que o senador Marcos do Val jamais atuou ou compactuou com qualquer iniciativa contra a ordem democrática ou as instituições republicanas. Sua trajetória pública sempre se pautou pelo respeito à Constituição, ao Estado Democrático de Direito e à independência e harmonia entre os Poderes. A defesa reafirma sua confiança no sistema de Justiça e destaca que o arquivamento reflete a correta aplicação do modelo acusatório constitucional, segundo o qual a persecução penal só prossegue havendo justa causa e suporte probatório suficiente — o que não se verificou neste caso", diz o texto divulgado pela defesa do senador.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/avv_FFsSHX-Fq0zs_TkhdHBoixA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/a/p/X0QYEmQAutGaO7V4QT0Q/alexandre-de-moraes.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ministro do STF Alexandre de Moraes </media:description>   <media:credit>Luiz Silveira/STF</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:34:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Expressei minha preferência por elevar os juros na última reunião do Fomc, diz Musalem, do Fed</title>  <atom:subtitle>Entre as razões listadas pelo presidente do Fed de St. Louis para defender um aperto nos juros, está uma maior probabilidade de que a inflação esteja acima da meta nos próximos anos do que a chance de ela convergir à meta de 2%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/expressei-minha-preferencia-por-elevar-os-juros-na-ultima-reuniao-do-fomc-diz-musalem-do-fed.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/expressei-minha-preferencia-por-elevar-os-juros-na-ultima-reuniao-do-fomc-diz-musalem-do-fed.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/MHoGTpZDMWFcehtssGN688vDORI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/V/y/RfcKa7S8mxKqDn5lzcjA/442136545.jpg" /><br /> ]]>    O presidente da distrital de St. Louis do Federal Reserve (Fed), Alberto Musalem, defendeu a necessidade de uma política monetária restritiva e disse ter expressado preferência por uma elevação de 0,25 ponto percentual (p.p.) nas taxas de juros na reunião da semana passada do banco central americano. As declarações foram dadas por Musalem durante evento em São Paulo na noite desta quinta-feira (6). 
Entre as razões listadas pelo dirigente para defender um aperto nos juros, está uma maior probabilidade de que a inflação esteja acima da meta nos próximos anos do que a chance de ela convergir de volta para 2%, com base nas projeções de sua equipe. 
“A segunda razão é a de que, altas de juros que acontecem antes e de forma gradual são preferíveis e menos disruptivas e custosas do que potencialmente altas de juros que ocorram depois e de forma mais abrupta.”

Nos cálculos do dirigente do Fed de St. Louis, caso todos os choques de oferta sejam retirados da conta, a inflação, ainda assim, estaria rondando entre 2,5% e 3%. “Isso ainda é acima da meta”, enfatizou Musalem, que também mencionou diversos exemplos, como o aumento dos custos devido à construção de data centers para a infraestrutura de inteligência artificial.

Em seu discurso preparado e lido na abertura do evento, o dirigente apontou que é fundamental que a política monetária imponha uma restrição significativa sobre a inflação subjacente, e que não tolere uma inflação um pouco mais alta, no momento atual, na tentativa de estimular ganhos de produtividade no futuro. 
“A contribuição mais valiosa que um banco central pode oferecer ao crescimento econômico de longo prazo é proporcionar um ambiente de estabilidade de preços.”

Durante a sessão de perguntas e respostas, comandada pelo ex-diretor do Banco Central do Brasil Mario Mesquita, Musalem se disse “de mente aberta” em relação aos grupos de trabalho criados pelo presidente do Fed, Kevin Warsh, e afirmou que prefere esperar a conclusão de alguns grupos, como, por exemplo, sobre o balanço patrimonial do banco central.

Apesar disso, sobre a comunicação, Musalem disse acreditar que é importante que o Fed consiga comunicar o que é o "nosso arcabouço de política monetária e a função de reação". 
“São os fundamentos da comunicação: dizer as nossas metas de forma bastante clara e o arcabouço que estamos utilizando para atingir esses alvos”, enfatizou.
Alberto Musalem, presidente do Fed St. Louis
Kent Nishimura/Bloomberg  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/MHoGTpZDMWFcehtssGN688vDORI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/V/y/RfcKa7S8mxKqDn5lzcjA/442136545.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:16:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Roscoe diz que PL lançou chapa própria em Minas Gerais para evitar risco de volta do PT</title>  <atom:subtitle>Roscoe disse que colaborou durante o governo de Jair Bolsonaro, apresentando mais de 150 medidas que foram aprovadas pelo governo</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/roscoe-diz-que-pl-lanou-chapa-prpria-em-minas-gerais-para-evitar-risco-de-volta-do-pt.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/roscoe-diz-que-pl-lanou-chapa-prpria-em-minas-gerais-para-evitar-risco-de-volta-do-pt.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/th6thDK2hEJuniE8K1LnGbB5DsE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/Y/3/016cOaS5AXvxmd3epm9Q/bh04.jpeg" /><br /> ]]>    O candidato ao governo de Minas Gerais Flávio Roscoe (PL) disse a jornalistas que o PL decidiu lançar chapa própria para o governo mineiro para evitar a volta do PT e da esquerda ao poder no Estado.

“Havia a unificação em torno da campanha do senador Cleitinho [Republicanos]. Infelizmente, houve idas e vindas, vai e vem, e aí o PL, na data de ontem, decidiu lançar chapa própria, para evitar que a direita não ficasse representada e houvesse um risco real da esquerda retornar aqui ao poder em Minas Gerais. Nós não queremos que o PT volte a governar em Minas Gerais”, afirmou Roscoe.
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O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) disse que o partido avaliou primeiro apoiar Cleitinho, depois avaliou apoiar a candidatura do ex-secretário de Governo Marcelo Aro (PP), em uma composição com a federação União Progressista que não deu certo, e por fim passou a avaliar o nome do empresário Vittorio Medioli (PL), que preferiu não concorrer. E, por fim, o partido decidiu por Roscoe.

Roscoe lembrou que mantém relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) desde o início da sua campanha, em 2018, e que, por meio da Fiemg, colaborou durante o governo Bolsonaro, apresentando mais de 150 medidas que foram aprovadas pelo governo. “A relação é muito antiga e sólida, e eu acredito muito nos propósitos dele e em tudo que ele fez no seu governo, e por isso mesmo estou engajado em acompanhar agora o Flávio [Bolsonaro] nessa trajetória, para que a gente possa resgatar essa injustiça que está sendo perpetuada, que é a prisão indevida do [ex-]presidente, e para que a gente possa também mudar os rumos do Brasil”, afirmou.

Perguntado se vê um risco de divisão de votos da direita com a decisão do Republicanos de lançar candidatura própria, Roscoe disse que o PL foi o partido que mais trabalhou pela unificação da direita. “Não foi possível [a unificação] nesse momento, então, vamos encarar sob o aspecto positivo. A população vai ter mais de uma opção e vai escolher a que ela entender que é a melhor. Então, o espírito democrático está mantido, preservado e tenho certeza que o eleitor vai fazer a melhor escolha”, disse o candidato.

Sem citar o nome, Roscoe disse que o candidato a vice-governador já está definido e será anunciado até o dia 15. Para o Senado, o PL vai concorrer apenas com um candidato, Domingos Sávio.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/th6thDK2hEJuniE8K1LnGbB5DsE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/Y/3/016cOaS5AXvxmd3epm9Q/bh04.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Flávio Roscoe, candidato ao governo de MG pelo PL</media:description>   <media:credit>Washington Alves/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:08:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Unipar compensa câmbio e melhora resultado no 2º trimestre</title>  <atom:subtitle>A receita da companhia alcançou R$ 1,5 bilhão, alta de 17% na comparação anual, e o Ebitda somou R$ 386 milhões, com ganho de 151% frente ao 1º trimestre</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/unipar-compensa-cambio-e-melhora-resultado-no-2o-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/unipar-compensa-cambio-e-melhora-resultado-no-2o-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/d_1npuI72FAr5d5QRnUIemE--ik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/N/H/D3VqtjQ3CujPsDs20cBw/img-20251212-wa0007.jpg" /><br /> ]]>    A petroquímica Unipar soube aproveitar o bom momento de preços e margens do PVC no segundo trimestre, mais do que compensando o efeito negativo da valorização do real frente ao dólar nos resultados do intervalo. Esse movimento, combinado à exposição da companhia ao mercado de cloro e soda cáustica, que é menos afetado por instabilidades macroeconômicas, assegurou a melhora dos dados operacionais e financeiros entre abril e junho.

No intervalo, a receita líquida da companhia alcançou R$ 1,5 bilhão, alta de 17% na comparação anual e de 21% frente aos três primeiros meses do ano. Já o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 386 milhões, com ganho de 151% frente ao trimestre imediatamente anterior e praticamente estável na comparação anual —  o resultado ajustado recorrente ficou em R$ 402 milhões, 31% acima dos R$ 306 milhões apurados um ano antes.
Confira os resultados e indicadores da Unipar e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

O lucro líquido cresceu  232% frente aos três meses anteriores e recuou 47% ante o segundo trimestre do ano passado, para R$ 123 milhões, refletindo a piora do resultado financeiro.

“A Unipar está colhendo os frutos do que plantou. Houve a estabilização do projeto de Cubatão [de modernização, que também elevou capacidade produtiva de cloro e soda], que agora roda com capacidade operacional plena. Isso é importante porque é uma das alavancas da estratégia de precificação de clorados da Unipar, com reposicionamento de preços e volume adicional”, disse ao Valor o presidente da companhia, Rodrigo Cannaval.

Já em PVC, a demanda seguiu enfraquecida e os ganhos vieram sobretudo da estratégia de preços — nesse mercado, as vendas se dão sobretudo à vista. 
“Foi um trimestre bastante estável, sem queda de volume de PVC nem crescimento. As oscilações foram muito mais de precificação e custo, e a Unipar conseguiu lidar com isso. O câmbio não ajudou, mas o preço teve efeito positivo bem acima da valorização cambial”, afirmou o executivo.

Para os próximos meses, sem o ambiente de preços mais favoráveis para commodities químicas e petroquímicas, os custos voltam a impor cautela, conforme Cannaval, principalmente em relação aos derivados do petróleo.

Nesse ambiente, a companhia deve seguir se beneficiando da demanda menos instável do lado dos clorados, usados para tratamento de água. No PVC, não há expectativa de mudança radical no comportamento da demanda no curto e médio prazos.

A Unipar ainda deve apurar ganhos com os investimentos realizados nas operações de Camaçari (BA) e Santo André (SP) nos próximos trimestres, mas após o maior ciclo de aportes de sua história, adotará postura seletiva diante do custo elevado de capital.

“Temos uma posição confortável [com dívida longa e barata], mas o momento é de trabalhar pela redução da alavancagem e colher os frutos que foram plantados”, afirmou.

Fábrica da petroquímica Unipar em Cubatão (SP)
Divulgação/Unipar  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/d_1npuI72FAr5d5QRnUIemE--ik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/N/H/D3VqtjQ3CujPsDs20cBw/img-20251212-wa0007.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:03:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Petrobras tem lucro de R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre, alta de 96,8%</title>  <atom:subtitle>Em valor nominal, esse foi o melhor resultado desde o segundo trimestre de 2022</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petrobras-tem-lucro-de-r-524-bilhoes-no-segundo-trimestre-alta-de-968percent.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petrobras-tem-lucro-de-r-524-bilhoes-no-segundo-trimestre-alta-de-968percent.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/w_9-HqrqQXp1oD3EzO_aJXO3iis=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/s/h/NiJ4vXTWOv0UNXWNGqAA/navio-plataforma-p-68-da-petrobras-que-opera-no-pre-sal-da-bacia-de-santos-div-petrobras.jpg" /><br /> ]]>    A Petrobras terminou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 52,44 bilhões, alta de 96,8% em comparação com o lucro de R$ 26,65 bilhões apurado no mesmo intervalo do ano anterior. Em valor nominal, esse foi o melhor resultado desde o segundo trimestre de 2022. A empresa também anunciou R$ 17,4 bi em remuneração a acionistas.
Confira os resultados e indicadores da Petrobras e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

A receita de vendas da estatal somou R$ 169,53 bilhões no trimestre, alta de 42,3%, ante a receita de R$ 119,13 bilhões do mesmo intervalo de 2025.

O balanço da companhia refletiu ainda efeitos de um aumento da despesa tributária, especialmente por maiores despesas com o imposto de exportação de petróleo, e pelo menor ganho com variação cambial, em função da menor valorização do real frente ao dólar.

Desconsiderando esses efeitos exclusivos, o lucro da petroleira foi de R$ 55,76 bilhões, alta de 140,5% sobre o lucro de R$ 23,18 bilhões apresentado há um ano — também excluindo efeitos pontuais.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado teve aumento de 79,6% no trimestre, para R$ 93,84 bilhões, ante os R$ 52,26 bilhões do período de abril a junho do ano anterior.
Resultado financeiro
A Petrobras encerrou o segundo trimestre com resultado financeiro líquido negativo em R$ 1,52 bilhão, revertendo o resultado positivo de R$ 5,57 bilhão no mesmo trimestre de 2025 e positivo de R$ 7,86 bilhões no primeiro trimestre de 2026.
A receita financeira alcançou R$ 1,93 bilhão, um aumento de 9,7% na comparação com o período de janeiro a março, e recuo de 1,3% ante o segundo trimestre de 2025. O recuo anual da receita financeira se deu por menores ganhos com aplicações financeiras e títulos públicos.
Já a despesa financeira subiu 2,3% na comparação trimestral e recuou 12,1% na anual, para R$ 5,3 bilhões.
Mas o maior impacto veio da linha de variações cambiais, que tiveram um impacto positivo de R$ 1,8 bilhão no segundo trimestre, no entanto, há um ano, o ganho cambial havia sido de R$ 11,34 bilhões, especialmente na relação do real com o dólar.
A Petrobras encerrou o segundo trimestre com R$ 33,56 bilhões em caixa, inferior aos R$ 34,29 bilhões no final do primeiro trimestre.
Receita com derivados no mercado interno
A Petrobras fechou o segundo trimestre com uma alta de 24,7% na receita obtida com a venda de derivados do petróleo no mercado interno, com ganho de R$ 89,5 bilhões. Em igual período do ano passado, o faturamento com a venda de derivados havia sido de R$ 71,799 bilhões.
A receita com a venda de diesel entre abril e junho foi de R$ 38,262 bilhões, uma alta de 9,3% na comparação anual. A venda de gasolina, por sua vez, somou R$ 15,2 bilhões, uma queda de 12,7% ante o segundo trimestre do ano passado.
A receita com querosene de aviação cresceu 67% na mesma comparação, para R$ 95 bilhões.
Além da receita com a venda de derivados, a estatal apresentou também os valores recebidos da União pela subvenção para comercialização de combustíveis — mecanismo criado pelo governo federal para amenizar os efeitos da volatilidade de preços devido à guerra no Oriente Médio — no segundo trimestre. A subvenção para as vendas de diesel somou R$ 9,737 bilhões, enquanto os subsídios pela comercialização de gasolina foram de R$ 816 milhões. Para o gás liquefeito de petróleo (GLP), a estatal recebeu R$ 84 milhões.
As vendas totais no mercado interno — que incluem produtos não derivados do petróleo — somaram R$ 104,4 bilhões, alta de 21,8% frente a igual período do ano passado. A receita de vendas no mercado externo subiu 95,2% no segundo trimestre, para R$ 65,07 bilhões.
A companhia informou ainda que o preço médio dos derivados básicos no mercado interno subiu 23,1% frente ao segundo trimestre do ano passado.
Investimento
A Petrobras investiu US$ 5,3 bilhões no segundo trimestre, alta de 19,6% na comparação com o mesmo período de 2025. 
Do montante, US$ 4,34 bilhões corresponderam a investimentos em exploração e produção, enquanto US$ 671 milhões foram investidos em refino, transporte e comercialização.
Em gás e energias de baixo carbono a petroleira alocou US$ 135 milhões no trimestre.
Nos primeiros seis meses do ano, os investimentos da Petrobras totalizaram US$ 10,4 bilhões, representando um aumento de 22,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Dívida líquida
O endividamento líquido da Petrobras chegou a US$ 60,39 bilhões no fim de junho, queda de 2,7% ante o endividamento do fim de março, de U$ 62,09 bilhões. Em junho de 2025, a cifra havia chegado a US$ 58,56 bilhões.
Com isso, a alavancagem financeira medida pela relação entre dívida líquida e resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado chegou a 1,14 vez, ante 1,43 vez no fim de março e 1,53 vez em junho de 2025.
Em reais, a dívida líquida da estatal, atingiu R$ 312,6 bilhões, ante R$ 324,1 bilhões no fim de março.
Navio-plataforma P-68, da Petrobras, que opera no pré-sal da Bacia de Santos
Divulgação/Agência Petrobras  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/w_9-HqrqQXp1oD3EzO_aJXO3iis=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/s/h/NiJ4vXTWOv0UNXWNGqAA/navio-plataforma-p-68-da-petrobras-que-opera-no-pre-sal-da-bacia-de-santos-div-petrobras.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:56:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ciclone-bomba: entenda o fenômeno que pode trazer ventos de até 100 km/h para o Brasil </title>  <atom:subtitle>Instituto Nacional de Meteorologia emite alertas para diversos estados devido ao risco de danos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/ciclone-bomba-entenda-o-fenomeno-que-pode-trazer-ventos-de-ate-100-kmh-para-o-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/ciclone-bomba-entenda-o-fenomeno-que-pode-trazer-ventos-de-ate-100-kmh-para-o-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/xdVfsUVroDcS5n8jzzNymOUZ3Ik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/I/W/My9maPSASlxx0GgNNEUA/115793864-ri-rio-de-janeiro-rj-29-07-2026-ventania-no-rio-pessoas-no-ponto-de-onibus-na-avenida-lu.jpg" /><br /> ]]>    Meteorologistas preveem a formação de um ciclone-bomba no Sul do Brasil, fenômeno de baixa pressão explosiva que deve gerar rajadas entre 60 km/h e 100 km/h, com risco de tempestades, queda de granizo e danos estruturais, levando o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil a emitirem alertas para vários estados do Brasil. 
Matheus Nunes, meteorologista da Tempo OK, afirma que os ventos intensos são consequências da ciclogênese explosiva, nome como é conhecido o ciclone-bomba na ciência. Trata-se de uma queda rápida da pressão atmosférica em curto intervalo, que obriga a atmosfera a restabelecer o equilíbrio, gerando movimento das massas de ar.
Essa queda acentuada, segundo Nunes, amplia a diferença de pressão entre o centro do ciclone e as áreas ao redor, acelerando o deslocamento do ar e intensificando os ventos e as rajadas. 
Essas condições permitem também a formação de tempestades, diz a meteorologista do Inmet Larissa Campos. “Esse contraste de temperatura gera uma região de baixa pressão e uma região de convergência das massas de ar, o que facilita a formação de nuvens e, possivelmente, tempestades associadas a esse ciclone.” 
Conforme a escala Beaufort, ventanias que variam entre 62 km/h e 74 km/h podem ocasionar a quebra de galhos de árvores, enquanto ocorrências que variam entre 75 km/h e 88 km/h podem causar pequenos danos estruturais, como a remoção de telhas. Já uma velocidade que oscila entre 89 km/h e 102 km/h pode provocar danos consideráveis e até arrancar árvores pela raiz. 
Escala de Beaufort
Além de ventania e tempestades, o ciclone-bomba também provoca o surgimento de frentes frias, que devem derrubar a temperatura de algumas cidades do Sul e Sudeste nos últimos dias. 
Campos orienta a população a evitar áreas de risco durante tempestades, além de não se expor a estruturas metálicas frágeis nem buscar abrigo sob árvores em caso de rajadas intensas de vento.
*Estagiário sob supervisão de Eduardo Belo  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/xdVfsUVroDcS5n8jzzNymOUZ3Ik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/I/W/My9maPSASlxx0GgNNEUA/115793864-ri-rio-de-janeiro-rj-29-07-2026-ventania-no-rio-pessoas-no-ponto-de-onibus-na-avenida-lu.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ventania</media:description>   <media:credit>Alexandre Cassiano/Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:50:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flávio Roscoe defende renegociar Propag e descarta privatizar Cemig</title>  <atom:subtitle>Candidato do PL em Minas Gerais disse que manterá desestatização da Copasa</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/flavio-roscoe-defende-renegociar-propag-e-descarta-privatizar-cemig.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/flavio-roscoe-defende-renegociar-propag-e-descarta-privatizar-cemig.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Ppv6H-4Rsff7lFnhOWy2EjwvL-o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/Z/EMndP5RSad4BqXBCQkEQ/whatsapp-image-2026-07-21-at-12.48.35.jpeg" /><br /> ]]>    O candidato ao PL para o governo de Minas Gerais, Flávio Roscoe, disse em sua primeira entrevista como candidato que pretende renegociar o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e descartou privatizar a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) Roscoe também disse que, se eleito, vai buscar ampliar a arrecadação sem aumento de impostos.

“O Propag é uma realidade. Nós temos que lidar com ele. É óbvio que vai precisar de negociação com o governo federal e nós estamos com a intenção de fazê-lo”, afirmou Roscoe.

Em relação à intenção do governo de Romeu Zema (Novo) e Mateus Simões (PSD) de privatizar a Cemig, como parte do plano para reduzir a dívida do Estado com a União, Roscoe disse que a Cemig é uma grande empresa e não precisa ser privatizada. “Hoje a Cemig está com uma eficiência muito boa. Eu não vejo necessidade de privatização da Cemig nesse momento. Nesse momento ela ficou fora do Propag e ela vai continuar, na minha vontade, sem ser privatizada”, disse o candidato.

Em relação à privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), concluída em junho, Roscoe disse que não tentará rever a sua desestatização. “Eu defendo a segurança jurídica, porque quando você tem segurança jurídica, você tem a certeza de que vai gerar prosperidade. A gente não pode mexer no que foi para trás”, afirmou.

O candidato também disse que pretende ampliar as receitas do Estado, sem aumentar impostos. “A gente pode impulsionar em muito a economia do Estado, destravando seus gargalos, e com isso ter mais recursos para implementar as políticas públicas que nós precisamos fazer”, afirmou.

Roscoe disse ainda que pretende construir presídios para reforçar a segurança no Estado.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Ppv6H-4Rsff7lFnhOWy2EjwvL-o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/Z/EMndP5RSad4BqXBCQkEQ/whatsapp-image-2026-07-21-at-12.48.35.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Empresário Flávio Roscoe, presidente licenciado da Fiemg</media:description>   <media:credit>Cibelle Bouças/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:49:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Petrobras anuncia R$ 17,4 bi em remuneração a acionistas</title>  <atom:subtitle>Para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3, a data base será 21 de agosto de 2026</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petrobras-anuncia-r-174-bi-em-remunerao-a-acionistas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petrobras-anuncia-r-174-bi-em-remunerao-a-acionistas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/vn09G8MQlSDhg4nhtSp54RVzjuQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/M/M/60QhAHSCOqN3BGtOSaqg/mg-1446-0.jpg" /><br /> ]]>    O conselho de administração da Petrobras aprovou o pagamento de remuneração aos acionistas no valor de R$ 17,4 bilhões, equivalente a R$ 1,34814262 por ação ordinária e preferencial em circulação, como antecipação da remuneração relativa ao exercício de 2026, declarada com base no balanço de 30 de junho de 2026.
Confira os resultados e indicadores da Petrobras e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

Em comunicado ao mercado, a empresa destacou que a distribuição proposta está alinhada à política de remuneração aos acionistas vigente, a qual prevê que, em caso de endividamento bruto igual ou inferior ao nível máximo de endividamento definido no plano estratégico em vigor, observadas as demais condições da política, a Petrobras deverá distribuir aos seus acionistas 45% do fluxo de caixa livre.

Para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3, a data base será em 21 de agosto de 2026. As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos a partir de 24 de agosto de 2026. Os proventos serão pagos em duas parcelas nos meses de novembro e dezembro de 2026, da seguinte forma: R$ 1,34814262 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo que a primeira parcela, no valor de R$ 0,67407131 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 23 de novembro de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio;  e a segunda parcela, no valor de R$ 0,67407131 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 21 de dezembro de 2026, sendo R$ 0,47156696 sob a forma de dividendos e R$ 0,20250435 sob a forma de juros sobre capital próprio.

Petrobras 
Fernando Frazão/Agência Brasil  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/vn09G8MQlSDhg4nhtSp54RVzjuQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/M/M/60QhAHSCOqN3BGtOSaqg/mg-1446-0.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:44:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Magazine Luiza soma prejuízo de R$ 72,5 milhões no 2º trimestre</title>  <atom:subtitle>A piora do resultado reflete as menores receitas no trimestre, em conjunto com um pior resultado financeiro</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/magazine-luiza-soma-prejuizo-de-r-725-milhoes-no-2o-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/magazine-luiza-soma-prejuizo-de-r-725-milhoes-no-2o-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/5iTkl2Nqcbj9hUWTxanWJVHdwY4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/t/K/EkwIPaQhqHxaHF8a9bvg/foto19emp-101-magalu-b2.jpg" /><br /> ]]>    O Magazine Luiza apresentou um prejuízo líquido de R$ 72,5 milhões no segundo trimestre de 2026, superior à perda de R$ 24,4 milhões reportada no mesmo período do ano passado. No critério ajustado, o prejuízo seria de R$ 50,4 milhões, revertendo o lucro líquido ajustado de R$ 1,8 milhão do segundo trimestre de 2025.
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A piora do resultado reflete as menores receitas no trimestre, em conjunto com um pior resultado financeiro.

Entre abril e junho, a companhia somou receitas de R$ 8,9 bilhões, queda de 2,6% em um ano. No período, as vendas totais do Magalu foram de R$ 14,5 bilhões, uma redução de 5,1% na base anual, reflexo do crescimento de 10,3% nas lojas físicas e da redução de 11,9% no e-commerce total.

O Magazine Luiza encerrou o mês de junho com 1.246 lojas, sendo 1.016 convencionais e 230 virtuais. 

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 675,3 milhões, queda de 1,7% em um ano. Já o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 572,3 milhões, piora de 15,5% em um ano.

A varejista encerrou o trimestre com uma posição de caixa total de R$ 5,8 bilhões, considerando caixa e aplicações financeiras de R$ 1,8 bilhão e recebíveis de cartão de crédito disponíveis de R$ 4,0 bilhões. Adicionalmente, a dívida líquida ficou em R$ 3,18 bilhões no final de junho.

Magazine Luiza
Divulgação  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/5iTkl2Nqcbj9hUWTxanWJVHdwY4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/t/K/EkwIPaQhqHxaHF8a9bvg/foto19emp-101-magalu-b2.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:41:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renner reduz projeção de crescimento para 2026 após impacto da Copa do Mundo nas vendas</title>  <atom:subtitle>Segundo a administração, o torneio de futebol teve impacto mais intenso do que o esperado sobre o fluxo de consumidores nas lojas físicas, o que reduziu a demanda no trimestre</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/renner-reduz-projeo-de-crescimento-para-2026-aps-impacto-da-copa-do-mundo-nas-vendas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/renner-reduz-projeo-de-crescimento-para-2026-aps-impacto-da-copa-do-mundo-nas-vendas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/1x5IpvdhqAtUkNBPl_N2OsjYs9Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/5/9/ODAqaHQgu9VaXe7LeKqw/foto10emp-101-renner-b6.jpg" /><br /> ]]>    A Lojas Renner reduziu sua projeção de crescimento da receita para 2026 após registrar um segundo trimestre de avanço modesto nas vendas e lucro praticamente estáveis. A companhia passou a projetar expansão entre 4% e 8% neste ano, ante estimativa anterior de crescimento de 9% a 13%.
Confira os resultados e indicadores da Renner e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360
Segundo a administração, a Copa do Mundo teve impacto mais intenso do que o esperado sobre o fluxo de consumidores nas lojas físicas, o que reduziu a demanda durante o trimestre. Com isso, a receita líquida de varejo cresceu 1,1%, para R$ 3,68 bilhões.
Em meio ao cenário de vendas mais fracas, o lucro líquido consolidado somou R$ 404,6 milhões entre abril e junho, praticamente estável em relação aos R$ 404,5 milhões registrados no mesmo período de 2025. Por outro lado, a margem bruta avançou 0,4 ponto percentual e atingiu 57,5%, recorde para um segundo trimestre, refletindo maior disciplina na gestão de estoques.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado recuou 5,3%, para R$ 844,6 milhões, pressionado principalmente pelo desempenho da operação de serviços financeiros. Ainda assim, a Realize — instituição financeira e braço de serviços de crédito da empresa — registrou lucro líquido de R$ 53,5 milhões, com indicadores de inadimplência mantidos em patamares estáveis, segundo a companhia.
Apesar da revisão das projeções para 2026, a Renner manteve as metas estratégicas para o período de 2027 a 2030, incluindo crescimento anual de receita entre 9% e 13% e retorno sobre o capital investido próximo de 20% até o fim da década. Atualmente, o indicador acumulado no período de 12 meses encerrado em junho está em 15,1%.
Além disso, a empresa reiterou o plano de investir R$ 1,05 bilhão neste ano, com previsão de abertura de 22 a 30 lojas da bandeira Renner e de até 25 unidades da Youcom.
No campo financeiro, a varejista encerrou junho com posição de caixa de R$ 1,9 bilhão e caixa líquido de R$ 1,2 bilhão. Ao longo do semestre, recomprou 22 milhões de ações, numa operação de R$ 313 milhões, e aprovou a distribuição de R$ 438 milhões em juros sobre capital próprio.
Também durante o período, a companhia concluiu a venda da plataforma de moda circular Repassa para a Vestuá Limited. Como parte da operação, recebeu participação minoritária de 5,56% na compradora.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/1x5IpvdhqAtUkNBPl_N2OsjYs9Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/5/9/ODAqaHQgu9VaXe7LeKqw/foto10emp-101-renner-b6.jpg" medium="image"/>   <media:description>Renner: receita líquida de varejo cresceu 1,1%, para R$ 3,68 bilhões</media:description>   <media:credit>Silvia Costanti/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:40:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>PF indicia ex-presidente do INSS e mais cinco em novo inquérito por fraudes no INSS</title>  <atom:subtitle>Os seis foram indiciados por inserção de dados falsos em sistemas do governo federal e organização criminosa</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/pf-indicia-ex-presidente-do-inss-e-mais-cinco-em-novo-inqurito-por-fraudes-no-inss.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/pf-indicia-ex-presidente-do-inss-e-mais-cinco-em-novo-inqurito-por-fraudes-no-inss.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/wAmc1dzPPgD6gEblRMWDDSjgtlI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/B/G/BLNPs9RCaKqBNLDF8MLQ/stefanutto-inss-2.jpg" /><br /> ]]>    A Polícia Federal indiciou o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto e outras cinco pessoas em mais um inquérito da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em descontos na folha de aposentados. Nesta frente, foram denunciados os envolvidos em fraudes identificadas na Confederação Nacional dos Trabalhadores  na Agricultura (Contag). O relatório foi encaminhado nesta semana ao Supremo Tribunal Federal.
Os seis foram indiciados por inserção de dados falsos em sistemas do governo federal e organização criminosa. Além de Stefanutto, foram indiciados o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro e o ex-diretor de benefícios do INSS, André Fidelis.

Trata-se do segundo inquérito da Sem Desconto concluído pela PF. O relatório foi encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, e deve ser submetido à Procuradoria-Geral da República para decidir se apresenta denúncia contra os envolvidos.

Dos indiciados, Stefanutto, Virgílio e Fidelis já haviam sido indiciados no inquérito envolvendo a Conafer, o primeiro relatório enviado pela PF ao STF no âmbito da Sem Desconto, no mês passado .

A defesa de André Fidelis informou que ainda não teve acesso ao relatório. A reportagem não conseguiu contato com as defesas dos demais indiciados  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/wAmc1dzPPgD6gEblRMWDDSjgtlI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/B/G/BLNPs9RCaKqBNLDF8MLQ/stefanutto-inss-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto </media:description>   <media:credit>Jefferson Rudy/Agência Senado</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:34:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flávio Bolsonaro atribui ausência de vice mulher à falta de apoio de caciques do Centrão</title>  <atom:subtitle>O candidato à Presidência foi criticado por ter ido contra declarações passadas e não ter selecionado uma representante feminina para o posto</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/flvio-bolsonaro-atribui-ausncia-de-vice-mulher-falta-de-apoio-de-caciques-do-centro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/flvio-bolsonaro-atribui-ausncia-de-vice-mulher-falta-de-apoio-de-caciques-do-centro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/5Zz91ovxeki5i8d8xzMwk_d6Og8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/m/4/FZWdAESKCPCeOTFxFieg/115846643-pabrasilia05-08-2026flaviobolsonaro-alfredogaspar-valdemarcostaneto-anuciodovice.jpg" /><br /> ]]>    O candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), minimizou as críticas que tem recebido por não ter escolhido uma mulher como vice e culpou os "caciques" de partidos do Centrão, que não embarcaram em sua candidatura. A declaração foi dada pelo senador nesta quinta-feira (6) ao podcast "Market Makers".

"Os principais quadros de todos os partidos vieram para nós, não apenas aquelas que estavam sendo cogitadas para vice. Quem não veio foram os caciques dos partidos. Eu respeito a decisão que eles tiveram. Mas, independentemente disso, em vários Estados temos palanques fortíssimos, na maioria deles em alianças com esses mesmos partidos", declarou Flávio ao ser questionado sobre o tema.

Nesta quarta-feira (5), o senador anunciou que o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) ocupará a vice-presidência em sua chapa. O candidato à Presidência foi criticado por ter ido contra declarações passadas e não ter selecionado uma representante feminina para o posto.

Sobre as mulheres do PL que foram cogitadas para compor chapa com Flávio, ele disse que todas já estavam "decididas a concorrer a alguma coisa" e "com as campanhas estruturadas" para tais disputas. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a vereadora Priscila Costa (PL-CE), por exemplo, irão sair ao Senado pelo Distrito Federal e à Câmara pelo Ceará, respectivamente.

Gaspar, contudo, também já tinha uma disputa definida. Um dia antes de ser anunciado como vice do senador do PL, o deputado alagoano havia anunciado, em convenção do partido no Estado, que concorreria a uma vaga no Senado. De acordo com Flávio, o nome de Gaspar foi levantado como uma opção para o posto pelo coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN).  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/5Zz91ovxeki5i8d8xzMwk_d6Og8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/m/4/FZWdAESKCPCeOTFxFieg/115846643-pabrasilia05-08-2026flaviobolsonaro-alfredogaspar-valdemarcostaneto-anuciodovice.jpg" medium="image"/>   <media:description>Flávio Bolsonaro em anúncio de Alfredo Gaspar para vice na sua chapa</media:description>   <media:credit>Cristiano Mariz / Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:28:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>PetroReconcavo fecha acordo com a Brava para vender ao menos 50% da produção em Potiguar</title>  <atom:subtitle>Contrato será válido até 31 de dezembro de 2030</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petroreconcavo-fecha-acordo-com-a-brava-para-vender-ao-menos-50percent-da-producao-em-potiguar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petroreconcavo-fecha-acordo-com-a-brava-para-vender-ao-menos-50percent-da-producao-em-potiguar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/EkP2C4yxmkUBceuwES-w4GNGX6E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/8/X/qTJcftQMy2SXjJLHwIoQ/petroreconcavo-petroleira-exploracao-de-petroleo-oleo-gas-divulgacao-petroreconcavo.webp" /><br /> ]]>    A PetroReconcavo e a Brava Energia celebraram, nesta quinta-feira (6), um contrato de compra e venda de petróleo cru.
O acordo, cuja vigência se iniciará no dia 1º de outubro, estabelece o compromisso mútuo para a compra — pela Brava — de ao menos 50% da produção líquida de petróleo da PetroReconcavo nos campos abrangidos pelo Ativo Potiguar.

O contrato será válido até 31 de dezembro de 2030.

*Estagiário sob supervisão de Rodrigo Carro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/EkP2C4yxmkUBceuwES-w4GNGX6E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/8/X/qTJcftQMy2SXjJLHwIoQ/petroreconcavo-petroleira-exploracao-de-petroleo-oleo-gas-divulgacao-petroreconcavo.webp" medium="image"/>   <media:description>PetroReconcavo, companhia de óleo &amp; gás</media:description>   <media:credit>Divulgação/PetroReconcavo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:25:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lucro da Alpargatas, dona da Havainas, quase dobra no 2º trimestre</title>  <atom:subtitle>A companhia reportou um lucro líquido de R$ 169,7 milhões, no período</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-alpargatas-dona-da-havainas-quase-dobra-no-2o-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-alpargatas-dona-da-havainas-quase-dobra-no-2o-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/aj8RZzRAco4vepLnWPecSltYiE8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/A/2/jqf5FRR1AmnAx0iajdJQ/whatsapp-image-2024-07-19-at-18.27.47.jpeg" /><br /> ]]>    A Alpargatas, dona da Havaianas, apresentou um lucro líquido de R$ 169,7 milhões no segundo trimestre de 2026, representando um crescimento de 95,1% sobre o valor de R$ 87 milhões reportado no mesmo período de 2025.

Entre abril e junho, a receita líquida da companhia somou R$ 1,22 bilhão, melhora de 11,3% em um ano. O faturamento líquido da Havaianas foi de R$ 1,21 bilhão no trimestre, alta de 11,4% ano a ano.
Confira os resultados e indicadores da Alpargatas e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

A companhia vendeu 53,3 milhões de pares no trimestre, 9% a mais do que vendeu há um ano. Foram 45,6 milhões de pares vendidos no Brasil e 7,7 milhões no exterior.

O custo dos produtos vendidos ficou em R$ 535,5 milhões no trimestre, piora de 7,4% em um ano. Com isso, o lucro bruto — diferença entre receitas e custos — somou R$ 690,9 milhões, 14,6% superior ao apresentado no mesmo trimestre de 2025.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 269,1 milhões no período, sendo 54,1% superior na comparação anual.

Já o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 16,5 milhões no último trimestre, piora de 7,7% em um ano.

Ao final de junho, a dívida líquida da Alpargatas era de R$ 532,2 milhões, com alavancagem — medida pela relação da dívida com o Ebitda ajustado dos últimos 12 meses — de 0,5 vez.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/aj8RZzRAco4vepLnWPecSltYiE8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/A/2/jqf5FRR1AmnAx0iajdJQ/whatsapp-image-2024-07-19-at-18.27.47.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Collab da Havaianas com a marca italiana Dolce e Gabbana</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:24:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lucro da OceanPact cresce mais de 5 vezes no segundo trimestre</title>  <atom:subtitle>A receita líquida da companhia subiu 45% na comparação anual, para R$ 735,8 milhões</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-oceanpact-cresce-mais-de-5-vezes-no-segundo-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-oceanpact-cresce-mais-de-5-vezes-no-segundo-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/DHgb0aDAiOnrHpdUDWQHaWtqjSY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/9/8/WMX3TTTB6avRzVZWsAmA/373a0614.jpg" /><br /> ]]>    A OceanPact fechou o segundo trimestre com um lucro líquido de R$ 55,8 milhões, ante R$ 9,7 milhões registrados um ano antes.

A receita líquida da companhia subiu 45% na comparação anual, para R$ 735,8 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 256 milhões, com um crescimento de 84%, na mesma base de comparação.
Confira os resultados e indicadores da OceanPact e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

No segmento de embarcações, a receita líquida subiu 27%, para R$ 399 milhões. A taxa de ocupação, por outro lado, caiu 8 pontos percentuais, para 76%. No setor de serviços, a receita líquida subiu 88%, para R$ 396 milhões, enquanto o custo de serviços subiu 90%, para R$ 268 milhões.

A dívida líquida da companhia totalizou R$ 1,6 bilhão, alta de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

No dia 27 de julho, a OceanPact anunciou que a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a combinação de negócios da empresa com a CBO. A eventual nova empresa é avaliada em R$ 4,5 bilhões, com uma frota de 73 embarcações.

*Estagiário sob supervisão de Nelson Rocco.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/DHgb0aDAiOnrHpdUDWQHaWtqjSY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/9/8/WMX3TTTB6avRzVZWsAmA/373a0614.jpg" medium="image"/>   <media:description>Embarcação da OceanPact</media:description>   <media:credit>Divulgação/Ricardo Gomes</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:21:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>União não está parada no caso BRB, rebate Durigan após crítica do governo do DF</title>  <atom:subtitle>Segundo o ministro, a declaração gerou "profunda insatisfação" na equipe do governo federal</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/uniao-nao-esta-parada-no-caso-brb-rebate-durigan-apos-critica-do-governo-do-df.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/uniao-nao-esta-parada-no-caso-brb-rebate-durigan-apos-critica-do-governo-do-df.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/WOf-DytQ01v9VrMJNKgxpm4Neok=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/2/Cb9AANSuqNEENUaU8iJw/foto20fin-101-brb-c7.jpg" /><br /> ]]>    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que é “totalmente descabida” a afirmação de que a União estaria sendo inerte nas negociações com o governo do Distrito Federal (GDF) sobre o Banco de Brasília (BRB). Segundo ele, a declaração gerou “profunda insatisfação” na equipe do governo federal. 
Confira os resultados e indicadores da BRB e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 
O Distrito Federal alegou, em pedido feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux na quarta-feira, que, decorridos mais de dois meses desde a celebração do acordo para viabilizar o empréstimo de R$ 6,6 bilhões do Distrito Federal, não há “deliberação do Fundo Garantidor de Créditos” nem “há cumprimento pela União de seus deveres”.  Em resposta, Fux determinou a realização de uma nova audiência de conciliação entre as partes, marcada para 13 de agosto.
“A equipe tem feito inúmeras reuniões para viabilizar, sejam as garantias que o GDF ofereceu, seja para entender quais os trâmites que devem ser feitos com os bancos e com o FGC. [A equipe] ficou profundamente incomodada com uma declaração desse tipo, que é totalmente descabida”, disse Durigan a jornalistas.
A primeira audiência no STF foi realizada no fim de maio. Na ocasião, foi firmado um acordo para a capitalização do BRB, que enfrenta uma crise de liquidez por conta do escândalo ligado ao Banco Master, de Daniel Vorcaro.  
Pelo acordo, a fiança do empréstimo seria oferecida por um sindicato de instituições financeiras privadas e públicas. As verbas que o governo distrital recebe dos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM) seriam usadas como contragarantia. Em contrapartida, o DF se comprometeu a promover medidas de ajuste fiscal que garantam que o empréstimo será quitado. Não haverá aval da União à operação. 
No entanto, como o Valor já noticiou, um dos entraves é que os bancos privados entendem que o uso do FPE e do FPM como garantia é inconstitucional e que só os bancos públicos poderiam aceitá-lo.
Durigan disse que o acordo firmado no STF é “o único possível” para viabilizar a capitalização do BRB, ao ser questionado se poderia haver uma mudança nos termos. Ele confirmou que participará da audiência de conciliação.  Também estarão representantes do DF, do BRB, do Banco Central, do FGC, do Banco do Brasil e do Ministério Público Federal. 
“Se hoje há dúvidas sobre garantias do GDF, é preciso que isso seja esclarecido com o Supremo, a fim de que as garantias forneçam o amparo necessário para que as instituições financeiras façam um empréstimo para o GDF”, disse.
Durigan afirmou que a conclusão do acordo depende da apresentação das informações e do plano de negócios do BRB e do GDF ao FGC e aos bancos envolvidos na operação. Segundo ele, o plano precisa ser “crível” para que a operação possa avançar. “E os bancos estão fazendo avaliação de o quanto é crível ou não o plano de negócios do BRB.”
O ministro acrescentou que também há dúvidas sobre a estrutura do negócio, especialmente se um eventual empréstimo, limitado a R$ 6,6 bilhões, seria suficiente para garantir a recuperação da instituição financeira. Segundo ele, essa é uma questão que dependerá da estratégia de negócios e do plano de recuperação do BRB.
O banco prevê uma capitalização de R$ 8,8 bilhões, dos quais R$ 6,6 bilhões vindos do GDF.
“Se o BRB, como disse na reunião do ministro Fux, tem um plano de recuperação crível, basta apresentar aos bancos, ao FGC, que certamente vai avaliar e tomar a decisão de fazer um empréstimo. Portanto, nada hoje está parado no governo federal, não há nenhuma inércia do governo federal”, enfatizou Durigan.  
A União, a partir da homologação do acordo, vai alterar os limites do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal (PAF) para permitir que o DF contraia o empréstimo para capitalizar o BRB. Atualmente, esse limite é de pouco mais de R$ 900 milhões em operações sem garantia da União.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/WOf-DytQ01v9VrMJNKgxpm4Neok=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/2/Cb9AANSuqNEENUaU8iJw/foto20fin-101-brb-c7.jpg" medium="image"/>   <media:description>Objetivo de audiência é destravar o empréstimo de R$ 6,6 bi do DF junto ao FGC</media:description>   <media:credit>Mateus Bonomi/Reuters</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:17:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Localiza reverte prejuízo e lucra R$ 1 bilhão no 2º trimestre</title>  <atom:subtitle>A empresa reverteu um prejuízo de R$ 167,1 milhões reportado no mesmo período do ano passado</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/localiza-reverte-prejuzo-e-lucra-r-1-bilho-no-2-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/localiza-reverte-prejuzo-e-lucra-r-1-bilho-no-2-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Dmt358FXYTeZrTAEIh9eCLp5OuE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/I/X/AgGqk2RwCAkQvan8tSHA/loc.png" /><br /> ]]>    A Localiza registrou um lucro líquido de R$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2026, revertendo o prejuízo de R$ 167,1 milhões reportado no mesmo período de 2025.

No segundo trimestre de 2025, a Localiza registrou a baixa de créditos tributários sobre prejuízo fiscal da Locamerica, no valor de R$ 937 milhões, o que prejudicou a base de comparação.
Confira os resultados e indicadores da Localiza e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

Além disso, a companhia teve também uma forte melhora anual de 24,5% na receita líquida do trimestre, que totalizou cerca de R$ 12,33 bilhões.

Entre abril e junho, a receita de aluguel de carros somou R$ 2,74 bilhões, alta de 11,2% em um ano. Esse desempenho foi impulsionado pela aceleração do crescimento das diárias e pelo avanço da diária média, que segue o processo de recomposição. 

Já em gestão de frotas, o faturamento líquido foi de R$ 2,38 bilhões, melhora de 5,8%. Segundo a companhia, depois da leve redução dos volumes desta divisão em 2025, em função da menor exposição a contratos de uso severo, a divisão voltou a apresentar crescimento no número de diárias na comparação anual, suportada pela expansão dos segmentos-alvo de frotas leves e carro por assinatura.

No segundo trimestre, as vendas de seminovos no Brasil somaram 92.043 veículos, totalizando R$ 7,14 bilhões em receita, sendo 39% superior na comparação anual. 

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou em R$ 3,75 bilhões no trimestre encerrado em junho, alta de 14,1% ano a ano.

O resultado financeiro líquido da Localiza ficou negativo em R$ 1,11 bilhão, leve melhora de 1,5% em um ano. Já a linha de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido apresentou uma melhora de 80% em um ano, com encargos de R$ 213 milhões no segundo trimestre de 2026. Há um ano, a companhia teve encargos tributários de R$ 1,06 bilhão.

Em 30 de junho de 2026, a dívida líquida da Localiza somava R$ 32,35 bilhões, aumento de 4,2% quando comparada com a dívida de R$ 31,05 bilhões ao final de 2025.


Divulgação/Localiza  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Dmt358FXYTeZrTAEIh9eCLp5OuE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/I/X/AgGqk2RwCAkQvan8tSHA/loc.png" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:17:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Energisa reverte lucro e tem prejuízo de R$ 40 milhões no 2º trimestre</title>  <atom:subtitle>A companhia reverteu um lucro líquido de R$ 490 milhões apurado em igual período de 2025</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/energisa-reverte-lucro-e-tem-prejuizo-de-r-40-milhoes-no-2o-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/energisa-reverte-lucro-e-tem-prejuizo-de-r-40-milhoes-no-2o-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/G7LRfBNtKddHr5QkQvCtz3an5zI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/4/z/siKBYeTvqrb7ZAAW68gQ/energisa.png" /><br /> ]]>    A Energisa registrou um prejuízo líquido consolidado de R$ 40 milhões no 2° trimestre, revertendo lucro líquido de R$ 490 milhões apurado em igual período de 2025. Segundo a empresa, os resultados foram impactados por efeitos não recorrentes que, “embora não alterem a trajetória operacional da companhia, afetam a comparabilidade com períodos anteriores”.

Entre os fatores estão o efeito contábil de R$ 596 milhões relativo à venda de parte de ativos de transmissão e um acordo para regularização de créditos tributários entre a Energisa Rondônia e o governo do Estado, sobre a companhia estadual de águas (Caerd), controlada pela Energisa.
Confira os resultados e indicadores da Energisa e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

A receita líquida ajustada da empresa avançou 4% no trimestre encerrado em junho, para R$ 7,25 bilhões. 

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da Energisa terminou o trimestre passado com alta de 4% na comparação anual, em R$ 2,22 bilhões.

A dívida líquida da Energisa subiu 18% no segundo trimestre, para R$ 32,53 bilhões. Com isso, a alavancagem medida pela relação entre a dívida líquida e o Ebitda, no segundo trimestre, ficou em 3,1 vezes, estável ante o segundo trimestre de 2025.
Energisa
Reprodução/Energisa  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/G7LRfBNtKddHr5QkQvCtz3an5zI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/4/z/siKBYeTvqrb7ZAAW68gQ/energisa.png" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:09:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lucro da Hypera cresce 15% no segundo trimestre, para R$ 490 milhões</title>  <atom:subtitle>Segundo a companhia, o aumento do lucro resulta, principalmente, da redução do resultado financeiro negativo</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-hypera-cresce-15percent-no-segundo-trimestre-para-r-490-milhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-hypera-cresce-15percent-no-segundo-trimestre-para-r-490-milhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/emATtd6dtnWXRLjQ1Ad5aKKbNJo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/4/i/CzBwX5SAA0pip1As7Ynw/centro-de-distribuicao-da-hypera-divulgacao.jpg" /><br /> ]]>    A Hypera Pharma registrou lucro líquido atribuído aos sócios controladores de R$ 490,2 milhões no segundo trimestre deste ano, alta de 15% na comparação anual. Segundo a companhia, o aumento do lucro resulta, principalmente, da redução do resultado financeiro negativo.
Confira os resultados e indicadores da Hypera e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360


No período, o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 176,7 milhões, melhora de 16,9% na base anual. 

As receitas líquidas, entre abril e junho, foram de R$ 2,33 bilhões, incremento de 8,5% em um ano, impulsionado pelo avanço recente de vendas diretas ao consumidor (“sell-out”) no varejo farmacêutico. 

O lucro bruto atingiu R$ 1,44 bilhão no trimestre, avanço de 11,5% em um ano.

As despesas com vendas atingiram R$ 272,3 milhões no trimestre, montante 18,7% superior ao reportado um ano antes, enquanto as despesas gerais e administrativas subiram 33,6%, para R$ 97,4 milhões. As despesas com marketing também cresceram, 13,7%, para R$ 410,9 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 754,9 milhões no segundo trimestre, alta de 4,1%. A margem ficou em 32,3%, contra 33,7% do mesmo trimestre do ano anterior. 

Ao fim de junho, a dívida líquida da companhia era de R$ 5,9 bilhões, e correspondia a 2,1 vezes o Ebitda das operações continuadas do segundo trimestre anualizado.

Centro de distribuição da Hypera
Divulgação  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/emATtd6dtnWXRLjQ1Ad5aKKbNJo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/4/i/CzBwX5SAA0pip1As7Ynw/centro-de-distribuicao-da-hypera-divulgacao.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:05:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Log CP tem lucro de R$ 58,7 milhões, queda anual de 32,6%</title>  <atom:subtitle>Já a receita líquida da companhia foi de R$ 66 milhões no trimestre, com alta de 7,3%, na mesma base de comparação</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/log-cp-tem-lucro-de-r-587-milhes-queda-anual-de-326-pontos-percentuais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/log-cp-tem-lucro-de-r-587-milhes-queda-anual-de-326-pontos-percentuais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/U2JE_3cCnRYguGKxGgzYHeAGPco=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/3/R/Ox8UrcSEaydjFBqnpHpg/log-commercial-properties-scaled.jpg" /><br /> ]]>    A Log CP fechou o segundo trimestre com um lucro líquido de R$ 58,7 milhões, uma queda anual de 32,6%. Se for contabilizado o primeiro semestre, o lucro foi de R$ 192,7 milhões, com alta de 11,1%, se comparado ao mesmo recorte de 2025.
A margem líquida também caiu na comparação trimestral, em 52,6 pontos percentuais, para 89%. A receita líquida, por outro lado, foi de R$ 66 milhões no trimestre, com alta de 7,3%, na mesma base de comparação.
O custo dos serviços prestados subiu 80% no período, na comparação ano a ano, chegando a R$ 2,5 milhões. As receitas operacionais caíram 81,5%, para R$ 14,4 milhões. A queda está relacionada com uma base de comparação forte no segundo trimestre de 2025, quando este indicador havia sido de R$ 78,2 milhões.

Na linha de “outras receitas/despesas”, o resultado foi negativo em R$ 157,4 milhões, ante uma despesa de R$ 465 mil registrados um ano antes.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 79,8 milhões, queda anual de 43,2%. Segundo a companhia, o recuo está relacionado a um efeito “one-off” — evento não recorrente que impacta temporariamente resultados financeiros — relacionado à venda de ativos ao fundo de investimento imobiliário “ILCP11”, estruturado pela companhia, em parceria com a Itaú Asset.

A dívida líquida encerrou o segundo trimestre em R$ 848,8 milhões. A relação entre a dívida líquida e o Ebitda da companhia foi de 0,8 vez, o menor patamar desde 2024.
*Estagiário sob supervisão de Nelson Rocco  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/U2JE_3cCnRYguGKxGgzYHeAGPco=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/3/R/Ox8UrcSEaydjFBqnpHpg/log-commercial-properties-scaled.jpg" medium="image"/>   <media:description>Galpão da Log CP</media:description>   <media:credit>Divulgação/Log CP</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:04:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mendonça cobra independência da PF em reunião com ministro da Justiça</title>  <atom:subtitle>Ministro do STF também reforçou a importância de se garantir os espaços institucionais de cada órgão envolvido no sistema acusatório</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/mendonca-cobra-independencia-da-pf-em-reuniao-com-ministro-da-justica.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/mendonca-cobra-independencia-da-pf-em-reuniao-com-ministro-da-justica.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/EsFT3rfYnuJFe901aqU3Gr3LQbY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/8/1/fhZ49zTJq1I1ImwJwlog/andre-mendonca-redes.jpg" /><br /> ]]>    Ministro André Mendonça em sessão plenária do STF
Gustavo Moreno/STF
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu na quinta-feira (6) o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, em meio à tensão crescente do gabinete com a cúpula da Polícia Federal (PF). No mesmo dia, os 27 superintendentes da corporação divulgaram uma nota em apoio ao trabalho do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
A crise escalou nas últimas semanas, diante das desconfianças que envolvem os desdobramentos das investigações sobre as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do caso do Banco Master, ambas relatadas por Mendonça. 
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O encontro foi articulado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias. Segundo o Valor apurou, na conversa, Mendonça cobrou que o ministro da Justiça  garanta a independência da PF para atuar em investigações. Em troca, Lima e Silva, que é o chefe hierárquico da corporação, afirmou ao magistrado  que as investigações serão tocadas com completa autonomia e que o governo federal tem agido sem seletividade. Ele também reforçou a importância de se garantir os espaços institucionais de cada órgão envolvido no sistema acusatório.  Na avaliação de interlocutores de ambos, o encontro foi produtivo e serviu para distensionar o ambiente. 
Houve o reconhecimento de que é necessário melhorar o fluxo de trabalho entre as equipes do STF, do Ministério da Justiça e da PF envolvidos no caso e que serão realizadas reuniões periódicas de alinhamento entre estes atores.
Segundo apurou o Valor, do lado de Mendonça, há um mal-estar com a proximidade do chefe da PF  com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também há um incômodo com a forma como o delegado que cuidava das investigações sobre fraudes no INSS foi trocado após o caso avançar  sobre Fábio Luís Lula da Silva, filho do chefe do Executivo, conhecido como Lulinha. 
Após a troca no comando do caso, a PF pediu abertura de três novos inquéritos envolvendo Lulinha, que foram enviados  ao Supremo, sendo que dois deles ficaram com Mendonça e o  outro foi remetido ao ministro Flávio Dino. Os três inquéritos correm sob sigilo.
Na corporação, por sua vez, há incômodo com decisões recentes do ministro do STF que têm sido vistas como uma tentativa de interferência no trabalho da PF, como a que obrigou o órgão  a remeter à Corte todas as peças das investigações da Operação Sem Desconto, que mira o INSS. Além disso, Mendonça pediu para ser comunicado previamente de qualquer  afastamento ou troca de delegados responsáveis pela condução dos casos. A PF chegou a acionar a AGU para questionar as medidas. 
Antes dessas decisões, a PF também havia ficado incomodada com a primeira determinação de Mendonça ao assumir a Operação Compliance Zero, sobre o Master, e determinar que as informações sigilosas do caso não fossem compartilhadas internamente com o chefe da PF e ficasse restrita às equipes que estão à frente do caso. A medida foi vista como uma forma de atingir diretamente Rodrigues. Nesse caso, porém, a corporação não acionou a AGU.
Em uma sinalização de apoio ao diretor-geral, os 27 superintendentes da PF divulgaram uma nota conjunta para “reafirmar sua confiança na direção da Polícia Federal e seu compromisso com a defesa da Constituição, da democracia, da legalidade e do interesse público”. A PF conta com uma superintendência em cada Estado, responsável por conduzir as investigações locais. 
No texto, os superintendentes afirmaram que a corporação se consolidou como uma “instituição de Estado” e que, para o adequado exercício de sua missão constitucional, “é indispensável a preservação da independência técnica das investigações e da autonomia administrativa necessária à gestão eficiente de seus recursos e prioridades institucionais”. 
“O debate público e as críticas legítimas são próprios da democracia, mas não quando voltados ao enfraquecimento da credibilidade e da confiança que a sociedade deposita nas instituições republicanas”, apontou a nota.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/EsFT3rfYnuJFe901aqU3Gr3LQbY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/8/1/fhZ49zTJq1I1ImwJwlog/andre-mendonca-redes.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:00:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EZTec lucra R$ 110,4 milhões no 2º trimestre, queda de 21%</title>  <atom:subtitle>Receitas da companhia totalizaram R$ 376,7 milhões, piora de 16,1%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/eztec-lucra-r-1104-milhes-no-2-trimestre-queda-de-21-pontos-percentuais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/eztec-lucra-r-1104-milhes-no-2-trimestre-queda-de-21-pontos-percentuais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/SBAmJY0AHBe6nxTGVMZih_1pUO0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/y/Z/UMAVibRAyeZKLcWpxn0Q/empreendimento-da-eztec-instagram-eztec.png" /><br /> ]]>    A EZTec teve um lucro líquido de R$ 110,4 milhões no segundo trimestre de 2026, representando uma retração anual de 21,1%. No mesmo período, as receitas totalizaram R$ 376,7 milhões, piora de 16,1%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/SBAmJY0AHBe6nxTGVMZih_1pUO0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/y/Z/UMAVibRAyeZKLcWpxn0Q/empreendimento-da-eztec-instagram-eztec.png" medium="image"/>   <media:description>Empreendimento da EZTec</media:description>   <media:credit>Instagram/@eztec</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:00:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ecora e BeZero elevam integridade no mercado de carbono</title>  <atom:subtitle>Certificadora brasileira de créditos de carbono, lançada por Bradesco, BNDES e Fundo Ecogreen, terá metodologias revisadas pela agência global especializada em ratings de carbono.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/ecora-e-bezero-elevam-integridade-no-mercado-de-carbono-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/ecora-e-bezero-elevam-integridade-no-mercado-de-carbono-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ZO_ttWSS3GujKlgTzwKiWPHHDGo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/I/n/sJdnflS2aBiEOW7YJqGg/publicador-api-valor-dino-100-802b471c-1917-4a64-80b7-a2997d8584bb.jpeg-20260806185651" /><br /> ]]>    A Ecora, certificadora brasileira de créditos de carbono lançada por Bradesco, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Fundo Ecogreen, anunciou que suas próximas metodologias de certificação serão submetidas a avaliações independentes da BeZero Carbon, uma das principais agências globais especializadas em ratings de carbono. A revisão será realizada após a publicação das metodologias e acrescentará uma camada adicional de análise técnica e de governança ao processo de certificação.
A primeira avaliação será realizada assim que a metodologia, atualmente em fase final de elaboração pela Ecora, for disponibilizada publicamente. A BeZero adota como política avaliar metodologias de organismos certificadores somente após sua publicação, preservando a independência do processo e evitando potenciais conflitos de interesse. Os resultados serão posteriormente divulgados na plataforma da própria agência.
A iniciativa integra a estratégia da Ecora de desenvolver metodologias fundamentadas em elevados padrões de integridade científica e ambiental. Além da avaliação independente da BeZero, a estrutura de governança da certificadora contempla consultas públicas, Grupos de Trabalho setoriais, especialistas nacionais e internacionais, um Conselho de Integridade Científica e processos de validação e verificação.
"A credibilidade do mercado de carbono depende de metodologias tecnicamente robustas, transparentes e abertas ao escrutínio independente. Ao submeter nossos próximos trabalhos à avaliação da BeZero, acrescentamos uma nova camada de análise ao processo e ampliamos a segurança para desenvolvedores de projetos, investidores e compradores de créditos de carbono", afirma Francisco Bidone, diretor técnico da Ecora.
O anúncio ocorre em um momento de consolidação do mercado regulado de carbono no Brasil, com o avanço da implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). Nesse cenário, a Ecora avalia que metodologias robustas, transparentes e submetidas à revisão independente serão fundamentais para ampliar a confiança de investidores, reguladores, empresas e compradores internacionais nos créditos de carbono gerados no país.
"Nosso objetivo é contribuir para a construção de um mercado brasileiro reconhecido pela qualidade de seus ativos ambientais", acrescenta Bidone.
Ao incorporar uma avaliação externa conduzida por uma instituição reconhecida internacionalmente, a Ecora reforça seu compromisso com elevados padrões de qualidade técnica, transparência e integridade, contribuindo para fortalecer a credibilidade e a competitividade do mercado brasileiro de créditos de carbono.
Sobre a BeZero Carbon
A BeZero Carbon é uma agência global especializada em ratings de carbono. Por meio de avaliações independentes, ferramentas de análise de risco e bases de dados, fornece informações que apoiam organizações de diversos países na tomada de decisões relacionadas aos mercados de carbono e às estratégias de descarbonização. Seu objetivo é ampliar o impacto climático por meio do fortalecimento da qualidade e da credibilidade dos mercados de carbono.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ZO_ttWSS3GujKlgTzwKiWPHHDGo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/I/n/sJdnflS2aBiEOW7YJqGg/publicador-api-valor-dino-100-802b471c-1917-4a64-80b7-a2997d8584bb.jpeg-20260806185651" medium="image"/>   <media:description>Divulgação/Ecora</media:description>   <media:credit>Divulgação/Ecora</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:57:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Projetos em construção demandarão R$ 10 bi, mas Alupar mantém apetite para leilões, diz diretor</title>  <atom:subtitle>Carteira de projetos em desenvolvimento soma 14 empreendimentos, dos quais quatro estão no Brasil e os outros 10 estão distribuídos por Chile, Colômbia e Peru</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/projetos-em-construcao-demandarao-r-10-bi-mas-alupar-mantem-apetite-para-leiloes-diz-diretor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/projetos-em-construcao-demandarao-r-10-bi-mas-alupar-mantem-apetite-para-leiloes-diz-diretor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/M56FoPABW5e_ZXc3qpoHvFiBJeQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/Y/A/32GdJ9Q7AqcRlBX6H4wA/0014dez6.jpg" /><br /> ]]>    A Alupar está vivendo seu maior ciclo de investimentos, com aportes estimados em R$ 10 bilhões nos próximos anos, mas mantém apetite para novas aquisições em leilões, disse ao Valor o diretor de relações com investidores Luiz Coimbra. A carteira de projetos em desenvolvimento, com entrada em operação prevista até 2031, soma 14 empreendimentos, dos quais quatro estão no Brasil e os outros 10 estão distribuídos por Chile, Colômbia e Peru.
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A Receita Anual Permitida (RAP) estimada destes projetos é de R$ 1,3 bilhão e será incorporada quando estiverem operacionais. “A gente continua com o apetite e olhando todos os leilões sempre considerando a taxa de retorno que entendemos adequada para participar”, afirmou o executivo. 
Entre as oportunidades em estudo, está o primeiro leilão de baterias no país, no qual a companhia está entre as que cadastrou projetos junto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para viabilizar uma eventual participação.
Entre os projetos da carteira, a aquisição mais recente se deu no certame de julho e prevê a implantação de uma nova subestação e de 17,4 quilômetros de linhas de transmissão subterrâneas na capital paulista, cuja RAP associada é de R$ 96,7 milhões. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estimou aportes de R$ 1,1 bilhão, mas a companhia estima economizar 30% deste montante.

No trimestre, a empresa reportou ainda avanço no licenciamento de um projeto no Brasil, e de dois no Peru, viabilizando o avanço das obras. Também no Peru, a empresa registrou 79% de avanço físico da concessão TCN, que tem entrada em operação prevista para este ano. “Este será o primeiro dos nossos projetos de transmissão a operar no país”, completou o executivo.
Apesar do volume de projetos demandando investimentos, Coimbra afirma que a empresa se preparou para este momento considerando o caixa da holding, as captações via debêntures incentivadas e ações (equity), não prevendo, neste momento, iniciativas neste último segmento para fazer frente a esses aportes.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/M56FoPABW5e_ZXc3qpoHvFiBJeQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/Y/A/32GdJ9Q7AqcRlBX6H4wA/0014dez6.jpg" medium="image"/>   <media:description>Receita Anual Permitida (RAP) estimada dos projetos é de R$ 1,3 bi, segundo a companhia </media:description>   <media:credit>Daniel Acker/Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:55:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ibovespa tem forte queda e juros futuros sobem com Fed no radar; dólar recua no pós-Copom</title>  <atom:subtitle>Bolsas de NY fecham em baixa em meio à possibilidade de aperto monetário nos EUA</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/ao-vivo/2023/06/16/dolar-avanca-e-ibovespa-recua-em-dia-de-correcao-siga-os-mercados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/ao-vivo/2023/06/16/dolar-avanca-e-ibovespa-recua-em-dia-de-correcao-siga-os-mercados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/nhkET3DAVy_U7I1gTQdjGaQ2QrY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/g/q/gCHdURRqWAyjkJHHfwew/458676913.jpg" /><br /> ]]>    Ibovespa tem forte queda e juros futuros sobem com Fed no radar; dólar recua no pós-Copom Bolsas de NY fecham em baixa em meio à possibilidade de aperto monetário nos EUA Bolsas de NY recuam com ‘techs’ e aposta em aperto monetário por Fed. Dólar à vista recua, apesar de aversão global a risco; real é destaque entre 33 moedas. Juros futuros sobem com ajustes pós-Copom e pressão externa. Presidente do Fed estaria disposto a elevar juros em setembro, dizem fontes. Ibovespa recua 1,2% com piora no exterior e incertezas sobre juros nos EUA  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/nhkET3DAVy_U7I1gTQdjGaQ2QrY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/g/q/gCHdURRqWAyjkJHHfwew/458676913.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:53:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Grupo Cyrela é reconhecido como Empresa Pró-Ética 2025-2026</title>  <atom:subtitle>Certificação da CGU reconhece empresas que adotam elevados padrões de integridade, transparência, compliance e governança corporativa, reforçando a importância da ética como diferencial estratégico para os negócios</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/grupo-cyrela-e-reconhecido-como-empresa-proetica-20252026-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/grupo-cyrela-e-reconhecido-como-empresa-proetica-20252026-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/93_-QKfVMX9dQbpIjDgaTDTmgBU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/k/2/kZVBOfTBuhbq7goMjCLQ/publicador-api-valor-dino-100-c81b13c1-5351-4f99-be8e-e4c3a755f149.jpg-20260806184830" /><br /> ]]>    O Grupo Cyrela foi reconhecido como Empresa Pró-Ética 2025-2026, certificação concedida pela Controladoria-Geral da União (CGU) às organizações que se destacam pela adoção de elevados padrões de integridade, ética, transparência, prevenção à corrupção e fortalecimento de programas de compliance e governança corporativa. A iniciativa é considerada uma das mais relevantes do país no incentivo à integridade empresarial e reconhece companhias que demonstram maturidade na implementação de mecanismos de prevenção, gestão de riscos, controles internos e promoção de uma cultura organizacional baseada na ética.
Para a Cyrela, o reconhecimento representa a consolidação de um trabalho permanente de fortalecimento da governança e da integridade como elementos estruturantes da estratégia de negócios. "Receber o reconhecimento Empresa Pró-Ética da Controladoria-Geral da União representa a consolidação de um trabalho contínuo de fortalecimento da nossa cultura de integridade. Na Cyrela, acreditamos que ética, transparência e conformidade são princípios que orientam nossas decisões, nossas relações e a forma como conduzimos os negócios. Esse reconhecimento reforça o compromisso de toda a companhia com uma atuação responsável, sustentável e pautada pela confiança, refletindo o empenho diário de nossas equipes em construir uma organização cada vez mais íntegra e preparada para o futuro", afirma Rafaella Carvalho Corti, diretora jurídica da Cyrela.
Mais do que um reconhecimento institucional, a certificação evidencia a importância crescente da governança corporativa como fator estratégico para empresas que atuam em mercados cada vez mais complexos, regulados e pautados por critérios de sustentabilidade e responsabilidade empresarial.
No setor imobiliário, que envolve ciclos de investimento de longo prazo, relacionamento com diversos públicos e gestão de empreendimentos de grande porte, práticas consistentes de governança, gestão de riscos e compliance contribuem para fortalecer a confiança de clientes, investidores, parceiros comerciais, fornecedores e do mercado financeiro. Nos últimos anos, a evolução das agendas ESG e o aumento das exigências de investidores e órgãos reguladores ampliaram o protagonismo das áreas de compliance e governança nas organizações. Nesse contexto, programas estruturados de integridade deixaram de representar apenas mecanismos de mitigação de riscos para se consolidarem como instrumentos de geração de valor, sustentabilidade e perenidade dos negócios.
Na Cyrela, esse compromisso está refletido na cultura "Princípios Acima de Tudo", que orienta a atuação da companhia em todas as suas relações e decisões corporativas. O reconhecimento da CGU também evidencia o trabalho desenvolvido pela área de Governança, Riscos e Compliance (GRC), responsável pela evolução contínua dos mecanismos de integridade, pelo fortalecimento dos controles internos e pela disseminação das melhores práticas de governança em toda a organização.
Ao integrar o grupo de empresas reconhecidas no ciclo Empresa Pró-Ética 2025-2026, a Cyrela reafirma seu compromisso com uma gestão ética, transparente e responsável, preparada para responder aos desafios de um ambiente de negócios em constante transformação.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/93_-QKfVMX9dQbpIjDgaTDTmgBU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/k/2/kZVBOfTBuhbq7goMjCLQ/publicador-api-valor-dino-100-c81b13c1-5351-4f99-be8e-e4c3a755f149.jpg-20260806184830" medium="image"/>   <media:description>Cyrela | Divulgação</media:description>   <media:credit>Cyrela | Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:48:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Alupar tem lucro líquido regulatório de R$ 159 milhões no 2º tri, queda anual de 14,6%</title>  <atom:subtitle>Companhia investiu nos 14 projetos que estão em andamento R$ 354,0 milhões no trimestre; no trimestre imediatamente anterior, haviam sido aportados R$ 135,2 milhões</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/alupar-tem-lucro-lquido-regulatrio-de-r-159-milhes-no-2-tri-queda-anual-de-146-pontos-percentuais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/alupar-tem-lucro-lquido-regulatrio-de-r-159-milhes-no-2-tri-queda-anual-de-146-pontos-percentuais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/elXMyAc2NPHw8XJA5rUsgE7iUwo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/0/d/KqAL4aQBShnNDSE1WI7w/e865f1d2-66d3-46d5-bf08-e3ba7d682612.png" /><br /> ]]>    A transmissora e geradora de energia Alupar registrou lucro líquido regulatório de R$ 159 milhões no segundo trimestre deste ano, valor que representa uma redução anual de 14,6%. O lucro líquido societário (IFRS) no mesmo período ficou em R$ 416,6 milhões, alta anual de 187,6%.

De acordo com a companhia, o resultado foi impulsionado pela entrada em operação de ativos de transmissão desde o terceiro trimestre do ano passado, que contribuíram com R$ 55,7 milhões de abril a junho.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) regulatório foi de R$ 724,7 milhões, que equivale a uma alta de 6,5% ante igual período do ano passado. Já pelo critério IFRS, o Ebitda reportado foi de R$ 1,06 bilhão, uma ampliação anual de 76%. Em geral, a transmissão representa 80% do Ebitda da companhia e a geração de energia, 20%.
No segundo segmento, a companhia segue afetada pelos cortes de geração renovável por razões sistêmicas, conhecidos pelo jargão “curtailment”, e pesou também o fim dos contratos de compra e venda de energia (PPA, na sigla em inglês) de duas pequenas hidrelétricas da companhia, que agora estão vendendo energia no mercado de curto prazo.
A receita líquida regulatória da empresa ficou em R$ 946,1 milhões no mesmo período, alta anual de 10,3%. Já pelo IFRS, a receita líquida foi de R$ 1,63 bilhão de abril a junho, crescimento anual de 55,4%.

A dívida líquida da empresa ficou em R$ 9,5 bilhões e a alavancagem, medida pela relação dívida líquida por Ebitda dos últimos 12 meses, em 2,6 vezes sob a ótica societária. Sob a ótica regulatória, a alavancagem ficou em 3,2 vezes.
A companhia informou ainda que investiu nos 14 projetos que estão em andamento R$ 354,0 milhões no trimestre. No trimestre imediatamente anterior, haviam sido aportados R$ 135,2 milhões.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/elXMyAc2NPHw8XJA5rUsgE7iUwo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/0/d/KqAL4aQBShnNDSE1WI7w/e865f1d2-66d3-46d5-bf08-e3ba7d682612.png" medium="image"/>   <media:description>Dívida líquida da Alupar ficou em R$ 9,5 bilhões e a alavancagem, em 2,6 vezes sob a ótica societária</media:description>   <media:credit>Imagem usando ativos da Freepik.com</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:46:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Modo ‘data dependent’ do Copom alimenta aposta em Selic mais baixa</title>  <atom:subtitle>Até reunião de setembro, dados tendem a ajudar viés ‘dovish’ se vierem em linha com mediana do Focus de inflação contida em julho e deflação em agosto, e com sinais de atividade em desaceleração</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/intraday/post/2026/08/modo-data-dependent-do-copom-alimenta-aposta-em-selic-mais-baixa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/intraday/post/2026/08/modo-data-dependent-do-copom-alimenta-aposta-em-selic-mais-baixa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/n0g2GFNaBgTBdQfmsEOpiHBfk5o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/7/y/D6FiJhRFyqxqB1PQ05OA/437607335.jpg" /><br /> ]]>    À primeira vista, a adoção de um modo claramente “data dependent” pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central poderia, de fato, indicar um período de maior volatilidade à frente no mercado de juros, sobretudo com as eleições batendo à porta.
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Gaspar é alvo de um pedido de investigação da Polícia Federal (PF) para apurar a suspeitas de estupro de vulnerável.  O caso veio à tona durante uma sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), quando o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) chamou o colega de “estuprador”.
“Tendo em vista o imenso desgaste reputacional que as infundadas acusações causam e o dano que as afirmações ilegais podem causar à lisura do processo democrático que se avizinha, requer-se seja determinada, em até 72 horas, a submissão do material já fornecido em juízo a exame comparativo de vínculo genético relativamente à criança mencionada”, disse no pedido encaminhado a Gilmar.
Ao justificar a solicitação, a defesa do deputado afirmou  que é necessário demonstrar que a acusação “criada por parlamentares opositores” é “falsa, descabida e acintosa”. 
“Isso somente ocorrerá mediante a fixação de prazo certo para a conclusão do procedimento preliminar, com a subsequente e imediata promoção de arquivamento na hipótese de exclusão de vínculo genético e de ausência de qualquer outro elemento idôneo de corroboração à falsa hipótese acusatória”, prosseguiu. Gaspar é defendido por Maria Claudia Bucchianeri, que também atua como advogada de Flávio em ações que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A acusação refere-se a supostos acontecimentos que datariam de 2018. A PF viu a necessidade de apurar as suspeitas levantadas. A PGR solicitou diligências antes de se manifestar sobre a necessidade ou não de investigação sobre o deputado. Na quarta-feira (5), Gilmar autorizou o pedido.  
Gaspar foi relator da CPMI do INSS. Sua atuação na comissão ficou marcada por uma confusão na entrega do relatório, que começou após Lindbergh chamar o deputado de “estuprador”. Ele fez referência ao suposto caso de estupro de vulnerável, que teria gerado uma gravidez. Gaspar negou. “Me chamou de estuprador? Eu estuprei corruptos como Vossa Excelência”, respondeu na ocasião.  
A senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) também fez a acusação. Na quarta-feira (5), a imputação voltou a ser lembrada por outros adversários, como o secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos.
Em nota enviada ao Valor, a defesa de Gaspar disse que o Brasil precisa “saber” quem é o deputado e que quer “o fim da dúvida” sobre a acusação de estupro de vulnerável.
“Alfredo Gaspar já coletou em juízo, por perito técnico, com acompanhamento da Polícia, seu material de DNA, o que fez ainda em abril e por iniciativa própria. Acabou de pedir ao STF e à PGR que, em 72 horas, faça o exame comparativo de seu material genético com o DNA da suposta filha havida, ou que indique também em horas se deseja coletar esse material genético em qualquer outro laboratório”, disse.
“A elucidação dos fatos é fácil, objetiva e urgente. Basta fazer o exame de compatibilidade genética”, concluiu.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/4kfqm_0uGw5GpT1izEobAYMY6Cs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/k/8/5ae5yERUKBpc0kVhUD3w/alfredo-gaspar.jpg" medium="image"/>   <media:description>Deputado Alfredo Gaspar (União-AL) em sessão da CPMI do INSS</media:description>   <media:credit>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:42:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lucro líquido da Fleury sobe 45,7% no 2º trimestre, para R$ 221,9 milhões</title>  <atom:subtitle>Já o maior motor do crescimento da receita foram as unidades de atendimento físicas e o serviço de atendimento móvel de exames de imagens e laboratoriais, principal negócio do grupo</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-lquido-da-fleury-sobe-457-pontos-percentuais-no-2-trimestre-para-r-2219-milhes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-lquido-da-fleury-sobe-457-pontos-percentuais-no-2-trimestre-para-r-2219-milhes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/WZUZTqQcX6mPt8sFITuhSqJwQ8c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/9/1/169traTz2WfHmtaPFoEg/tubos-20de-20sangue.jpg" /><br /> ]]>    A rede de laboratórios Fleury apurou lucro líquido de R$ 221,9 milhões no segundo trimestre, crescimento de 45,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita líquida da companhia avançou 14,4%, para R$ 2,3 bilhões, entre abril e junho.
Confira os resultados e indicadores da Fleury e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360
O maior motor do crescimento da receita foram as unidades de atendimento físicas e o serviço de atendimento móvel de exames de imagens e laboratoriais, principal negócio do grupo. Nesse segmento, a receita do laboratório da marca Fleury, um dos destaques segundo a companhia, subiu 12%, acima do crescimento médio das unidades de atendimento, que teve alta de 11,6%, considerando o desempenho orgânico.
“Consistência é o atributo que melhor define os resultados financeiros entregues. No segundo trimestre, mais uma vez, apresentamos combinação de crescimento significativo de receita, elevação das margens, aumento do lucro líquido, alavancagem estável em patamares confortáveis e elevação do retorno sobre o capital investido”, disse ao Valor Jeane Tsutsui, presidente do grupo. No período, o retorno sobre capital investido saiu de 17% para 17,8%. 
A aquisição do Femme Laboratório da Mulher, em São Paulo, anunciada em novembro do ano passado, foi concluída durante o segundo trimestre, em maio, mas a consolidação oficial dos números e receitas do laboratório só começará a ser reportada a partir do terceiro trimestre. 
A companhia disse que manterá neste ano investimento equivalente que varia de 5% a 6% da receita. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiu 15,2%, para R$ 612,9 milhões. A margem cresceu 0,18 ponto percentual para 26,5%.
A dívida líquida encerrou junho em R$ 2,42 bilhões, alta de 6,4% na comparação com o trimestre anterior. Mas a alavancagem permaneceu em 1,1 vez o Ebitda, como no segundo trimestre do ano passado.
A geração de caixa operacional alcançou R$ 695,8 milhões no trimestre, aumento de 42,9% quando comparada com o mesmo período do ano anterior. Segundo José Filippo, diretor financeiro e de relações com investidores, a alta, depois de recuo de 17,9% no primeiro trimestre em base anual, se deve à sazonalidade típica da geração de caixa no início de cada ano, que consome recursos de forma pontual com eventos específicos. 
“O primeiro trimestre consome um pouco mais de caixa porque ele tem alguns efeitos, como por exemplo, o pagamento de PLR [participação nos lucros e resultados]. É quando se tem uma renovação de contratos que são pagos e um carrego às vezes maior do final do ano que acaba levando para o início do ano”, disse.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/WZUZTqQcX6mPt8sFITuhSqJwQ8c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/9/1/169traTz2WfHmtaPFoEg/tubos-20de-20sangue.jpg" medium="image"/>   <media:description>Receita líquida da companhia avançou 14,4%, para R$ 2,3 bilhões, entre abril e junho</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:38:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lucro da Grendene recua 37,7% no 2º trimestre</title>  <atom:subtitle>As receitas da companhia do setor calçadista somaram R$ 552,8 milhões, no período, leve queda de 0,4%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-grendene-recua-377percent-no-2o-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/lucro-da-grendene-recua-377percent-no-2o-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/IL10xFrapmtj75hskGE-X9l3dwg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/5/Z/TMWMp3R5CojoYCY6cj2g/grendene-chinelo-e-crocs-faebook-lojagrendene.png" /><br /> ]]>    A Grendene registrou um lucro líquido de R$ 89,4 milhões no segundo trimestre de 2026, representando uma queda anual de 37,7%. No mesmo período, as receitas da companhia do setor calçadista somaram R$ 552,8 milhões, leve queda de 0,4%.

Além da pequena retração no faturamento, o resultado final da Grendene foi impactado pela combinação de menor resultado financeiro e redução da rentabilidade operacional quando comparada ao mesmo período do ano anterior. 
Confira os resultados e indicadores da Grendene e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

O resultado financeiro líquido da companhia no segundo trimestre ficou positivo em R$ 55,8 milhões, mas foi 34,1% inferior ao reportado há um ano.

Os custos dos produtos vendidos, incluindo mão de obra, matérias-primas e demais gastos gerais de fabricação, ficou em R$ 318,4 milhões, leve queda de 1,2%. O custo por par de calçados foi de R$ 11,89, ante R$ 11,92 há um ano.

O volume bruto de pares vendidos foi de cerca de 26,8 milhões no trimestre encerrado em junho, leve retração anual de 0,9%.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado ficou em R$ 40,7 milhões, queda anual de 27,4%.

Ao fim de junho, a Grendene tinha um caixa líquido de R$ 1,5 bilhão, ante o caixa de R$ 1,75 bilhão do final de março.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/IL10xFrapmtj75hskGE-X9l3dwg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/5/Z/TMWMp3R5CojoYCY6cj2g/grendene-chinelo-e-crocs-faebook-lojagrendene.png" medium="image"/>   <media:description>Calçados da Grendene</media:description>   <media:credit>Faebook/@lojagrendene</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:34:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Assaí dobra lucro do 2º tri com créditos tributários e financeiro melhor</title>  <atom:subtitle>Lucro líquido da rede de supermercados atingiu R$ 537 milhões, avanço de 103% frente ao mesmo período do ano anterior</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/assa-dobra-lucro-do-2-tri-com-crditos-tributrios-e-financeiro-melhor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/assa-dobra-lucro-do-2-tri-com-crditos-tributrios-e-financeiro-melhor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/AsqsiUUOb1rbQ_X6C1Aw1ZDHOJw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/U/h/ARZcfVT3uBGOg7ajssqw/assai-itaqua-alberto-hinoto-2.jpeg" /><br /> ]]>    O Assaí teve um segundo trimestre fraco em vendas, e comportamento de margens muito parecido com os primeiros meses do ano. Parte do lucro líquido veio de créditos tributários e do custo da dívida pesando menos no resultado financeiro.
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A geração de caixa final, sem considerar desconto de recebíveis, caiu um terço no segundo trimestre frente ao ano anterior.
O lucro líquido atingiu R$ 537 milhões, um avanço de 103% em relação ao mesmo período do ano anterior. O montante considera R$ 193 milhões referentes ao reconhecimento de créditos de PIS/Cofins decorrentes da apuração de créditos tributários extemporâneos sujeitos ao regime plurifásico.
Ao desconsiderar esse montante, o lucro líquido recorrente ainda foi de R$ 344 milhões, cerca de 94% acima do ano anterior — o que a empresa chama em seu relatório de resultados de “consistência operacional em um cenário adverso”.

A empresa tratou de manter uma estratégia comercial mais assertiva, com promoções e ações combativas de preços, mas sem reduzir a rentabilidade da operação, ao mesmo tempo em que colhe o retorno da maturidade de um parque de lojas aberto nos últimos cinco anos.
A margem bruta foi de 16,7% para 17,1% do segundo trimestre de 2025 para 2026, mesmo ritmo de alta no primeiro trimestre. E a margem Ebitda não cresceu, com leve recuo de 5,7% para 5,6% — no começo do ano, o índice ficou estável. Ebitda mede lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação.
A receita líquida teve expansão magra, de 0,9%, para R$ 19,17 bilhões — em relação a um ano antes, a empresa vendeu a mais apenas R$ 170 milhões, para um negócio de 313 lojas.
O resultado operacional foi impactado positivamente pela monetização de créditos de PIS/Cofins relacionados a itens sujeitos ao regime plurifásico (incide sobre diversas fases da circulação de mercadorias) com efeito de cerca de R$ 293 milhões no resultado do trimestre.
O efeito desses créditos tributários está refletido na redução do custo das mercadorias vendidas (CMV) e consequente melhoria do lucro bruto, e portanto, da margem bruta da empresa.
Sobre o endividamento, a rede fechou o trimestre com a menor alavancagem desde o terceiro trimestre de 2021 — redução de 0,8 vez, para 2,37 vezes a relação dívida líquida e Ebitda. A geração de caixa operacional ficou em R$ 3,32 bilhões, um recuo de R$ 600 milhões sobre o ano anterior.
A geração de caixa livre subiu ligeiramente, cerca de R$ 34 milhões.

No final das contas, a geração de caixa caiu de R$ 650 milhões para R$ 433 milhões, queda de um terço no montante. Se somar a normalização de desconto nos recebíveis, passa de quase R$ 1,1 bilhão para R$ 1,4 bilhão.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/AsqsiUUOb1rbQ_X6C1Aw1ZDHOJw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/U/h/ARZcfVT3uBGOg7ajssqw/assai-itaqua-alberto-hinoto-2.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Empresa tratou de manter estratégia comercial mais assertiva, com promoções e ações combativas de preços</media:description>   <media:credit>Divulgação/Assaí</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:33:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dia dos Pais estimula compras, mas pede planejamento</title>  <atom:subtitle>Economista orienta famílias sobre como presentear sem recorrer a crédito e aponta estratégias para equilibrar o orçamento em datas comemorativas que pressionam o bolso</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/dia-dos-pais-estimula-compras-mas-pede-planejamento-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/dia-dos-pais-estimula-compras-mas-pede-planejamento-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Y1121RJhYKCBOSvELfWL9OzyHoE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/i/G/h1kQYaT6ayZGxcB9QGzA/publicador-api-valor-dino-100-0f939702-3dc2-42e6-88c1-fcec34aa220b.jpeg-20260806183154" /><br /> ]]>    O Dia dos Pais, celebrado em 9 de agosto, deve movimentar R$ 29,7 bilhões no comércio e nos serviços em todo o país neste ano, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o SPC Brasil. A pesquisa aponta que 63% dos consumidores brasileiros pretendem comprar presentes para a data, com gasto médio estimado em R$ 286, e 36% dos entrevistados pretendem gastar mais do que em 2025.
Na Bahia, levantamento do Sistema Comércio BA, ligado à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-BA), projeta vendas estáveis em agosto, no mesmo patamar de 2025, resultado da inflação, dos juros altos e do endividamento das famílias. O estado soma mais de 5,19 milhões de consumidores negativados, com dívidas em aberto que ultrapassam R$ 23,2 bilhões, segundo o mapa mais recente da Serasa.
Segundo o diretor financeiro do Cartão de TODOS, Ricardo de Almeida, o Dia dos Pais é marcado pelo desejo de retribuir tudo o que se recebe ao longo da vida, mas a demonstração de carinho não precisa comprometer as contas da família. "Com planejamento e escolhas conscientes, é possível celebrar de forma significativa, sem transformar o presente de agosto em uma preocupação para os meses seguintes", afirma o economista.
Como presentear na data sem comprometer o orçamento familiar
O primeiro cuidado, segundo Ricardo de Almeida, é analisar o orçamento antes de olhar para a vitrine. Para isso, o economista recomenda:
Entender quanto sobra após o pagamento das despesas essenciais, como alimentação, moradia, saúde, educação e transporte;
Definir um limite de gastos para o presente;
Pesquisar e comparar preços;
Organizar a compra com antecedência para evitar decisões por impulso.
2. Os erros mais comuns na hora de presentear
Associar o valor do presente ao tamanho do carinho é um dos erros mais comuns e leva muitas pessoas a comprar por emoção, pressão social ou influência da publicidade, segundo o diretor financeiro.
Outros erros frequentes são observar apenas o valor da parcela e esquecer o preço total da compra, e deixar a escolha para a última hora, reduzindo o tempo de pesquisa e aumentando a chance de pagar mais caro.
"O problema não está em presentear, mas em assumir um compromisso que vai continuar pesando no orçamento depois que a comemoração passar", avalia o especialista.
3. Quanto gastar sem comprometer o orçamento
Uma referência possível, segundo o economista, é destinar até 5% da renda mensal para presentes e comemorações, desde que o orçamento esteja equilibrado e não existam contas atrasadas ou dívidas com juros altos. O percentual pode variar conforme a realidade de cada família, e o economista recomenda criar uma reserva mensal para as datas comemorativas ao longo do ano. "Guardar um pouco por mês torna a compra mais leve e evita retirar dinheiro de despesas essenciais ou da reserva de emergência", explica Ricardo.
4. Quando parcelar compensa e quando evitar o crédito
O parcelamento pode fazer sentido quando não há cobrança de juros, as parcelas cabem com folga no orçamento e o consumidor mantém controle sobre os compromissos dos meses seguintes. Além disso, o diretor financeiro recomenda comparar o preço à vista, no Pix e no crédito, já que o valor à vista costuma ser menor. "Limite disponível não significa dinheiro disponível", resume Almeida.
5. Alternativas para presentear sem gastar muito
Presentear no Dia dos Pais não exige necessariamente um gasto alto, segundo Ricardo de Almeida. Algumas alternativas são:
Preparar um almoço em casa;
Organizar um café da manhã;
Escrever uma carta;
Montar um álbum de fotos;
Reservar um tempo de qualidade com o pai;
Dividir o valor do presente entre irmãos ou outros familiares.
"O que permanece não é a etiqueta de preço, mas a memória construída e a sensação de ter vivido aquele momento junto", diz o economista. Ainda para Ricardo, celebrar o Dia dos Pais com consciência significa demonstrar afeto sem comprometer a tranquilidade da família. "Com organização, pesquisa e criatividade, é possível tornar a data especial e começar o mês seguinte com boas lembranças, não com novas dívidas. O melhor presente é aquele que emociona quem recebe e continua cabendo no bolso de quem oferece", conclui.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Y1121RJhYKCBOSvELfWL9OzyHoE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/i/G/h1kQYaT6ayZGxcB9QGzA/publicador-api-valor-dino-100-0f939702-3dc2-42e6-88c1-fcec34aa220b.jpeg-20260806183154" medium="image"/>   <media:description>Divulgação Cartão de TODOS</media:description>   <media:credit>Divulgação Cartão de TODOS</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:32:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Allos tem lucro de R$ 294 milhões no 2º tri, alta de 57,7% na comparação anual</title>  <atom:subtitle>Companhia reitera metas operacionais para o ano e a continuidade no programa de pagamento de dividendos aos acionistas, tendo já distribuído R$ 1,6 bi só neste ano</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/allos-tem-lucro-de-r-294-milhes-no-2-tri-alta-de-577-pontos-percentuais-na-comparao-anual.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/allos-tem-lucro-de-r-294-milhes-no-2-tri-alta-de-577-pontos-percentuais-na-comparao-anual.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/s994cZ7_R3AVuq8HIrpHXnlpYGU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/Z/0/cnYaoLRwqMDVTYmy335A/101590932-ri-20rio-20de-20janeiro-20rj-2021-12-2022-20movimento-20nos-20shoppings.-20na-20foto-20shopping-20leblon-20foto-20rob.jpg" /><br /> ]]>    A Allos teve lucro de R$ 294 milhões no segundo trimestre, alta de 57,7% na comparação anual. As receitas da operadora de shoppings chegaram a R$ 732,3 milhões entre abril e junho, alta de 11,6% sobre o mesmo período de 2025.
O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 525,3 milhões, crescimento de 10,5% na comparação anual. A margem Ebitda ajustada caiu de 72,5% para 71,7%.
O fluxo de caixa operacional, ou FFO, métrica financeira preferida do setor porque excluí efeitos de depreciação do lucro, chegou a R$ 340,7 milhões, alta de 12% no ano, mesmo em um ambiente de juros elevados.
A companhia aponta que a resiliência em seu resultado se deu por conta do desempenho das verticais de novos negócios, como mídia e desenvolvimento imobiliário, ajudando a compensar uma desaceleração nos indicadores operacionais dos shoppings.
As vendas dos shoppings da Allos cresceram 4,6% em um ano, somando R$ 10,5 bilhões no trimestre. O indicador de vendas nas mesmas lojas, que exclui novas lojas ou aquelas que fecharam, subiu 2,4% no período, contra 7,1% há um ano.
Segundo a Allos, que tem 55 shoppings em seu portfólio, como o Shopping Villa Lobos e o Shopping Leblon, os indicadores operacionais mantiveram-se saudáveis, com inadimplência em 1,2% e taxa de ocupação em 96,3%.
A plataforma Helloo protagonizou projetos multiplataforma durante a Copa do Mundo, o que contribuiu para o crescimento de 84,5% na receita de mídia, representando 10,6% da receita total da companhia no trimestre.
A empresa também avançou no desenvolvimento de torres imobiliárias, tendo anunciado em junho o mais recente projeto envolvendo o Parque Dom Pedro Shopping, em Campinas (SP), para a construção de 17 torres com um valor geral de vendas de R$ 4,5 bilhões.
A Allos reiterou suas metas operacionais para o ano e a continuidade no programa de pagamento de dividendos aos acionistas, tendo já distribuído R$ 1,6 bilhão só neste ano, mantendo a alavancagem sob controle.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/s994cZ7_R3AVuq8HIrpHXnlpYGU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/Z/0/cnYaoLRwqMDVTYmy335A/101590932-ri-20rio-20de-20janeiro-20rj-2021-12-2022-20movimento-20nos-20shoppings.-20na-20foto-20shopping-20leblon-20foto-20rob.jpg" medium="image"/>   <media:description>Shopping Leblon, no Rio de Janeiro</media:description>   <media:credit>Roberto Moreyra/Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:25:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Juros futuros sobem com ajustes pós-Copom e pressão externa</title>  <atom:subtitle>O leilão de títulos prefixados do Tesouro Nacional também ajudou a ampliar a pressão sobre as taxas domésticas</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/juros-futuros-sobem-com-ajustes-pos-copom-e-pressao-externa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/juros-futuros-sobem-com-ajustes-pos-copom-e-pressao-externa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ohDXUzm67KE9IX2w8Z-Zkg7Ykh4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/e/j/KDjCSvTOS3KPw7CUNhgQ/juros-percentual-taxas-ali-rezaei-unsplash.jpg" /><br /> ]]>    Os juros futuros encerraram o pregão desta quinta-feira (6) em alta firme, pressionados tanto pela reação dos investidores ao comunicado da decisão de ontem do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central quanto pelo forte avanço das taxas dos títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries), após relatos na imprensa internacional de que o presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, estaria disposto a apertar a política monetária dos Estados Unidos. 

Além disso, o leilão de títulos prefixados do Tesouro Nacional ajudou a ampliar a pressão sobre as taxas domésticas ― em especial na ponta longa da curva a termo, diante de uma oferta relevante de papéis de longo prazo.

Encerrados os negócios, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2027 teve leve alta de 13,755%, do ajuste da véspera, para 13,77%; a do DI de janeiro de 2028 subiu de 13,795% a 13,865%; a do DI de janeiro de 2029 avançou de 14,01% para 14,12% e a do DI de janeiro de 2031 escalou de 14,195% a 14,33%.


Embora tenha cortado a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14%, sem sinalizar de forma clara os próximos passos, em linha com o que o mercado esperava, o comunicado do Copom gerou certo ajuste nas taxas à medida que frustrou investidores que se posicionaram para uma postura mais “dovish” (inclinada a juros mais baixos). O colegiado, porém, optou por uma comunicação bastante neutra, reconhecendo tanto a melhora recente quanto os riscos que persistem no cenário, sem dar maior peso a nenhum fator em específico.
“O que o Copom poderia ter feito diferente seria alterar alguns pontos e dar ao comunicado um viés ‘dovish’, o que ele não fez e acabou tirando esse risco de cauda. Por isso, [o comunicado] foi levemente ‘hawkish’ [conservador], pois o Copom não caiu na tentação de esmorecer o compromisso com a meta de inflação”, avalia Gustavo Pessoal, sócio e gestor de renda fixa da Legacy Capital.
Para o gestor, o comunicado foi “sucinto e claro” e melhorou muito em relação ao da decisão de junho, que provocou bastante ruído em torno do real compromisso do BC com a meta de inflação de 3%. O cenário-base da Legacy Capital contempla mais uma redução de 0,25 ponto percentual da Selic, a 13,75%, ao passo que movimentos futuros ficarão à mercê da evolução dos dados e da guerra no Oriente Médio e, no horizonte mais longo, das eleições presidenciais e da política fiscal que resultar do pleito.
“É difícil cravar, mas a guerra parece estar caminhando para um fim, e se, de fato, for fechado um acordo entre os EUA e o Irã para liberar o tráfego pelo Estreito de Ormuz, teremos um petróleo mais tranquilo e Fed nem deve precisar subir os juros. Isso resultaria em um dólar mais fraco, e a gente poderia começar a olhar e depender mais dos dados correntes de atividade e inflação”, diz Pessoa, destacando que ambos estão mostrando arrefecimento, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.
Por ora, porém, o futuro da política monetária americana segue mais incerto que o da brasileira no curto prazo, o que tem provocado volatilidade nos mercados de juros. Hoje, o Financial Times reportou que o presidente do Fed, Kevin Warsh, está disposto a subir juros nos EUA, o que levou a uma reprecificação dos Treasuries que afetou a renda fixa doméstica. Ao fim da sessão em Nova York, a taxa da T-note de dois anos subiu de 4,192% a 4,258% e a da T-note de dez anos aumentou de 4,617% para 4,681%.
“Se a guerra se aprofundar, o Fed vai ter que subir os juros. Hoje, acho que estão bem divididas as possibilidades de alta e manutenção [na próxima decisão do Fed, em setembro], e tudo está totalmente dependente de como a guerra evoluirá até lá”, avalia Pessoa, que vê como improvável um aumento de juros nos EUA no quarto trimestre, caso ele não ocorra em setembro.
Mais à frente, os fatores que vão definir a extensão do ciclo de cortes da Selic serão as eleições e a política fiscal do governo a partir de 2027. Para o gestor da Legacy, mesmo que Lula seja reeleito, uma mudança que reduza o gasto real do governo a um limite de 1,5% do PIB (ante os 2,5% atuais) já seria suficiente para melhorar as expectativas de inflação do mercado e ampliar o espaço para a flexibilização monetária.
No entanto, sem um “compromisso fiscal diferente e austero”, as expectativas de longo prazo tendem a subir mais e praticamente impedir novos cortes da Selic. Sem uma redução adicional dos juros, “o cenário vai ficar bem complicado; com um custo da dívida estratosférico, veremos uma dinâmica mais explosiva” das contas públicas, alerta Pessoa.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ohDXUzm67KE9IX2w8Z-Zkg7Ykh4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/e/j/KDjCSvTOS3KPw7CUNhgQ/juros-percentual-taxas-ali-rezaei-unsplash.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Ali Rezaei/Unsplash</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:23:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BR Partners tem lucro de R$ 35,1 milhões, com queda anual de 22,4%</title>  <atom:subtitle>Instituição diz que a atividade de fusões e aquisições (M&amp;A) continuou apresentando melhora significativa ao longo do primeiro semestre</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/br-partners-tem-lucro-de-r-351-milhes-com-queda-anual-de-224-pontos-percentuais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/br-partners-tem-lucro-de-r-351-milhes-com-queda-anual-de-224-pontos-percentuais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/n3S4N2YTZTgQ7Yj-QBSwSctDEzA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/f/X/IJ0ua3TyAOMX6dXITdPw/carmona-do-br-partners.jpeg" /><br /> ]]>    O BR Partners teve lucro líquido de R$ 35,1 milhões no segundo trimestre, o que representa queda de 7,0% em relação ao trimestre anterior e de 22,4% na comparação com o mesmo período de 2025. A receita caiu 3,5% no trimestre e 6,6% em um ano, para R$ 130,1 milhões. A rentabilidade (ROAE) ficou em 17,5%, de 19,1% e 22,6%, na mesma base de comparação.
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/n3S4N2YTZTgQ7Yj-QBSwSctDEzA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/f/X/IJ0ua3TyAOMX6dXITdPw/carmona-do-br-partners.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Vinicius Carmona, do BR Partners</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:21:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BIC leva ativações com Ronaldinho Gaúcho para bares e mídia</title>  <atom:subtitle>Estratégia reúne influenciadores, ações presenciais e inserções em diferentes canais para ampliar a divulgação da linha BIC Flex 3 e da promoção de reembolso em todo o país</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/bic-leva-ativacoes-com-ronaldinho-gaucho-para-bares-e-midia-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/bic-leva-ativacoes-com-ronaldinho-gaucho-para-bares-e-midia-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ofndvW_ppSiyUqzk6wWBkpSwPAQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Z/6/p9tAI4Qu2uGKy0u9DqZQ/publicador-api-valor-dino-100-30c0af58-4cbe-4cae-8928-5e2c57ea7c90.png-20260806182021" /><br /> ]]>    A BIC ampliou as ações da campanha da linha de barbeadores BIC Flex 3 com uma estratégia que combina ativações presenciais, influenciadores e inserções em diferentes canais de comunicação. A iniciativa tem como objetivo ampliar a divulgação da linha e da promoção de reembolso, que permanece válida para consumidores que adquirirem produtos participantes e não ficarem satisfeitos com a experiência de uso, conforme regulamento.
A nova etapa da campanha reúne criadores de conteúdo dos segmentos de futebol e humor, além de ações em televisão, rádio, podcast, mídia out-of-home (OOH) e ativações em bares. Ronaldinho Gaúcho permanece como embaixador da iniciativa, que busca ampliar os pontos de contato da marca com o público em diferentes regiões do país.
Segundo Rodrigo Iasi, diretor de Marketing da BIC Brasil e Argentina, a campanha foi estruturada para aproximar os consumidores da linha BIC Flex 3 por meio de diferentes formatos de comunicação. "As ativações e os conteúdos desenvolvidos para a campanha permitem apresentar os produtos em diferentes contextos e ampliar o alcance da promoção para consumidores em todo o país", afirma.
Entre os influenciadores participantes estão Alan Barros, Ítalo Sena, Leo Bacci, Os Banheiristas e outros 28 microinfluenciadores, com conteúdos publicados desde junho e previstos até dezembro. A campanha também contou com inserções na TNT, na Rádio Energia 97 e no podcast Clima de Copa, além de peças de mídia out-of-home instaladas nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul durante os meses de junho e julho.
Como parte da estratégia, a BIC promoveu, nos dias 13 e 14 de junho, ativações em bares localizados no Centro Histórico de São Paulo e na Vila Madalena. Inspirada no universo do futebol, a ação contou com a participação do influenciador Xandi Barros e de um sósia de Ronaldinho Gaúcho, que interagiram com o público durante os intervalos das partidas. A dinâmica incluiu brincadeiras com os consumidores e distribuição de aproximadamente 300 barbeadores BIC Flex 3 ao longo dos dois dias.
Além de todas essas iniciativas, a BIC também está com a promoção 'Barbear Extra Suave ou Seu Dinheiro de Volta', válida até 20 de outubro. Consumidores que adquirirem qualquer produto participante da linha BIC Flex 3 poderão solicitar o reembolso do valor pago, via Pix, em até R$ 30, desde que atendam às condições previstas no regulamento. O cadastro deve ser realizado no site oficial da promoção.
A campanha integra as ações de comunicação desenvolvidas pela BIC para ampliar a visibilidade da linha Flex 3 por meio de influenciadores, mídia e experiências presenciais, combinando diferentes formatos de relacionamento com o consumidor.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ofndvW_ppSiyUqzk6wWBkpSwPAQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Z/6/p9tAI4Qu2uGKy0u9DqZQ/publicador-api-valor-dino-100-30c0af58-4cbe-4cae-8928-5e2c57ea7c90.png-20260806182021" medium="image"/>   <media:description>Imagem de Divulgação BIC</media:description>   <media:credit>Imagem de Divulgação BIC</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:20:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tupy reverte lucro e registra prejuízo de R$ 10 milhões no 2º trimestre</title>  <atom:subtitle>Companhia encerrou o mês de junho com endividamento líquido de R$ 1,9 bilhão, queda de 8% em relação à dívida do final de março</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/tupy-reverte-lucro-e-registra-prejuzo-de-r-10-milhes-no-2-trimestre.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/tupy-reverte-lucro-e-registra-prejuzo-de-r-10-milhes-no-2-trimestre.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/zRUgZ5KqBOvu2uuQRme8jPPfrzo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/d/1/ZEAA6BRWajmz48JrId3A/tupy-fundicao-carlos-junior-divulgacao.jpg" /><br /> ]]>    A Tupy apresentou um prejuízo líquido de R$ 10 milhões no segundo trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 22,3 milhões apresentado há um ano. Entre abril e junho, a receita líquida da companhia somou R$ 2,47 bilhões, queda de 5,8% em um ano.
Confira os resultados e indicadores da Tupy e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360
De acordo com a companhia, a piora no faturamento refletiu a retração do mercado interno e a valorização de 11% do real frente ao dólar, com impactos sobre as receitas em moeda estrangeira. Esses efeitos foram parcialmente mitigados pelo crescimento das aplicações em veículos comerciais no mercado externo.
No trimestre, o faturamento no mercado interno foi de R$ 983 milhões, piora de 13,8% ao ano, especialmente com menores vendas na unidade de Negócios de Componentes Estruturais. Já as receitas do mercado externo alcançaram R$ 1,49 bilhão, leve alta de 0,4%.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado alcançou R$ 156 milhões no trimestre, redução de 26% na comparação anual. A valorização do real e do peso mexicano frente ao dólar impactou negativamente o resultado em R$ 104 milhões, explicou a Tupy, em comunicado que acompanhou o balanço.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 34,4 milhões no trimestre encerrado em junho, estável na comparação anual.
A Tupy encerrou o mês de junho com endividamento líquido de R$ 1,9 bilhão, queda de 8% em relação à dívida do final de março. A alavancagem, medida pela relação da dívida com o Ebitda ajustado, ficou em 4,14 vezes.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/zRUgZ5KqBOvu2uuQRme8jPPfrzo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/d/1/ZEAA6BRWajmz48JrId3A/tupy-fundicao-carlos-junior-divulgacao.jpg" medium="image"/>   <media:description>Tupy fundição</media:description>   <media:credit>Carlos Júnior/Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:18:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Airbnb tem receita trimestral maior impulsionada pela Copa do Mundo</title>  <atom:subtitle>A  empresa de aluguel por temporada observou que suas reservas na América do Norte durante o segundo trimestre registraram o maior crescimento em quase três anos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/airbnb-tem-receita-trimestral-maior-impulsionada-pela-copa-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/airbnb-tem-receita-trimestral-maior-impulsionada-pela-copa-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/CvI9N7OCmS-qFpbkqaSESiZ6kFU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/r/5/X8jgXXQTyeuqdlpAnDqw/395774211.jpg" /><br /> ]]>    A empresa de aluguel por temporada Airbnb divulgou nesta quinta-feira (6) um aumento na receita do segundo trimestre, impulsionado pela forte demanda global por viagens e pelo aumento no número de usuários novos durante a Copa do Mundo da Fifa, realizada nos EUA, no Canadá e no México.

Empresas de viagens, incluindo as agências on-line Expedia e Booking, se beneficiaram significativamente da Copa do Mundo de futebol, que terminou recentemente.

O Airbnb observou que suas reservas na América do Norte durante o segundo trimestre registraram o maior crescimento em quase três anos. As ações da empresa sediada em São Francisco subiam 11,58% no pós-mercado de Nova York.

Globalmente, as diárias e assentos reservados — um indicador que inclui tanto estadias em quartos quanto reservas de serviços — aumentaram 10%, chegando a US$ 148,3 milhões no trimestre. Na América do Norte, que representou mais de 40% de sua receita em 2025, as reservas trimestrais cresceram em uma porcentagem “de um dígito”.

Isso ajudou o setor a compensar parcialmente a pressão causada pela guerra no Irã, que prejudicou as viagens internacionais de longa distância devido a redirecionamentos de voos e custos mais altos de combustível de aviação. O Airbnb afirmou ter observado uma recuperação constante das tendências de demanda no Oriente Médio.

Desde maio, a empresa ampliou sua plataforma para incluir serviços como chefs particulares e aluguel de carros, além de milhares de hotéis boutique, o que sinaliza um movimento contínuo para além de seu foco original em aluguéis.
Agência de viagens on-line

Investidores e analistas têm acompanhado de perto seus esforços de expansão, já que essa mudança a leva a se tornar uma agência de viagens on-line mais convencional, colocando-a potencialmente em concorrência com gigantes como Booking, Expedia e TripAdvisor.

As diárias de hotel reservadas pelo Airbnb cresceram quase três vezes mais rápido do que as de casas particulares, embora ainda representem apenas uma porcentagem de um dígito do total de diárias reservadas, informou a empresa.

A companhia espera que a receita de 2026 cresça “pelo menos na casa dos 15%”, em comparação com a previsão anterior de um intervalo “entre 10% e 15%”.

A empresa registrou lucro por ação de US$ 1,37 no trimestre encerrado em 30 de junho, em comparação com US$ 1,03 no mesmo período do ano anterior. A receita trimestral ficou em US$ 3,61 bilhões, acima dos US$ 3,1 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Aplicativo do Airbnb
Bloomberg  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/CvI9N7OCmS-qFpbkqaSESiZ6kFU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/r/5/X8jgXXQTyeuqdlpAnDqw/395774211.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:13:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Governo negocia medidas em favor do setor de etanol em projeto para reduzir tributo sobre combustíveis em 2026</title>  <atom:subtitle>Negociação ocorre em momento de pressão da bancada ruralista</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/governo-tenta-atender-setor-de-etanol-em-projeto-para-reduzir-tributo-sobre-combustiveis-em-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/governo-tenta-atender-setor-de-etanol-em-projeto-para-reduzir-tributo-sobre-combustiveis-em-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/uCQve8ufksYPdFxMpZ06e1sTgzo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/E/4/56eZCQSGAsYVPXcOFd0Q/935804-postos-combustiveis-aumento.webp" /><br /> ]]>    Em meio à pressão da bancada ruralista, a equipe econômica negocia uma solução para incluir medidas em favor do setor de etanol no projeto que cria uma exceção à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para permitir a redução de tributos sobre combustíveis em 2026. A votação do texto deve ocorrer na próxima semana, durante o esforço concentrado da Câmara dos Deputados. 
Segundo fontes ouvidas pelo Valor, o governo busca construir um texto que preserve o equilíbrio das contas públicas, mas que atenda à pressão do agronegócio após a decisão do Executivo de manter, por mais 30 dias, a subvenção de R$ 0,44 por litro da gasolina.
A avaliação de integrantes envolvidos na negociação é que a prorrogação do benefício à gasolina reabriu espaço para a votação do texto. Antes, a expectativa era de que a redução do preço internacional do petróleo permitisse ao governo encerrar a subvenção, esvaziando a necessidade do projeto. 
A leitura da cúpula da Câmara e de líderes do governo era de que, com o fim da subvenção à gasolina, o texto  perderia o objeto. Como a medida foi prorrogada, porém, parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) retomaram a cobrança por um tratamento semelhante ao etanol, conforme entendimento costurado com o governo federal antes do recesso parlamentar. O setor defende a inclusão de mecanismos para preservar a competitividade do biocombustível frente à gasolina e chegou a pleitear uma subvenção mínima de R$ 3,5 bilhões.
A princípio, o governo atuou contra a inclusão de medidas para além do escopo original do projeto. Havia ainda um entendimento no Executivo de que eventual subvenção ao etanol ensejaria uma extensão ao biodiesel, o que encareceria ainda mais a medida.  
O parecer da deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) incluiu ainda um dispositivo que autoriza produtores de etanol a utilizar, em 2026, créditos acumulados de PIS e Cofins para quitar outros tributos federais administrados pela Receita Federal. A medida estabelece um limite global de R$ 600 milhões para essas compensações no ano, conforme exigido pela equipe econômica. A partir de 2027, os créditos  poderão ser usados para abatimento de débitos da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), o novo tributo  criado pela reforma tributária.
O restante da pauta de votação da próxima semana ainda deve ser definido em reunião de líderes marcada para terça-feira (11).  Algumas propostas pendentes, como o projeto que criminaliza a misoginia e o texto que amplia a faixa de enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI) ainda não têm acordo para serem apreciados.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), definiu um calendário de funcionamento para o período da campanha eleitoral, com apenas duas semanas de esforço concentrado entre agosto e setembro, para que os deputados possam ficar nos Estados durante o período eleitoral. As datas estabelecidas, para que os deputados se reúnam em Brasília, foram entre 10 e 14 de agosto e entre 31 de agosto e 3 de setembro.

Projeto cria exceção à Lei de Responsabilidade Fiscal para permitir a redução de tributos sobre combustíveis em 2026
Marcelo Camargo/Agência Brasil  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/uCQve8ufksYPdFxMpZ06e1sTgzo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/E/4/56eZCQSGAsYVPXcOFd0Q/935804-postos-combustiveis-aumento.webp" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:02:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Governo do Rio encaminha à Alerj projeto que cria Lei do Devedor Contumaz</title>  <atom:subtitle>Entre as medidas previstas estão o impedimento de fruir benefícios fiscais e a proibição de participar de licitações e de firmar vínculos com o Poder Público</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/governo-do-rio-encaminha-alerj-projeto-que-cria-lei-do-devedor-contumaz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/governo-do-rio-encaminha-alerj-projeto-que-cria-lei-do-devedor-contumaz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/rdCx7MqJJaWMoOPXmF6zVvhudrE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/Y/a/Br89VwRjSAgewa7kMC6g/moedaspixa.jpg" /><br /> ]]>    O governo do Estado do Rio encaminhou, nesta quinta-feira (6), à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) o projeto que cria a Lei do Devedor Contumaz, que consiste no contribuinte que pratica inadimplência substancial, reiterada e injustificada, transformando o imposto não recolhido em vantagem sobre os concorrentes que pagam os tributos de forma correta. De acordo com a proposta, alinhada à Lei Complementar federal nº 225/2026, estarão enquadradas nessa categoria as empresas com dívidas em situação irregular a partir de R$ 15 milhões e superiores a todo o seu patrimônio.

Além disso, a inadimplência do contribuinte precisa ter se estendido por pelo menos quatro períodos de apuração seguidos ou seis alternados no intervalo de 12 meses, sem ter sido justificada por calamidade pública reconhecida ou prejuízo comprovado em balanço. Débitos parcelados em dia ou suspensos por decisão judicial não entram na conta.

Entre as medidas previstas estão o impedimento de fruir benefícios fiscais e a proibição de participar de licitações e de firmar vínculos com o Poder Público. Nos casos de fraude estruturada, soma-se o cancelamento da Inscrição Estadual, que inviabiliza a emissão de notas fiscais e a operação da empresa. Nenhuma medida é automática: o contribuinte é notificado antes, tem 30 dias para regularizar a situação ou se defender, e ainda pode recorrer.

"Com a aprovação da pauta, a legislação vai dar ao Estado instrumentos próprios contra quem usa o não pagamento de imposto como estratégia de negócio. Esse tipo de conduta resulta no desequilíbrio da livre concorrência, penalizando quem cumpre as obrigações tributárias em dia e reduzindo a arrecadação", diz a nota divulgada pela Secretaria de Fazenda, que acrescenta que o combate ao devedor contumaz é um trabalho conjunto entre a secretaria, a Procuradoria-Geral do Estado e o Ministério Público. 

O projeto de lei completa uma outra proposta enviada à Alerj na quarta-feira (5), que versa sobre uma autorização para a Procuradoria Geral do Estado celebrar acordos de transação para créditos tributários e não tributários inscritos em dívida ativa. Antes de encaminhar a proposta à Alerj, o governador Ricardo Couto se reuniu com o presidente da Casa, Douglas Ruas, para apresentar as principais medidas do projeto.


Pixabay  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/rdCx7MqJJaWMoOPXmF6zVvhudrE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/Y/a/Br89VwRjSAgewa7kMC6g/moedaspixa.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:51:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lula recebe chanceler do México e reforça convite para presidente visitar o Brasil</title>  <atom:subtitle>Os dois discutiram a situação da democracia na América Latina, a cooperação entre a Petrobras e a Pemex e o apoio dos dois países à candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/lula-recebe-chanceler-do-mexico-e-reforca-convite-para-presidente-visitar-o-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/lula-recebe-chanceler-do-mexico-e-reforca-convite-para-presidente-visitar-o-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/up2Numqa9JIFyul0s6l_V9Ea7-c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/6/g/NIY2ATQyG73dFBvGdQsg/o-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-recebe-o-chanceler-do-mexico-roberto-velasco-no-palacio-do-planalto-em-brasilia-facebook-sre-mx.jpg" /><br /> ]]>    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta quinta-feira (6), o secretário de Relações Exteriores do México, Roberto Velasco. Na reunião, eles discutiram a situação da democracia na América Latina, a cooperação entre a Petrobras e a estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) e a atuação dos dois países no apoio à candidatura da ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral das Nações Unidas (ONU).

Em publicação na rede social X, Lula disse que pediu a Velasco que reiterasse à presidente do México, Claudia Sheinbaum, o convite para uma visita oficial ao Brasil, em data ainda a ser definida. Durante a reunião, o chanceler transmitiu uma mensagem da presidente mexicana destacando o "excelente estado das relações" entre os dois países.

O encontro, no Palácio do Planalto, ocorreu paralelamente à visita de Velasco ao Brasil para copresidir, ao lado do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a VI Reunião da Comissão Binacional Brasil-México.

Entre os principais temas em debate estão a coordenação no combate ao crime organizado transnacional, a ampliação do comércio e dos investimentos bilaterais e o fortalecimento da cooperação na área de energia, incluindo os setores de petróleo e biocombustíveis.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/up2Numqa9JIFyul0s6l_V9Ea7-c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/6/g/NIY2ATQyG73dFBvGdQsg/o-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-recebe-o-chanceler-do-mexico-roberto-velasco-no-palacio-do-planalto-em-brasilia-facebook-sre-mx.jpg" medium="image"/>   <media:description>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o chanceler do México, Roberto Velasco, no Palácio do Planalto, em Brasília</media:description>   <media:credit>Facebook/@SRE_mx</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:50:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>SpaceX e Tesla investirão inicialmente US$ 16,8 bi na fábrica de chips Terafab, no Texas</title>  <atom:subtitle>Instalação tem como objetivo reduzir a diferença entre a oferta global de chips e o mais de 1 terawatt de poder computacional que a SpaceX e a Tesla esperam precisar nos próximos anos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/spacex-e-tesla-investirao-inicialmente-us-168-bi-na-fabrica-de-chips-terafab-no-texas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/spacex-e-tesla-investirao-inicialmente-us-168-bi-na-fabrica-de-chips-terafab-no-texas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ftTQxygiEW4yYv1WetQ0eYJFtvQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/Y/c/w5URsARCa80KIiAWTRbQ/402401718.jpg" /><br /> ]]>    A SpaceX de Elon Musk e a Tesla investirão inicialmente US$ 16,8 bilhões na construção da Terafab, um complexo avançado de chips de inteligência artificial no Condado de Grimes, no Texas, enquanto as empresas competem para garantir a capacidade de produção de chips que o bilionário considera essencial para o futuro delas.
A instalação tem como objetivo reduzir a diferença entre a oferta global de chips e o mais de 1 terawatt de poder computacional que a SpaceX e a Tesla esperam precisar nos próximos anos.
As futuras fases de expansão poderão elevar o investimento total consideravelmente, afirmou a SpaceX em um comunicado em seu site nesta quinta-feira (6), acrescentando que a instalação empregará pelo menos 3 mil pessoas.
“A Terafab está trazendo tecnologia de ponta para os Estados Unidos, criando milhares de empregos bem remunerados no Texas e nos permitindo produzir chips de IA em larga escala para uso na Terra e no espaço”, disse Musk.
Musk tem intensificado a integração de esforços em IA em todas as suas empresas, com a SpaceX adquirindo sua startup xAI no início deste ano em um acordo focado na construção de data centers no espaço, antes de abrir o capital em junho no maior IPO da história.
A fábrica da Terafab, com 100 milhões de pés quadrados (9,29 milhões de metros quadrados) e integração vertical, irá fabricar, embalar e testar chips avançados de lógica e memória sob o mesmo teto, produzindo processadores necessários para alimentar os robôs Optimus e os Cybercabs (táxis autônomos) da Tesla, bem como chips de alta potência para operar os centros de dados espaciais da SpaceX.
Um documento apresentado em maio mostrou que a SpaceX propôs um investimento inicial de US$ 55 bilhões para construir o Terafab, com o valor total subindo para US$ 119 bilhões se fases adicionais forem concluídas.
Para auxiliar nesses esforços, a SpaceX firmou uma parceria com a Intel no início deste ano, que vem tentando expandir seus negócios de fabricação de chips por contrato como parte de uma estratégia de reestruturação.
Em abril, a Tesla iniciou a construção de um centro de pesquisa no campus norte de sua fábrica Giga Texas, um precursor do Terafab. O local no Condado de Grimes fica próximo ao reservatório de Gibbons Creek, cuja água as empresas planejam usar para operações industriais em vez de água subterrânea local.
Isso amplia a presença crescente da SpaceX e da Tesla no Texas, juntando-se às instalações da Starbase, em Bastrop e em McGregor. “No Texas, as grandes ideias se tornam ainda maiores”, disse o governador do Estado, Greg Abbott, em um comunicado.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ftTQxygiEW4yYv1WetQ0eYJFtvQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/Y/c/w5URsARCa80KIiAWTRbQ/402401718.jpg" medium="image"/>   <media:description>Musk tem intensificado a integração de esforços em IA em todas as suas empresas </media:description>   <media:credit>Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:46:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump diz acreditar que guerra com Irã terminará ‘muito em breve’</title>  <atom:subtitle>Declaração foi dada em um momento no qual os países enfrentam impasses sobre Ormuz e após um acordo assinado no mês passado por ambas as partes ter sido 'quebrado', com a escalada de ataques</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/trump-diz-acreditar-que-guerra-com-ir-terminar-muito-em-breve.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/trump-diz-acreditar-que-guerra-com-ir-terminar-muito-em-breve.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/PCZAxY8FHFUq1zCTGTUZ7fpxDs4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/D/B/4ShAAfS5Or9j4nIqluIw/ap26217776234807.jpg" /><br /> ]]>    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira a jornalistas que acredita que a guerra com o Irã “vai terminar muito em breve” e que as forças americanas “têm quantidades enormes de munição em todo o mundo”. A declaração foi dada em um momento no qual os países enfrentam impasses sobre a administração do Estreito de Ormuz e após um memorando de entendimento assinado no mês passado por ambas as partes ter sido “quebrado”, com a escalada de ataques.
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Irã ensaia com Omã pacto sobre Ormuz, em meio a ameaças dos EUA

Mais cedo nesta quinta-feira, a agência semioficial iraniana Fars informou que uma comissão do Parlamento iraniano está analisando um projeto preliminar de lei que proibiria navios dos EUA, de Israel e de outros países considerados "hostis" de transitar por Ormuz.

O projeto, segundo uma fonte parlamentar ouvida pela agência, prevê multas de até 20% do valor da carga das embarcações que descumprirem as restrições propostas. Além disso, a matéria diz que o texto estaria sendo analisado por especialistas, e o Parlamento do regime teocrático teria convidado técnicos a apresentar recomendações antes que o projeto fosse finalizado.

Na quarta-feira, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que as regiões geográficas de uma rota marítima pelo estreito foram acordadas entre Irã e Omã e que um comunicado conjunto está sendo finalizado, desde que não haja “interferência de terceiros”.

Baghaei acrescentou na ocasião, porém, que tal acordo entre Teerã e Mascate, por si só, não garantiria a segurança nessa via estratégica navegável. Nenhum detalhe foi compartilhado até o momento e não está claro ainda se os Estados Unidos fizeram parte do que foi acordado.

Um pouco depois das falas do porta-voz, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, declarou à agência de notícias oficial iraniana Irna que “uma parte significativa dessa nova rota está localizada em águas territoriais iranianas, e uma parte dela está em águas territoriais omanitas”.

"O projeto foi concebido de forma a permitir a passagem de navios comerciais pelas águas territoriais iranianas, tanto na ida quanto na volta”, prosseguiu ele.

O vice-chanceler ainda afirmou que as negociações com Omã "alcançaram entendimentos fundamentais" sobre questões como o mapa das rotas de entrada e saída do tráfego marítimo. "Este progresso está prestes a ser finalizado”.

Na terça-feira, em entrevista ao programa @Night, da Fox News, o presidente Trump chegou afirmar que as negociações dos Estados Unidos com o Irã sobre Ormuz avançaram significativamente e voltou a prever uma solução próxima para o impasse no estreito, que é considerado o principal corredor marítimo para o transporte global de petróleo e gás natural.

"Foi uma negociação que durou o dia inteiro. Tivemos conversas muito boas", disse Trump na ocasião. Segundo ele, Ormuz "será reaberto muito em breve". O presidente americano, porém, voltou a fazer ameaças ao regime iraniano: "Se eles recuarem novamente, serão duramente atingidos."

Além disso, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari, declarou que as negociações estavam em um estágio "muito avançado" e que uma minuta de acordo já circulava entre as partes.

Uma mulher caminha perto de um outdoor com a imagem do presidente dos EUA, Donald Trump, em um prédio em Teerã, Irã , em 27 de julho de 2026
Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
Desde o início da guerra entre EUA, Israel e Irã, no fim de fevereiro, Trump anunciou diversas vezes avanços nas negociações, seguidos por desmentidos de Teerã ou pelo fracasso das tratativas. O memorando de entendimento firmado em junho, que previa um cessar-fogo e a reabertura da hidrovia entrou em colapso poucas semanas depois, quando Teerã atingiu embarcações mercantis na via marítima, e forças americanas lançaram sucessivas ofensivas como retaliação ao regime teocrático. 

A partir de então, o bloqueio imposto pelo Irã a Ormuz voltou a provocar forte impacto nos mercados globais de energia e aumentou a pressão sobre o presidente Donald Trump para encerrar o conflito, principalmente, em meio à escalada de preço dos combustíveis no território americano e à proximidade das eleições de meio de mandato nos EUA, que podem redefinir o controle dos republicanos no Congresso.

Uma nova pesquisa Reuters/Ipsos mostrou que o número de americanos que esperam que o Oriente Médio mergulhe no caos é três vezes maior do que o daqueles que acreditam que a guerra trará mais estabilidade. O levantamento, realizado ao longo de seis dias, foi concluído na segunda-feira, quando o presidente republicano Donald Trump voltou a recuar de suas ameaças de lançar “ataques maciços” contra Teerã.

Nesse contexto, cerca de 58% dos entrevistados também disseram esperar uma piora nos preços da gasolina, enquanto apenas 15% esperam uma melhora.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/PCZAxY8FHFUq1zCTGTUZ7fpxDs4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/D/B/4ShAAfS5Or9j4nIqluIw/ap26217776234807.jpg" medium="image"/>   <media:description>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa durante um evento no Red Rock Casino Resort and Spa, em Las Vegas, na quarta-feira, 5 de agosto de 2026</media:description>   <media:credit>AP/Mark Schiefelbein</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:46:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bolsas de NY recuam com avanço do petróleo e balanços trimestrais fracos</title>  <atom:subtitle>O índice Dow Jones teve queda de 0,85%, aos 53.885,10 pontos, o S&amp;P 500 caiu 0,18%, aos 7.709,96 pontos, e o Nasdaq anotou leve queda de 0,06%, aos 26.348,35</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/bolsas-de-ny-recuam-com-avanco-do-petroleo-e-balancos-trimestrais-fracos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/bolsas-de-ny-recuam-com-avanco-do-petroleo-e-balancos-trimestrais-fracos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/T49rUiXq5D91pwNqUbM3Xz9eUDI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/m/R/sExYe9SYSgfGGbOGdoTg/ap20059558406778.jpg" /><br /> ]]>    As bolsas americanas encerraram em queda nesta quinta-feira (6), pressionadas pela alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) e pelo forte avanço nos preços do petróleo, causado pelo impasse na discussão sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Os fracos resultados trimestrais de empresas de tecnologia também contribuíram para a queda dos índices. 
O Dow Jones teve queda de 0,85%, aos 53.885,10 pontos, o S&amp;P 500 caiu 0,18%, aos 7.709,96 pontos, e o Nasdaq teve leve queda de 0,06%, aos 26.348,35. 
O setor de tecnologia encerrou em alta, apesar dos fracos resultados da Sandisk (-6,81%), AppLovin (-19,66%) e Western Digital (-13,03%).

Agora, os investidores voltam suas atenções para a divulgação do relatório oficial de empregos dos EUA, o chamado “payroll”, de julho, amanhã. Os dados podem dar ainda mais destaque ao mandato de inflação do Federal Reserve (Fed), caso a tendência de estabilidade do mercado de trabalho seja mantida.

Os investidores também realizaram lucros, após o Dow Jones ter renovado recordes na sessão anterior e o S&amp;P 500 seguir próximo da máxima histórica. O Nasdaq também registrou forte impulso na semana, até o momento, com uma recuperação das ações de “big techs” no período, depois de um primeiro semestre desafiador para as chamadas "Sete Magníficas".

A promessa da reabertura do Estreito de Ormuz por integrantes do governo americano gerou um forte alívio nos preços do petróleo ao longo da semana, ao instigar o otimismo do mercado quanto à uma normalização nos fluxos da commodity. O sentimento, no entanto, foi se dissipando ao longo do dia, o que se refletiu na alta dos preços do produto, que aceleraram após a mídia iraniana publicar um plano de tráfego pelo estreito com condições restritivas.

Segundo a agência iraniana Fars, o plano de gestão de Ormuz proibiria navios dos EUA e de Israel de transitar pela passagem, além de bloquear outras nações que tenham prejudicado o país, até que uma indenização fosse paga. Autoridades americanas já se manifestaram contra os impedimentos, segundo informações da CNBC americana.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/T49rUiXq5D91pwNqUbM3Xz9eUDI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/m/R/sExYe9SYSgfGGbOGdoTg/ap20059558406778.jpg" medium="image"/>   <media:description>Operador trabalha na bolsa de Nova York</media:description>   <media:credit>Richard Drew/AP Photo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:35:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Para executivos, ritmo acelerado de mudanças globais exige nova forma de gestão</title>  <atom:subtitle>Com reorganização de cadeias produtivas após a pandemia, aumento das tensões geopolíticas e intensificação dos eventos climáticos extremos, empresas revisaram modelos de planejamento</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/para-executivos-ritmo-acelerado-de-mudanas-globais-exige-nova-forma-de-gesto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/para-executivos-ritmo-acelerado-de-mudanas-globais-exige-nova-forma-de-gesto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/5zGNFltKR1az2LqW0pvL5okpZHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/S/H/hn1HMdRUe39tANVafrBA/05pri-000-desta4-a1-img01.jpg" /><br /> ]]>    A velocidade das transformações globais tem mudado a forma como as empresas tomam decisões. Com a reorganização das cadeias produtivas após a pandemia, o aumento das tensões geopolíticas e a intensificação dos eventos climáticos extremos, companhias brasileiras passaram a rever modelos tradicionais de planejamento, governança e competitividade. O diagnóstico foi apresentado durante o painel “Resiliência e Competitividade da Base Produtiva Brasileira”, realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a Rio Innovation Week.
“Se pensarmos dez anos atrás, em 2016, o Brasil estava em recessão, a China começava a mudar seu modelo de crescimento e o preço das commodities entrava em queda. Depois veio um período de relativa estabilidade, até a Covid mudar completamente o cenário", disse Ricardo Simonsen, diretor de Qualidade em Pesquisa Aplicada da FGV.
Juros mais altos, guerra na Ucrânia, conflito no Oriente Médio, tarifaço americano, trabalho híbrido, e-commerce turbinado, avanço da inteligência artificial e a crise climática, enumerou, vêm transformando o ambiente de negócios. Mais do que a mudança em si, o que preocupa as empresas é a velocidade com que ela ocorre. “Um ciclo que antes se estendia por cinco anos hoje se completa em três, e tende a encurtar ainda mais”, acrescenta. Como navegar num cenário de mudanças relevantes cada vez mais constantes?
Para Fernando Queiroz, CEO da Águas Azuis (Sociedade de Propósito Específico responsável pela construção das fragatas da Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil) e ex-vice-presidente da Embraer, um fator chave para as empresas desenvolverem capacidade permanente de adaptação é “simplicidade”. A ideia vem da chamada filosofia “Lean", adotada há mais de duas décadas na linha de produção da Embraer e que, aos poucos, migrou para processos administrativos.
"Precisamos combater a complexidade do mundo com simplicidade", afirmou Queiroz, ressaltando que mudança constante exige presença ativa na gestão do negócio, não apenas replicação de modelos importados.
O CEO da Prumo Logística, Rogério Zampronha, foi além: para ele, as transformações atuais corroem as próprias bases institucionais que sustentavam o comércio global. Sua fala fez menção à erosão das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), ao tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos e à proposta da Trump Media, controladora da Truth Social, de cobrar investidores por acesso antecipado a publicações de Donald Trump na rede social. "É a institucionalização do inside trading", ironizou.
Na leitura do executivo, empresas que antes competiam por preço hoje precisam garantir disponibilidade de insumos críticos, como combustível, energia e commodities, mesmo que isso signifique pagar mais caro por eles. Essa lógica, argumentou, exige repensar não só onde produzir, mas quem decide. Para Zampronha, o modelo de decisão concentrado no topo da hierarquia já não responde à velocidade exigida pelas crises geopolíticas.
“Para reagir com velocidade às mudanças que são críticas aos negócios, é preciso transferir o poder de decisão para a ponta da operação. Descentralizar da alta administração. Quem está lá na ponta, falando com o cliente, falando com o fornecedor, brigando no dia a dia, essa pessoa tem muito mais informação e precisa de autonomia”, afirmou Zampronha.
Vice-presidente do Grupo Mac Laren, Alexandre Kloh trouxe o setor naval brasileiro como exemplo de uma indústria que depende de planejamento de longo prazo para recuperar competitividade. Segundo ele, a construção naval passou por um período de retração de mais de uma década e agora volta a ganhar espaço com novos projetos ligados à Petrobras. Para o executivo, o desafio não é apenas retomar a produção, mas criar condições para que empresas invistam novamente em um setor de ciclos longos.
“Considerando a mutação que a gente vem sofrendo hoje, a velocidade das coisas, a falta de previsibilidade, a gente não consegue planejar os próximos cinco anos. Onde eu estou hoje? Onde eu vou estar daqui a cinco anos? Como vai estar o cenário? Esse é um desafio muito grande”, afirmou.
Na avaliação de Kloh, a retomada da indústria naval depende de uma estratégia que dê segurança para investimentos e formação de capacidade produtiva.
“O grande desafio é mostrar a oportunidade e a força que esse setor tem de alavancagem e fazer disso uma longevidade. Tornar de novo a nossa indústria produtiva, competitiva, como nós já fomos lá atrás”, disse Kloh.
Na Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagem do país, olhar para o futuro e prazos significa pensar em termos de anos de crescimento florestal — sete para o eucalipto, quatorze para o pinus, contou Darlon Orlamunder de Souza, diretor de Sustentabilidade, P&amp;D+I e Estratégia &amp; Mercado da companhia. É isso, segundo ele, que torna qualquer decisão estratégica um exercício de planejamento de longuíssimo prazo, especialmente diante da crise climática.
Orlamunder descreveu programas de melhoramento genético que testam materiais em regiões de menor pluviosidade, antecipando cenários climáticos mais severos. "A gente está nos últimos dez anos com temperaturas mais elevadas e menos chuvas do que tínhamos no histórico", disse, ao explicar por que a flexibilidade de portfólio, entre celulose, papel e embalagens, tornou-se peça central na estratégia de resiliência da empresa.
Apoio financeiro
Mas a adaptação a um ambiente global mais instável não depende apenas das decisões internas das companhias. À medida que riscos climáticos e geopolíticos passam a afetar cadeias produtivas inteiras, cresce também o papel de instituições capazes de financiar investimentos em resiliência e acelerar respostas a crises.
Representando o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o superintendente de Desenvolvimento Produtivo e Inovação, João Pieroni, destacou como o banco reformulou sua própria governança diante da multiplicação de eventos climáticos extremos, caso das enchentes no Rio Grande do Sul.
"Instauramos, por exemplo, um comitê de crise para que a gente já tenha desenhados produtos que possam fazer um ‘plug and play’ e apoiar mais rapidamente empresas", explicou, lembrando que a instituição destinou cerca de R$ 20 bilhões à recuperação do Rio Grande do Sul naquele momento.
Pieroni citou ainda o programa Brasil Soberano, voltado a empresas afetadas por tarifas e conflitos geopolíticos. "Ele vem justamente apoiar aquelas empresas que foram impactadas pelas tarifas e, ao mesmo tempo, numa estratégia de médio e longo prazo, fortalecer essas cadeias mais resilientes no Brasil", disse.
O executivo também falou sobre a parceria com a Embrapa, dentro do Fundo Clima, para desenvolver variedades agrícolas mais resistentes ao aquecimento. Segundo ele, estão em andamento pesquisas para desenvolvimento de culturas-chave no Brasil, como soja, milho, arroz e feijão, que sejam mais resilientes frente a cenários climáticos cada vez mais severos.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/5zGNFltKR1az2LqW0pvL5okpZHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/S/H/hn1HMdRUe39tANVafrBA/05pri-000-desta4-a1-img01.jpg" medium="image"/>   <media:description>Rogerio Zampronha, CEO da Prumo, afirma que as transformações atuais corroem as próprias bases institucionais que sustentavam o comércio global</media:description>   <media:credit>Leo Pinheiro/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:32:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ibovespa recua 1,2% com piora no exterior e incertezas sobre juros nos EUA</title>  <atom:subtitle>O Ibovespa encerrou em forte queda de 1,23%, aos 175.546 pontos nesta quinta-feira, pressionado pelo cenário externo, em meio às incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/ibovespa-recua-12percent-com-piora-no-exterior-e-incertezas-sobre-juros-nos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/ibovespa-recua-12percent-com-piora-no-exterior-e-incertezas-sobre-juros-nos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/SwlrxuAGoRO95WaEQngzocSRx2o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/f/UdI0WdRa2A5W1TaLoyNA/417075513.jpg" /><br /> ]]>    O Ibovespa encerrou o dia em forte queda de 1,23%, aos 175.546 pontos, nesta quinta-feira, pressionado pelo cenário externo, em meio às incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos. 
Embora o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central tenha reduzido a Selic em 0,25 ponto percentual na véspera, sem sinalizar os próximos passos da política monetária, uma reportagem do Financial Times afirmou que o presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, estaria disposto a elevar os juros americanos em setembro caso os próximos dados de inflação venham acima do esperado, ampliando a aversão a risco.  
Entre os papéis de maior peso do Ibovespa, as ações ordinárias da Vale e do Banco do Brasil encerraram em queda, enquanto os papéis da Petrobras registraram alta moderada, acompanhando o avanço do petróleo no exterior.  
Em dia de forte volatilidade, o índice oscilou entre os 175.515 e os 177.720 pontos e, segundo um operador, grandes ordens de venda de ações brasileiras por Morgan Stanley e Merrill Lynch também influenciaram negativamente a sessão. O volume financeiro registrado no Ibovespa foi de R$ 19,3 bilhões, enquanto a B3 movimentou R$ 28,5 bilhões. 
Em Wall Street, o Dow Jones caiu 0,85%, o S&amp;P 500 perdeu 1,18% e o Nasdaq encerrou próximo da estabilidade (-0,06%).  
O ambiente externo pesou sobre o mercado brasileiro. Segundo um operador, além das incertezas em torno do Fed, a bolsa também foi influenciada por um fluxo técnico vindo das negociações de opções do EWZ, principal ETF de ações brasileiras negociado nos Estados Unidos. Na avaliação dele, esse movimento levou participantes do mercado a realizar ajustes de hedge, ampliando a volatilidade do Ibovespa ao longo da sessão. 
As ações ordinárias da Vale cederam 1,66%, mesmo com a alta de 2,75% do minério de ferro em Dalian, na China. Para um analista, que falou sob condição de anonimato, a notificação da Agência Nacional de Mineração (ANM), segundo a qual a mineradora deve R$ 17,7 bilhões em royalties pela exploração de recursos minerais, pode ter pesado marginalmente sobre o desempenho da ação, embora o impacto tenha sido limitado. Em comunicado, a Vale afirmou que as cobranças "não procedem" e que "irá se manifestar oportunamente perante as autoridades competentes". 
O analista, porém, atribui a queda do papel às oscilações normais de mercado e à desvalorização do minério de ferro nas últimas semanas. 
Já as ações ordinárias do Banco do Brasil recuaram 3,66%, sem um gatilho específico para o movimento. Um gestor que acompanha de perto o setor afirma que os resultados divulgados na véspera por Banco Inter e Bradesco reforçaram sinais de deterioração da qualidade das carteiras de crédito. Segundo ele, o mesmo ocorreu com o Santander e, em menor grau, com o Itaú, cuja qualidade dos ativos, embora ainda sólida, não foi tão forte quanto em trimestres anteriores. 
Assim, a fonte diz que o mercado pode estar formando a percepção de que a qualidade das carteiras de crédito do sistema está pior. "Como o Banco do Brasil já carrega uma visão mais fragilizada nesse aspecto, isso pode ter pesado sobre as ações", aponta.  
Ainda que o desempenho do Ibovespa tenha sido afetado pelo cenário externo, há uma confluência de fatores que ajuda a explicar a queda da sessão. Na avaliação do codiretor da Azimut Brasil Wealth Management, Eduardo Carlier, o índice parece barato sob uma ótica técnica, mas uma melhora na precificação ainda depende, em grande medida, da consolidação do cenário macroeconômico.  
As variáveis incluem a forma como o El Niño afetará os setores ao longo do segundo semestre e, por consequência, a inflação, o que pode alterar os próximos passos da política monetária no Brasil, além do movimento predominante do Fed. 
“Neste momento, é necessário aguardar a divulgação de novos indicadores para construir um cenário que permita uma avaliação mais precisa da tendência dos mercados. Enquanto isso, a expectativa é de que os ativos continuem voláteis”, explica Carlier. “Além da oscilação típica que antecede o período eleitoral, outros fatores seguem no radar dos investidores, como a evolução dos preços do petróleo e as decisões do Fed, o que demanda mais tempo para que o cenário fique mais claro”, acrescenta.  
Entre as maiores quedas da sessão, Smart Fit cedeu 7,82%, após seu balanço decepcionar investidores, e Vamos ON caiu 6,33%, diante da alta dos juros futuros. Já na ponta positiva, Braskem PNA avançou 3,07% e os papéis ordinários e preferenciais da Petrobras subiram 0,32% e 0,31%, respectivamente.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/SwlrxuAGoRO95WaEQngzocSRx2o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/f/UdI0WdRa2A5W1TaLoyNA/417075513.jpg" medium="image"/>   <media:description>Sede da B3, em São Paulo</media:description>   <media:credit>Victor Moriyama/Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:24:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nubank não precisa conquistar ‘fatia enorme’ do mercado americano para que futura operação seja relevante, diz CFO</title>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/nubank-no-precisa-conquistar-uma-fatia-enorme-do-mercado-americano-para-que-futura-operao-seja-relevante-diz-cfo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/nubank-no-precisa-conquistar-uma-fatia-enorme-do-mercado-americano-para-que-futura-operao-seja-relevante-diz-cfo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/aRyVGhkY7ImNlCAajE55Mh6d8Bg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/U/T/4RGqIYQ36LBJAtJ9GrdQ/1785464360987.jpg" /><br /> ]]>    O novo diretor financeiro (CFO) do Nubank, Rob Livingston, que assumiu o cargo em julho, afirmou que a instituição não pretende piorar seu índice de eficiência em mais de 100 pontos-base com a nova operação nos Estados Unidos (EUA). O Nubank recebeu aprovação condicional do Escritório do Controlador da Moeda (OCC, na sigla em inglês) para estabelecer um banco nacional nos EUA em janeiro deste ano. À época, o Nubank informou que a expectativa para iniciar a operação era de até 18 meses — ou seja, até julho do ano que vem. 

“O que dissemos publicamente é que não vamos investir mais do que 100 pontos-base do nosso índice de eficiência na entrada no mercado dos EUA nos próximos dois anos, e isso, enquanto estabelecemos nossa marca, garantimos o encaixe produto-mercado, e também entendemos de verdade a análise de crédito que vamos precisar para ter sucesso no mercado”, afirmou o executivo em vídeo publicado no site do Nubank, no qual conversa com o CEO global da instituição, David Vélez. 

O índice de eficiência — quanto menor, melhor — do Nubank ficou em 17,6% no primeiro trimestre de 2026. A instituição reporta seus resultados do segundo trimestre na próxima quinta-feira (13). Para Livingston, há oportunidades no mercado americano para uma instituição “eficiente como o Nu entrar com ótimos produtos, ótimos serviços”. Segundo ele, como o país é grande, o Nubank não precisa conquistar “uma fatia enorme” do mercado para que a operação seja relevante. 

“Cinco milhões, 10 milhões de clientes nos EUA são tão grandes quanto outro país para o Nu, e ficaríamos muito, muito animados em fazer a diferença em suas vidas financeiras”, afirmou. “Os próximos anos nos EUA serão puramente fundacionais em que estamos fazendo uma aposta delimitada nessa ideia de que pode haver um ‘upside’ tremendo para nós.”

Apesar dos benefícios que a operação nos EUA pode trazer para a instituição, segundo os executivos, o “roadmap” do Nubank para os próximos anos é aprofundar as relações com clientes no Brasil. Eles avaliam que ainda há oportunidade de entrar em novos segmentos. “Temos mais de 110 milhões de clientes no Brasil, mas só 7% de participação [de mercado]. Então poderíamos dobrar ou triplicar o tamanho do Nubank só no Brasil”, afirmou Vélez. 

Outra avenida de crescimento é o México, onde o banco obteve em julho uma autorização de operação da Comisión Nacional Bancaria y de Valores (CNBV) para iniciar suas operações como banco múltiplo. “Pode ser tão grande quanto o Brasil. Embora a população seja menor do que a do Brasil, o PIB per capita é maior, e, quando olhamos para a trajetória geral de possibilidade financeira, oferece tanto para nós quanto o Brasil”, Livingston.  

Questionado por Vélez sobre não ser brasileiro e não ter trabalhado no Brasil e como espera lidar com os ciclos de crédito do país, Livingston afirmou que o Nubank é uma instituição resiliente. “Se houver um [novo] ciclo vindo no Brasil no próximo ano ou nos próximos dois, estaremos bem preparados.” Livingston é americano, enquanto Vélez é colombiano.

O CFO também falou sobre a dinâmica na economia brasileira. “Fiquei realmente surpreso ao descobrir que, nos últimos 12 anos, passamos por quatro ciclos de crédito aqui no Brasil, incluindo a recessão mais profunda de que se tem memória. E o Nubank passou por todos eles com esse modelo de crédito intacto”, afirmou. 

“Enquanto os EUA vivem um ciclo, nós vemos vários ciclos no Brasil. E, por isso, empresas de serviços financeiros e bancos precisam ser antifrágeis”, complementou Vélez.
Rob Livingston, CFO do Nubank
Reprodução/LinkedIn  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/aRyVGhkY7ImNlCAajE55Mh6d8Bg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/U/T/4RGqIYQ36LBJAtJ9GrdQ/1785464360987.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:23:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>STF suspende análise sobre jogos de azar e pode julgar junto com ações sobre bets</title>  <atom:subtitle>Após o relator do caso, ministro Luiz Fux, votar pela manutenção da proibição, o ministro Flávio Dino pediu vista</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/stf-suspende-analise-sobre-jogos-de-azar-e-pode-julgar-junto-com-acoes-que-tratam-de-bets.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/stf-suspende-analise-sobre-jogos-de-azar-e-pode-julgar-junto-com-acoes-que-tratam-de-bets.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/6tua88qL5SZxlm4Kj5Q9rX3Yxow=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/B/k/0rx4dZSoi2hhE7hwLANg/pexels-anna-shvets-6664249.jpg" /><br /> ]]>    O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, nesta quinta-feira (6), o julgamento que discute dispositivos da Lei das Contravenções Penais que proíbem jogos de azar. Após o relator do caso, ministro Luiz Fux, votar pela manutenção da proibição, o ministro Flávio Dino pediu vista.
As conclusões do voto de Fux focaram especificamente em jogos de azar tal como constam na Lei de Contravenções Penais, que é de 1941. A norma define os jogos de azar como aqueles que dependem "exclusiva ou principalmente da sorte". A vedação hoje atinge caça-níqueis, bingos, cassinos, o jogo do bicho, apostas em corridas de cavalo, entre outros.

Ao justificar o pedido de vista, Dino disse, no entanto, que as plataformas de apostas esportivas online e as apostas de quota fixa, as chamadas “bets”, também são jogos de azar, de modo que o Supremo deveria ampliar o escopo da análise. Com isso, os ministros discutiram a possibilidade de julgar a ação sobre jogos de azar em conjunto com processos que tratam especificamente das bets.
“Não consigo separar os assuntos, porque bet é jogo de azar. Então se dissermos que jogos de azar são contravenção, estamos dizendo que bets são contravenção? Nesse caso, eu não me sinto à vontade, porque haveria um risco lógico para o próprio julgamento”, disse Dino. Ele recebeu o apoio de colegas como Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
Há na Corte diversas ações sobre as bets. Elas são conduzidas por Fux, Nunes Marques, André Mendonça, e Cármen Lúcia. Em dezembro de 2025, por exemplo, Nunes Marques suspendeu bets e loterias autorizadas por municípios. Na ocasião, ele entendeu que normas estaduais violam a competência exclusiva da União de legislar sobre sistemas de consórcios e sorteios.

A ação que trata de bets e é relatada por Fux foi ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e questiona a Lei das Bets, que regulamenta apostas esportivas de quota fixa e jogos online no Brasil.
Jogo de azar é contravenção penal
Antes do pedido de vista, Fux votou para validar os dispositivos da Lei das Contravenções Penais que proíbem o estabelecimento e exploração de jogos de azar. De acordo com ele, a Constituição de 1988 recepcionou a norma. Ou seja, as vedações à explicação e estabelecimento dos jogos de azar são, para o relator, constitucionais.
De acordo com Fux, os jogos de azar extraem seus lucros “a partir da incapacidade cognitiva” de pessoas que, por conta do vício, não conseguem fazer uma “avaliação dos riscos” envolvidos em suas apostas.
“Há toda uma estrutura de sedução para que, mesmo perdendo, o apostador continue compulsivamente tentando. Além disso, essa incapacidade pode ser levada ao extremo pelo modo de funcionamento das apostas, o que exige redobrada atenção do poder público e do Estado”, disse.
Casos de suicídio e violência contra a mulher 

O ministro também fez uma análise multidisciplinar do tema, afirmando que o vício em jogos de azar também impulsiona casos de suicídio e de violência contra a mulher, representando um “seríssimo risco à saúde pública”.
“A decisão de apostar não decorre de cálculo racional, mas de desvios sistemáticos da racionalidade, o que constitui matéria prima do mercado de jogos. Nos jogos de azar, o jogador torna-se protagonista inconsciente do próprio dano”, afirmou.
O ministro disse que a análise que o Supremo fará deve ser interdisciplinar, inclusive considerando a questão das apostas esportivas, conhecidas como “bets”, apesar de não ser o tema do julgamento.
“Estamos falando de um jogo de azar que cresceu a ponto de se tornar um jogo eletrônico. Não vamos poder escapar de uma análise interdisciplinar sobre tudo o que manifestaram as partes sobre a questão das bets e a eventual autonomia das pessoas que são capturadas por essa nova estratégia mercadológica deletéria”, disse.
Ainda assim, ele propôs a fixação de tese focada nos jogos de azar tal como descrito na Lei das Contravenções Penais. O argumento do ministro foi de que as bets devem ser analisadas em outros processos que tramitam na Corte. 
Fux ainda manifestou preocupação sobre a alta criminalidade que envolve a exploração de jogos de azar em algumas regiões do Brasil, citando casos que ficaram famosos no Rio de Janeiro e no Mato Grosso, pela disputa violenta pelo controle da exploração do jogo do bicho.

Dino chegou a acompanhar Fux, mas propôs que a tese explicitasse que medidas legislativas que criem exceção à vedação prevista na Lei das Contravenções Penais devem seguir uma série de requisitos. “Estamos parametrizando que a exceção à tipificação pode ser feita, desde que cumpra requisitos. Com isso, creio que avançamos em um arcabouço lógico que dê prosseguimento à ideia de repugnância ética a esses jogos”, afirmou.
De acordo com ele, eventuais legislações que autorizem novos jogos deverão adotar sistema de tributos e preços e a reversão de receitas ao Sistema Único de Saúde (SUS).  O ministro pediu vista após Fux afirmar que as bets são tratadas em outras ações e, por isso, não concordava com os apontamentos do colega. 
Manifestação da PGR
Em sua manifestação, feita na quarta (5), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que os jogos de azar continuem sendo considerados uma contravenção penal, punível com prisão de 15 dias a 3 meses ou multa.
A exploração desse tipo de atividade é considerada um crime de menor potencial ofensivo, de acordo com o artigo 50 da Lei de Contravenções Penais. Desde 2023, no entanto, a Lei das Bets, como é conhecida a lei de apostas esportivas, permite a promoção de alguns jogos, ainda que virtualmente, desde que estejam no rol daqueles autorizados e regulamentados pela lei.
Segundo Gonet, não há contradição em defender que os jogos de azar continuem sendo considerados infrações penais, uma vez que a legislação mais recente entende que “essas são atividades perigosas submetidas à necessidade de autorização prévia para que o serviço esteja aparelhado e disponível para esse objeto”.
O PGR ainda afirmou que a exploração dos jogos de azar pode ter impactos negativos não só no patrimônio do apostador, mas também em sua saúde, já que leva ao risco de desenvolvimento de patologias de ordem psiquiátrica, como a ludopatia.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/6tua88qL5SZxlm4Kj5Q9rX3Yxow=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/B/k/0rx4dZSoi2hhE7hwLANg/pexels-anna-shvets-6664249.jpg" medium="image"/>   <media:description>Vedação hoje atinge caça-níqueis, bingos, cassinos, jogo do bicho, corridas de cavalo, entre outros</media:description>   <media:credit>Anna Shvets/Pexels</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:23:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA vão analisar redes sociais de jornalistas estrangeiros que pedirem visto, diz site</title>  <atom:subtitle>Casa Branca e contas oficiais do Departamento de Estado na rede X compartilharam link para reportagem sobre o assunto</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/eua-vo-analisar-redes-sociais-de-jornalistas-estrangeiros-que-pedirem-visto-diz-site.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/eua-vo-analisar-redes-sociais-de-jornalistas-estrangeiros-que-pedirem-visto-diz-site.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/nOSCkezshswnP5RNLQ0VlhawlFM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/e/N/7gxBnrQ8mIrxwfP3RNrA/ap26218729542918.jpg" /><br /> ]]>    O Departamento de Estado dos Estados Unidos passará a analisar as contas em redes sociais de jornalistas estrangeiros que solicitarem vistos para trabalhar no país, segundo uma reportagem publicada nesta quinta-feira pelo site conservador The Daily Signal.
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A matéria cita um memorando interno segundo o qual uma iniciativa do governo do presidente Donald Trump, que exige que candidatos a diversos tipos de visto tornem públicas suas contas em redes sociais para análise, será ampliada para incluir representantes da imprensa estrangeira.

Segundo o texto, candidatos a outro tipo de visto destinado a trabalhadores do Canadá e do México também passarão a ser submetidos a essa verificação.

A Casa Branca e as contas oficiais do Departamento de Estado na rede X compartilharam um link para a reportagem, mas o Departamento de Estado se recusou a confirmar os detalhes, alegando sua política de não comentar "supostos documentos internos".

Um porta-voz do Departamento de Estado afirmou que o procedimento, chamado pelo órgão de "verificação de presença online", é utilizado para assegurar que os candidatos atendam aos requisitos da legislação americana para obtenção de visto.

"O Departamento de Estado está examinando e verificando, na máxima extensão possível, todos os estrangeiros que buscam ingresso nos Estados Unidos para garantir que respeitem a legislação americana, incluindo as condições de sua admissão, e que não representem ameaça à segurança nacional, à segurança pública ou aos interesses nacionais dos EUA", afirmou o porta-voz.

"Os agentes utilizam diversos métodos para tomar decisões bem fundamentadas que protejam a segurança nacional, previnam fraudes e garantam uma análise completa dos candidatos", acrescentou.

Não ficou claro quando a nova política, caso seja implementada, entrará em vigor.

No mês passado, o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) endureceu as regras sobre o tempo de permanência nos Estados Unidos de jornalistas estrangeiros que trabalham no país, assim como de outros portadores de visto, incluindo estudantes estrangeiros.

A medida amplia uma série de ações adotadas pelo governo Trump desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, para incorporar manifestações em plataformas digitais às decisões sobre imigração e concessão de vistos. Essas iniciativas têm despertado preocupações entre defensores das liberdades civis quanto à liberdade de expressão.

O Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) já informou que examinará publicações em redes sociais de imigrantes e solicitantes de visto, inclusive em busca do que considera conteúdo antissemita ou "antiamericano". O governo também cancelou vistos de estudantes estrangeiros que participaram de manifestações pró-Palestina e, em alguns casos, tentou deportá-los.

O Departamento de Estado informou, em outubro de 2025, que revogou os vistos de seis estrangeiros por comentários sobre o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk e afirmou que continuará identificando portadores de visto que, segundo sua avaliação, tenham celebrado a morte do ativista.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/nOSCkezshswnP5RNLQ0VlhawlFM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/e/N/7gxBnrQ8mIrxwfP3RNrA/ap26218729542918.jpg" medium="image"/>   <media:description>O presidente Donald Trump discursa antes de assinar decretos executivos no Salão Oval da Casa Branca, na quinta-feira, 6 de agosto de 2026, em Washington</media:description>   <media:credit>AP/Alex Brandon</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:22:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dólar à vista recua, apesar de aversão global a risco; real é destaque entre 33 moedas</title>  <atom:subtitle>O dólar à vista exibiu desvalorização frente ao real na sessão desta quinta-feira, mesmo com a moeda americana mais valorizada nos principais e mais líquidos mercados acompanhados pelo Valor</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/dolar-a-vista-recua-apesar-de-aversao-global-a-risco-real-e-destaque-entre-33-moedas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/dolar-a-vista-recua-apesar-de-aversao-global-a-risco-real-e-destaque-entre-33-moedas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/QIt3ipVmluF7xQ_71xxwQwC7As8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/x/A/CirrezTUKUrVMWtf1Wtw/005fev12.jpg" /><br /> ]]>    O dólar à vista exibiu desvalorização frente ao real na sessão desta quinta-feira, mesmo com a moeda americana mais valorizada nos principais e mais líquidos mercados acompanhados pelo Valor. A perspectiva de que o Federal Reserve (Fed) pode adotar um tom mais “hawkish” (favorável ao aperto monetário), em caso de dados mais fortes de inflação, fez com que os rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos passassem a subir, dando apoio à apreciação generalizada do dólar, com o DXY voltando a testar o nível acima de 100 pontos.
O real, porém, pode ter passado por uma correção da cautela pré-Copom e também se beneficiado da alta do petróleo nesta sessão. No fim do pregão, a moeda brasileira apresentava o segundo melhor desempenho do dia, atrás apenas do peso colombiano.
Encerradas as negociações, o dólar à vista fechou em queda de 0,41%, cotado a R$ 5,1070, depois de ter encostado na mínima de R$ 5,0906 e batido na máxima de R$ 5,1270 mais cedo. Já o euro comercial exibiu queda de 0,67%, a R$ 5,8846. No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, avançava 0,27% perto das 17h15, aos 99,942 pontos.
Desde o começo da sessão de hoje, o dólar exibiu depreciação frente ao real. Também desde a manhã, a moeda brasileira despontou como uma das mais fortes do dia. No exterior, o dólar sofreu influência do mercado de Treasuries nos Estados Unidos, cujas taxas subiram após o “Financial Times” afirmar que o presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, estaria disposto a elevar os juros na próxima reunião do BC americano.
No caso do Brasil, para operadores, o dólar pode ter devolvido hoje a alta observada nas últimas sessões. Há menção à correção de uma posição mais cautelosa nos últimos dias (na véspera da decisão do Copom e com incertezas no exterior).
No começo da semana, quando o real teve um desempenho inferior ao de seus pares, ficando bastante descolado, operadores haviam mencionado que investidores estrangeiros poderiam estar mais cautelosos tanto com o cenário global quanto com o cenário local e estariam aproveitando para fazer “hedge” (proteção) no mercado doméstico. Na própria segunda-feira, como a reportagem já havia mencionado, o estrangeiro havia feito compra de quase US$ 820 milhões no mercado de derivativos. 
Com o BC mantendo o tom mais neutro e a situação no Oriente Médio ainda envolta em incerteza, levando o petróleo novamente a se valorizar, a compra de dólar tornou-se menos vantajosa. “Nesse caso, não faz muito sentido ficar arrastando essa posição”, diz um profissional. Já um gestor lembra que a mesma corretora que fez a compra de dólares no começo da semana estaria fazendo a operação oposta, de venda, nesta manhã.
Nesta sessão, o preço do petróleo voltou a subir, ainda que distante dos picos já atingidos, mas pode ter ajudado a dar um impulso também ao câmbio. Para o diretor de investimentos (CIO) da EQI Wealth Management, Ricardo Cará Monteiro, mesmo com a commodity mais fraca, os preços estão acima dos níveis do começo do ano, o que continua mantendo forte o fluxo de capital para o país, em especial pela balança comercial. “Começamos o ano com o petróleo a US$ 60 o barril. Se agora estamos a US$ 80, estamos falando de um aumento relevante. Mas, claro, atrapalha essa volatilidade de ida e volta do preço”, afirma.
E, apesar dessa volatilidade e desse risco global, o câmbio tem conseguido se manter bem-comportado, em especial se comparado aos juros. A explicação disso, segundo Monteiro, é justamente a entrada de dólares no país. “Aprendi no começo da carreira com um chefe meu, ainda em um banco, que contra fluxos não há argumentos. Pode querer pensar em qualquer narrativa, seja sobre quem vai ser eleito, seja sobre plano fiscal, o que vai interessar mesmo é o fluxo”, diz, ressaltando que, neste ano, o Brasil acumula entrada de quase US$ 20 bilhões, enquanto no mesmo período no ano passado acumulava saída de quase US$ 15 bilhões.
Cará também diz ver continuidade no movimento de busca por diversificação em mercados fora dos Estados Unidos. “O estrangeiro continua com esse comportamento. Isso não mudou, e ao meu ver deve permanecer enquanto não houver uma mudança de governo nos EUA, quando talvez haja menor volatilidade e ruído envolvendo os mercados americanos”, afirma. “E nessa diversificação, o estrangeiro está olhando para a classe de ativos de mercados emergentes.”
Neste contexto, mesmo que haja maior volatilidade do câmbio por conta do período eleitoral, o executivo diz não acreditar em um desmonte muito grande de posições favoráveis ao real. “Até porque não há uma sobrecarga de exposição aqui. Há ainda uma construção de exposição, depois de ter ficado uma década abandonada. Pode ser que o estrangeiro pare de fazer alocação nesse período, mas não promova um desmonte.”   
Nesta quinta-feira, também houve relatos de uma melhora na taxa do dólar casado, um termômetro importante sobre a entrada de fluxo no país. Quando a taxa melhora (recua) é sinal de que capital externo pode estar entrando no país. Nos últimos dias, a taxa vinha rodando entre 0,90% e 1% e hoje está perto de 0,70%.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/QIt3ipVmluF7xQ_71xxwQwC7As8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/x/A/CirrezTUKUrVMWtf1Wtw/005fev12.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Scott Eells/Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:21:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Sustentabilidade financeira em hospitais filantrópicos</title>  <atom:subtitle>Em uma operação hospitalar, na qual grande parte das despesas é contínua, contar com receitas regulares contribui para um planejamento mais seguro e eficiente.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/sustentabilidade-financeira-em-hospitais-filantropicos-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/sustentabilidade-financeira-em-hospitais-filantropicos-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/3CExYKok3l9w9jyBQYtkgnTVwL4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/2/j/aILiwgTAyeMhiTNQ7fFQ/publicador-api-valor-dino-100-377bc95d-b702-418a-ab41-88498fa08e2b.jpeg-20260806171827" /><br /> ]]>    ERRATA - A matéria enviada anteriormente não continha nome e foto do autor. Segue a nova versão com essa informação.
Gerir um hospital filantrópico exige muito mais do que acompanhar receitas, despesas e indicadores financeiros. Diante do aumento dos custos assistenciais, da necessidade constante de investimentos e da responsabilidade de oferecer serviços seguros e de qualidade, a sustentabilidade financeira depende da capacidade do gestor de identificar oportunidades que vão além das fontes tradicionais de recursos.
À frente do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), unidade própria do Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), em Campina Verde, Minas Gerais, vivencio os desafios de administrar uma instituição essencial para a população e que tem no SUS e nos repasses provenientes da contratualização com o município suas principais fontes de receita.
Manter uma operação hospitalar de qualidade exige recursos para equipes especializadas, medicamentos, insumos, infraestrutura, tecnologia, equipamentos e cumprimento das exigências regulatórias. Por isso, o gestor precisa ampliar sua visão, compreender as demandas locais, construir parcerias, diversificar receitas e desenvolver estratégias capazes de fortalecer a sustentabilidade institucional.
Captação de recursos e participação da comunidade
A captação de recursos é uma importante oportunidade para as instituições filantrópicas. Eventos beneficentes, bazares, rifas, almoços e outras ações podem gerar receitas complementares e, ao mesmo tempo, aproximar a comunidade do Hospital.
No HSVP, essas iniciativas contribuem para o custeio de despesas que os recursos públicos nem sempre conseguem suprir. Mais do que arrecadar, fortalecem a confiança, o vínculo e a corresponsabilidade da sociedade com a instituição.
Também avançamos na criação de estratégias de participação direta da comunidade. O Programa Mãos que Cuidam reúne mulheres que atuam como madrinhas do Hospital, contribuindo para mobilizar pessoas e promover ações solidárias. Já o Projeto Amigos do HSVP incentiva doações mensais, ampliando a previsibilidade financeira e reduzindo a dependência exclusiva de campanhas e eventos sazonais.
Em uma operação hospitalar, na qual grande parte das despesas é contínua, contar com receitas regulares contribui para um planejamento mais seguro e eficiente.
Parcerias com empresas e fortalecimento regional
A aproximação com o setor empresarial também representa uma oportunidade relevante. O apoio das empresas faz com que elas associem suas marcas à solidariedade, ao cuidado e ao desenvolvimento da comunidade, ao mesmo tempo em que fortalece a rede local de saúde.
Para o hospital, esse apoio ultrapassa a lógica da doação. Trata-se de um investimento na qualidade de vida da população e no desenvolvimento regional. As parcerias devem ser construídas com transparência, confiança e demonstração de impacto, permitindo que os apoiadores compreendam como suas contribuições fortalecem a assistência e geram benefícios para toda a sociedade.
Melhor aproveitamento da capacidade instalada
A sustentabilidade também depende do melhor uso das estruturas, equipes e equipamentos já disponíveis. Identificar demandas regionais e atender novos públicos pode aumentar a ocupação, melhorar a eficiência operacional e gerar receitas adicionais.
No HSVP, o credenciamento junto à Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba (AMVAP) ampliou a possibilidade de atendimento aos municípios vizinhos. A iniciativa contribui para atender a demanda da população regional, melhorar o aproveitamento da capacidade instalada e fortalecer a sustentabilidade da instituição.
O gestor hospitalar precisa olhar além dos limites do município. A regionalização, os consórcios e as parcerias entre instituições podem criar soluções que beneficiem tanto a população quanto os hospitais.
Diversificação dos serviços
Além dos atendimentos pelo SUS, a oferta de serviços particulares e as parcerias com operadoras de saúde são importantes para ampliar a geração de receitas. Para isso, é necessário conhecer as necessidades, identificar especialidades ainda indisponíveis e avaliar a viabilidade de cada serviço.
Em 2026, o HSVP iniciou atendimentos em psicologia e nutrição e implantou serviços de otorrinolaringologia, urologia e ortopedia. As especialidades foram escolhidas com base em demandas regionais e na ausência de oferta local.
A estratégia é baseada na cooperação: o Hospital disponibiliza estrutura, consultórios, agenda, materiais e suporte operacional, enquanto os profissionais contribuem com sua experiência e conhecimento técnico. O resultado é a ampliação do acesso da população e o fortalecimento da oferta assistencial.
Recursos públicos e investimentos
A busca por recursos municipais, estaduais e federais, emendas parlamentares e programas específicos também deve fazer parte do planejamento estratégico.
Em março deste ano, o HSVP recebeu R$ 1.1 milhão do Governo de Minas Gerais para a aquisição de equipamentos, mobiliários e um arco cirúrgico. O investimento permitirá a abertura de 15 novos leitos, a ampliação dos serviços e o fortalecimento das cirurgias ortopédicas, com potencial para a realização de mais de 40 procedimentos mensais.
A captação de recursos públicos exige planejamento, definição de prioridades e desenvolvimento de projetos capazes de demonstrar resultados assistenciais, sociais e institucionais.
A sustentabilidade financeira de um hospital filantrópico não depende de uma única solução. Ela é resultado da combinação entre gestão eficiente, controle de custos, diversificação de receitas, captação de recursos, parcerias, ampliação dos serviços, melhor aproveitamento da capacidade instalada e busca permanente por investimentos.
O equilíbrio financeiro não é um objetivo isolado. É uma condição essencial para garantir a continuidade da assistência, manter equipes qualificadas, investir em infraestrutura e oferecer um cuidado seguro, humanizado e de qualidade.
Por Luciano Dutra, diretor-executivo do Hospital São Vicente de Paulo (Campina Verde - MG).
Para mais informações, Luciano Dutra pode ser contatado através do LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/lucianoalvesdutra/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/3CExYKok3l9w9jyBQYtkgnTVwL4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/2/j/aILiwgTAyeMhiTNQ7fFQ/publicador-api-valor-dino-100-377bc95d-b702-418a-ab41-88498fa08e2b.jpeg-20260806171827" medium="image"/>   <media:description>Divulgação / INDSH</media:description>   <media:credit>Divulgação / INDSH</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:18:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Apex Partners, acionista da CVC,  encontra ‘inconsistências financeiras’ e afasta presidente e diretor financeiro da gestora</title>  <atom:subtitle>Grupo capixaba ganhou notoriedade nos últimos tempos ao investir em companhias relevantes no país</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/apex-partners-acionista-da-cvc-encontra-inconsistencias-financeiras-e-afasta-presidente-e-diretor-financeiro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/apex-partners-acionista-da-cvc-encontra-inconsistencias-financeiras-e-afasta-presidente-e-diretor-financeiro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/IDkwCrORghwAnprdzeA9JiTWq-8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/u/J/m0liFKRHAEW569spNfOA/brm-20ny-20-20fernando-20cinelli.jpeg" /><br /> ]]>    A gestora capixaba Apex Partners informou nesta quinta-feira (6) que foram encontradas “inconsistências financeiras” nos seus números e afastou parte da sua direção. A Apex ganhou notoriedade nos últimos tempos ao investir em companhias relevantes no país. A gestora é uma das principais acionistas da CVC, com cerca de 15% do capital da agência de viagens.

Em nota, a Apex disse que, após apurações preliminares feitas por lideranças do “partnership” (grupo de sócios), foram identificadas inconsistências financeiras na companhia. “Como medida preventiva e para permitir a melhor apuração dos impactos, o ‘partnership’ afastou Fernando Antonio Kulnig Cinelli da presidência da sociedade. Tomando conhecimento dos fatos, o conselho de administração da companhia afastou imediatamente Cinelli da presidência da Apex e Eduardo Siqueira da diretoria financeira”, disse, na manifestação.

A Apex Partners acrescentou que todas as medidas estão sendo adotadas para garantir a segurança e a solidez das operações. “Uma auditoria externa está sendo contratada para aprofundar a apuração. Estão sendo adotadas também medidas para garantir responsabilização cível e criminal diante dos fatos”, disse. 

A presidência da Apex passa a ser exercida interinamente por Marcelo Murad, sócio sênior.

O crescimento da Apex na CVC aconteceu num momento em que o fundo Absolute reduzia sua participação na agência de viagens.

Com a menor participação, a Absolute deixou o conselho da CVC, a ponto de a Apex ganhar um assento. Cinelli foi o nome indicado pela Apex para o conselho da CVC.

Em abril passado, a CVC informou a celebração de um acordo de acionistas firmado por sete fundos de investimento, em conjunto com Fernando Cinelli, fundador do Apex. Faz parte do acordo o GJP Fundo de Investimento Financeiro em Ações, veículo ligado à família Paulus, que detém 20,3% do capital social da companhia.

Também participam uma série de fundos ligados à Carbyne, a gestora de recursos da Apex. No total, a participação desse bloco de fundos é de cerca de 15% das ações da CVC.

A reportagem procurou a Apex e Cinelli para esclarecer as possíveis inconsistências, mas ainda não teve retorno.
Fernando Cinelli, presidente afastado da Apex Partners
Reprodução  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/IDkwCrORghwAnprdzeA9JiTWq-8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/u/J/m0liFKRHAEW569spNfOA/brm-20ny-20-20fernando-20cinelli.jpeg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:17:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lula sanciona projeto que endurece penas contra violência sexual infantil em ambiente digital</title>  <atom:subtitle>Ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, ainda declarou que pretende abrir uma ação civil pública contra o Discord para pedir a responsabilização e retirada do ar no Brasil</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/lula-sanciona-projeto-que-endurece-penas-contra-violencia-sexual-infantil-em-ambiente-digital.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/lula-sanciona-projeto-que-endurece-penas-contra-violencia-sexual-infantil-em-ambiente-digital.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/d5CiKkN8CAPi_uCdSujENVIirPA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/c/Dy3WBCRh6kwdTccgu7wA/2026-07-27t180442z-612408669-rc2hmma8b7ig-rtrmadp-3-brazil-southkorea.jpg" /><br /> ]]>    Após a identificação de falhas nos mecanismos de verificação de idade no Discord, o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, solicitou hoje que o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) envie as informações necessárias para que a pasta possa abrir uma ação civil pública contra a plataforma para pedir a responsabilização e retirada do ar no Brasil.

A declaração ocorreu nesta tarde durante sanção do PL nº 3066/2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a medida que endurece as penas para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes praticados no ambiente digital ou com o uso de inteligência artificial (IA).

“Diante das informações prestadas, vou solicitar ao ministro da Justiça [Wellington César Lima e Silva] que imediatamente encaminhe formalmente todas as informações à Advocacia-Geral da União para que nós possamos manejar uma ação civil pública contra a plataforma pedindo a imediata responsabilização e a retirada da sua utilização pela sociedade brasileira, já que ela não tem compromisso com a legislação brasileira e não protege crianças e adolescentes”, disse Messias durante o evento no Palácio do Planalto.

A declaração do ministro da AGU ocorreu após a primeira-dama, Janja da Silva, defender a retirada da plataforma do ar ao citar o caso de uma adolescente de 13 anos que teria sido induzida ao suicídio durante uma transmissão ao vivo no Discord. "Precisamos tirar o Discord do ar, bloquear a plataforma", pediu Janja.

O secretário nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Victor Oliveira Fernandes, informou que a pasta identificou falhas sistêmicas nos mecanismos de proteção de crianças e adolescentes da plataforma. Segundo ele, durante a transmissão em que o crime ocorreu, não havia qualquer recurso de verificação de idade nos servidores que exibiam o conteúdo.

A verificação etária em plataformas digitais é uma das premissas do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, o ECA Digital, em vigor desde 17 de março, que criou regras para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais.

O presidente Lula salientou que o Brasil precisa criar condições para punir "da forma mais forte possível" qualquer um que "tentar abusar da riqueza desse mundo digitalizado para fazer coisas erradas". "Não vamos permitir que seja confundida liberdade de expressão — que todos nós defendemos — com genocídio, violência e banalidade contra o ser humano. Tem limite, esse é o exercício da democracia plena", comentou.

De acordo com o chefe do Executivo, a lei sancionada nesta quinta-feira aperfeiçoa e reforça o combate "a todo tipo de crime na área digital". "Estamos cada dia mais compreendendo que a luta do crime digital precisa de mais rapidez, porque ele é mais rápido que um crime que estávamos habituados na vida real", frisou.

O texto aumenta as penas de crimes já previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No caso de produção, reprodução ou filmagem de conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente a pena passará de 4 a 8 anos de reclusão e multa, para 4 a 10 anos de reclusão e multa.

A punição é aumentada em um terço quando a venda ou exposição ocorrer por meio da internet, das redes sociais ou de outras mídias. Também eleva a pena para quem oferece, troca, disponibiliza, transmite, distribui ou divulga material desse tipo de 3 a 6 anos de reclusão e multa para 4 a 10 anos de reclusão e multa. 

A matéria prevê a ampliação de pena para o aliciamento de menores de 14 anos para crimes que usam IA ou outra forma de falseamento de identidade, bem como para a utilização de recursos para dificultar a identificação dos autores de crimes contra o grupo.

A proposta inclui os crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes no rol de crimes hediondos e estabelece a possibilidade de decretação de prisão preventiva para os investigados. Além disso, o texto substitui a referência à "pornografia infantil" pela expressão violência sexual contra crianças e adolescentes e passa a incluir conteúdos manipulados por inteligência artificial entre as condutas abrangidas pela legislação.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Adriano Machado/Reuters  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/d5CiKkN8CAPi_uCdSujENVIirPA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/c/Dy3WBCRh6kwdTccgu7wA/2026-07-27t180442z-612408669-rc2hmma8b7ig-rtrmadp-3-brazil-southkorea.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:17:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dryko destaca inovação em impermeabilização na Construsul</title>  <atom:subtitle>Empresa aumenta portfólio, apresenta lançamentos e lança tecnologias para impermeabilizantes voltadas ao desempenho, à resistência e à sustentabilidade, durante a feira. Marca fortalece ainda liderança na produção de fitas asfálticas</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/dryko-destaca-inovacao-em-impermeabilizacao-na-construsul-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/dryko-destaca-inovacao-em-impermeabilizacao-na-construsul-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/_RMBcXwGWwdal-ebPI6qeElYMkA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/b/0/uWA5eKQQqiw4et53O5lA/publicador-api-valor-dino-100-6c0860c0-fb7c-4eb5-b8ae-885ac2c2c531.jpeg-20260806170554" /><br /> ]]>    Levantamentos sobre patologias da construção apontam que problemas de umidade ou infiltração, boa parte deles ligados a falhas de impermeabilização, respondem por até 60% das manifestações defeituosas registradas em edificações já em uso. Diante da demanda persistente, a Dryko Impermeabilizantes participa da Construsul 2026, de 4 a 7 de agosto, em Porto Alegre (RS). Com cinco lançamentos, o DryPneu, membrana híbrida de copolímeros acrílicos, poliuretano e borracha de pneu reciclada; o Revestimento de Pedras Naturais Vedatudo, decorativo à base de água que simula pedras naturais; o Drykoprimer Plus, pintura asfáltica à base de água que também funciona como primer para mantas e fitas asfálticas; o Drykocril D-9, membrana impermeabilizante de copolímero acrílico sem cimento para áreas molhadas e molháveis; e o Drykoraiz, impermeabilizante com bloqueador de raízes para floreiras, jardineiras, muros de arrimo e fundações, a empresa também apresenta novas embalagens e atualizações no seu portfólio.
A preocupação com maior resistência e qualidade em impermeabilização reflete o comportamento de construtoras, profissionais, consumidores e fabricantes do setor, que direcionam investimentos para tecnologias que combinem desempenho técnico, facilidade de aplicação e menor impacto ambiental. A Dryko se posiciona no mercado a partir do conceito de "escolha inteligente", que orienta o portfólio apresentado na feira e a conduta em relação ao conjunto de produtos especializados. A marca mantém custo competitivo, mas passou a pautar suas entregas por um conjunto de vantagens que inclui tecnologia, desempenho assegurado e pegada sustentável.
Os itens Dryko atendem ou superam normas do setor, possuem desempenho superior à maioria das marcas e incluem tecnologias ou características inovadoras em suas composições, como polímeros que aumentam a resistência ou materiais sustentáveis. A empresa também investe em formação e treinamento para especificadores, construtores e mão de obra especializada, fechando o ciclo de variáveis que garante diferentes métodos de impermeabilização eficazes. A companhia passou ainda a conscientizar o mercado sobre a redução dos custos ocultos de uma impermeabilização malfeita, o que a firma como marca aliada nos processos construtivos.
Outra fortaleza da fabricante no segmento está nas fitas asfálticas. A Dryko inaugurou suas atividades com essa categoria, na qual mantém liderança de mercado. As fitas são utilizadas em reparos, vedações e impermeabilizações localizadas, oferecendo rapidez de aplicação e contribuindo para reduzir o tempo de execução das intervenções. A empresa também incrementou sua linha de mantas asfálticas modificadas por polímeros, ampliando a resistência mecânica e a flexibilidade dos sistemas em relação às mantas convencionais, além de maior capacidade de acompanhar movimentações estruturais em lajes, reservatórios, estacionamentos e pontes sujeitas a variações térmicas.
Inovação e sustentabilidade
Um dos diferenciais do DryPneu é a combinação entre desempenho técnico e sustentabilidade. Desenvolvida com copolímeros acrílicos, poliuretano e borracha triturada de pneus descartados, a solução dá novo destino a um resíduo de difícil destinação ambiental e incorpora princípios da economia circular à impermeabilização. Em sua aplicação, após a cura, forma uma membrana com proteção contra raios UV, aderência a diferentes substratos e acabamento antiderrapante, indicada para lajes, coberturas, telhados, terraços e áreas molhadas.
Segundo a Dryko, a cada 100 metros quadrados de DryPneu aplicados, cerca de sete pneus são reciclados. O produto também é formulado sem solventes, o que reduz impactos ambientais durante a aplicação e o alinha a projetos e certificações ambientais na construção.
A iniciativa acompanha uma tendência global de valorização da economia circular, que busca manter materiais em uso pelo maior tempo possível e reduzir a extração de novas matérias-primas. Nesse contexto, o reaproveitamento da borracha de pneus contribui para dar nova utilidade a um material tradicionalmente considerado de difícil descarte.
A "escolha inteligente" também orienta a renovação das embalagens do portfólio, apresentada na Construsul. A nova identidade visual facilita a identificação dos produtos por balconistas, distribuidores e profissionais da construção e simplifica a especificação das soluções nos pontos de venda.
No ambiente digital, a empresa oferece um aplicativo com calculadora de consumo, simuladores de impermeabilização e localização de distribuidores. A ferramenta funciona como apoio técnico na especificação dos produtos e contribui para maior precisão na execução das obras, evitando desperdícios.
A companhia mantém ainda mais de 11 mil metros quadrados de área de preservação junto à sua unidade industrial. A empresa também atualizou formulações para reduzir a presença de substâncias consideradas mais agressivas ao meio ambiente, como solventes.
Para o Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI), o investimento em tecnologia dos fabricantes acompanha a necessidade de construções mais duráveis e sustentáveis, tendência apontada pela entidade para o setor. Nesse cenário, a Dryko apresenta, na Construsul 2026, soluções alinhadas ao seu posicionamento de marca, com foco em ampliar o desempenho dos sistemas de impermeabilização e contribuir para uma construção mais eficiente.
Sobre a Dryko Impermeabilizantes
A Dryko Impermeabilizantes é uma indústria brasileira de soluções para impermeabilização na construção civil, com portfólio que inclui mantas asfálticas, fitas asfálticas, impermeabilizantes e argamassas técnicas, atendendo distribuidores, construtoras e profissionais em todo o país. Guiada pelo conceito de "escolha inteligente", investe em inovação e sustentabilidade, com destaque para soluções de economia circular e liderança em fitas asfálticas.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/_RMBcXwGWwdal-ebPI6qeElYMkA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/b/0/uWA5eKQQqiw4et53O5lA/publicador-api-valor-dino-100-6c0860c0-fb7c-4eb5-b8ae-885ac2c2c531.jpeg-20260806170554" medium="image"/>   <media:description>Repdrodução/Dryko</media:description>   <media:credit>Repdrodução/Dryko</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:06:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump assina decretos para impor restrições à cidadania por nascimento</title>  <atom:subtitle>Tentativa anterior da Casa Branca de limitar esse direito foi rejeitada pela Suprema Corte em junho, levando o presidente a pedir que o Congresso tomasse providências</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/trump-assinar-decretos-para-impor-restries-cidadania-por-nascimento-diz-site.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/trump-assinar-decretos-para-impor-restries-cidadania-por-nascimento-diz-site.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/DfMhNn0Uw-Tfn4rS8w9PA9OirAQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/D/8/5Dly8pRcGzLJKfpCnRaw/2026-08-05t222643z-1925934537-rc2msma1w80g-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" /><br /> ]]>    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira dois decretos que, segundo a Casa Branca, ampliam a definição de pessoas inelegíveis à cidadania por nascimento e proíbem o chamado "turismo de nascimento".
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Restringir a cidadania por nascimento tem sido uma das principais prioridades da política de combate à imigração adotada pelo presidente republicano.
Uma tentativa anterior de Trump de limitar esse direito foi rejeitada pela Suprema Corte dos Estados Unidos em junho, levando o presidente a pedir que o Congresso tomasse providências.
Nenhuma lei americana proíbe explicitamente o turismo de nascimento. No entanto, um regulamento federal implementado em 2020, durante o primeiro mandato de Trump, proíbe o uso de vistos temporários de turismo e negócios quando o objetivo principal da viagem é obter a cidadania americana para um recém-nascido. Pessoas envolvidas em esquemas de turismo de nascimento podem ser processadas por fraude ou outros crimes relacionados.
Não há dados oficiais sobre o número de estrangeiros que viajam aos Estados Unidos especificamente para dar à luz e garantir a cidadania americana a seus filhos, nem sobre o custo dessa prática para os contribuintes.
O Center for Immigration Studies, entidade que defende níveis mais baixos de imigração, estimou em uma análise publicada em 2020 que entre 20 mil e 25 mil mães viajaram aos Estados Unidos para o chamado turismo de nascimento em um período de um ano entre 2016 e 2017.
Os Estados Unidos registraram 3,6 milhões de nascimentos em 2025.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/DfMhNn0Uw-Tfn4rS8w9PA9OirAQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/D/8/5Dly8pRcGzLJKfpCnRaw/2026-08-05t222643z-1925934537-rc2msma1w80g-rtrmadp-3-usa-trump.jpg" medium="image"/>   <media:description>O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa no Red Rock Casino Resort Spa em Las Vegas, Nevada, EUA, em 5 de agosto de 2026</media:description>   <media:credit>REUTERS/Evelyn Hockstein</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:05:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasileiro sofre 202 tentativas de golpe por ano; perdas chegam a R$ 21,2 bilhões</title>  <atom:subtitle>Segundo relatório da Global Anti-Scam Alliance, os principais canais de disseminação de golpes são ligação telefônica (53%), aplicativos de mensagens instantâneas (49%) e e-mail (39%)</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/brasileiro-sofre-202-tentativas-de-golpe-por-ano-perdas-chegam-a-r-212-bilhes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/brasileiro-sofre-202-tentativas-de-golpe-por-ano-perdas-chegam-a-r-212-bilhes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/P2SpCouO1Nm_WKBxvWwCAb6TyU8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/x/6/jb9f5FQAA63MYldX56aA/security-5726869-1280.jpg" /><br /> ]]>    O brasileiro sofre, em média, 202 tentativas de golpe por ano, segundo dados do relatório “O Estado dos Golpes no Brasil 2026”, elaborado pela Global Anti-Scam Alliance (Gasa), uma entidade global sem fins lucrativos. Com um prejuízo médio de R$ 1.287 por parte das vítimas de golpes, chega-se a uma perda anual estimada de R$ 21,245 bilhões.

“Os golpes digitais passaram a fazer parte da rotina. O fato de um terço das pessoas terem perdido dinheiro mais de uma vez em um intervalo de 12 meses é especialmente preocupante, porque destaca um ciclo de vulnerabilidade encorajado pelos criminosos. Isso reforça a necessidade de prevenção, educação e resposta rápida, com atuação coordenada entre empresas, plataformas, instituições financeiras, autoridades e sociedade civil”, afirma Renata Salvini, diretora do capítulo brasileiro da Gasa.

Os principais canais de disseminação de golpes são ligação telefônica (53%), aplicativos de mensagens instantâneas (49%) e e-mail (39%). 
A pesquisa mostra que 56% dos adultos brasileiros que se depararam com um golpe interagiram com ele. Dos que interagiram, 25% tiveram dinheiro roubado. Os tipos de golpes mais comuns são os de compras on-line (61% dos entrevistados já se depararam com eles), dinheiro inesperado (56%) e boleto falso (53%).

Entre as pessoas que enviaram dinheiro para os golpistas, 33% o fizeram via transferência bancária, 32% usaram ferramentas de pagamento instantâneo (como o Pix) e 16% realizaram o pagamento com cartão de débito/crédito. Até por isso, quando questionados sobre a quem denunciaram o golpe, o banco ou provedor de pagamento aparece em primeiro lugar, com 42%. Na sequência estão polícia (30%) e família/amigos (29%).

Reembolso
Das pessoas que relataram perdas, 14% dizem que foram reembolsadas parcial ou totalmente e outras 9% afirmam que os bancos ou as autoridades conseguiram recuperar total ou parcialmente o dinheiro que havia sido enviado aos golpistas. Ainda assim, 19% das pessoas que sofreram um golpe nos últimos 12 meses não o reportaram. Entre os principais motivos para isso estão: não saber a quem denunciar (48%), não achar que uma denúncia faria diferença (36%) e vergonha de reportar (30%).

Quando questionados sobre quem tem a maior responsabilidade pela proteção das pessoas contra golpes, 26% a atribuem à plataforma on-line usada pelo golpista, 17% afirmam ser o governo e 14% acreditam que a responsabilidade é deles mesmos. Entre aqueles que consideram que o banco/provedor de pagamentos é o principal responsável, essas instituições têm uma boa avaliação sobre prevenção/resolução de fraudes. Dos entrevistados, 51% dizem que é fácil denunciar o golpe para uma instituição financeira; 49% afirmam que elas promovem ações de educação financeira e 48% citam o bloqueio/prevenção de realizar um pagamento.

“Os bancos cobrem todas as etapas do funil do golpe, por isso são bem avaliados no ranking de prevenção/resolução de fraudes. É óbvio que a gente não vai conseguir transformar o consumidor em um especialista em fraudes, mas é preciso investir em educação financeira e em campanhas de conscientização”, comenta Renata.

Para 61% dos brasileiros, os bancos sempre devem ser responsáveis por reembolsar uma vítima de golpe. Outros 25% dizem que eles são responsáveis apenas quando falham em proteger o consumidor; para 13%, quando estiveram envolvidos de qualquer forma no golpe; para 7%, se fizeram parte da transação de alguma outra forma e, para 4%, eles não devem ser responsabilizados.

Uma fatia de 80% acredita que os bancos devem bloquear transações acima de um determinado valor ― mesmo sem a permissão do cliente ― se acreditarem que pode ser um golpe. Para 63%, seria bom permitir que bancos, operadoras de telecomunicações e agências de aplicação da lei compartilhem dados do consumidor se acreditarem que alguém está sendo enganado ou está envolvido em um golpe.

A importância de denunciar
A diretora da Gasa ressalta a importância da denúncia para o combate às fraudes, já que a informação ajuda a derrubar perfis falsos, bloquear contas usadas por criminosos, evitar novas vítimas e mapear padrões de atuação dos golpistas. “É importante denunciar, mesmo pequenos valores, porque as autoridades usam esses dados para definir a estratégia de combate aos golpes”, aponta.

O estudo revela que o impacto dos golpes vai além do prejuízo financeiro. No geral, 76% das vítimas consideram que houve uma alteração significativa ou moderada em seu bem-estar. 
Impacto emocional
“O crime digital pode trazer consequências como ansiedade e desconfiança constante. O impacto emocional depende do quanto a pessoa perdeu, da fatia daquilo na sua renda. Para um idoso que perde todas as economias de uma vida, ou para uma pessoa que tem um prejuízo maior com investimento, ou alguém que cai no chamado ‘golpe do amor’, o impacto emocional é maior”, lembra Salvini.

Pixabay  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/P2SpCouO1Nm_WKBxvWwCAb6TyU8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/x/6/jb9f5FQAA63MYldX56aA/security-5726869-1280.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:02:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Petrobras reduziu utilização de refinarias para 98% em agosto, diz diretor</title>  <atom:subtitle>Apesar da leve redução na utilização das refinarias, a Petrobras registrou produção recorde de diesel em julho</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petrobras-reduziu-utilizao-de-refinarias-para-98-pontos-percentuais-em-agosto-diz-diretor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/petrobras-reduziu-utilizao-de-refinarias-para-98-pontos-percentuais-em-agosto-diz-diretor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Jrf3orbH94Noe9Yf99ebv0eID9Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/G/G/DWuqtBSQWPAKPCHbsNag/conteudo20159.jpg" /><br /> ]]>    A Petrobras reduziu o fator de utilização (FUT) de suas refinarias para 98% em agosto, após operar acima de 100% por pelo menos dois meses, quando a companhia colaborou para o país reduzir suas importações de derivados como diesel e gasolina em meio a preços mais altos no exterior por conta da guerra no Irã.
Confira os resultados e indicadores da Petrobras e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360
Em entrevista à Reuters, o diretor de processos industriais e produtos da companhia, William França, comentou que apesar da ligeira redução no FUT, para realização de pequenas manutenções, o parque de refino segue “a todo o vapor”.
“Hoje estamos com 98%, mas é quase lá né (quase 100%). Agora estamos fazendo umas manutenções pequenas que temos que fazer. A gente tinha dado uma segurada (nas manutenções), e estamos fazendo devagarinho”, afirmou.
Algumas manutenções foram adiadas no período de maior gravidade no conflito no Irã, quando houve impacto relevante nos preços do petróleo e a empresa ajudou a garantir a oferta de derivados ao mercado interno.
França disse que o parque de refino chegou a operar acima de 100% em maio e junho e depois a “quase” 100% em julho. “Agora em agosto demos uma reduzida para 98%, mas ainda é um patamar alto”, ressaltou.
Apesar da leve redução na utilização das refinarias, a Petrobras registrou produção recorde de diesel em julho. A produção total de diesel atingiu 3,903 bilhões de litros, superando o recorde anterior de 3,85 bilhões de litros registrado em maio, segundo França.
Acima de 95%
A Petrobras pretende manter os níveis de utilização do parque de refino em patamares elevados nos próximos anos, sempre iguais ou superiores a 95%, segundo o diretor. No passado, o indicador chegou a oscilar entre 70% e 80%, aumentando a necessidade de importações para complementar o abastecimento do mercado brasileiro.
“Assim, produzimos mais, importamos menos e abastecemos melhor o mercado brasileiro”, afirmou o diretor.
A próxima grande parada programada da Petrobras está prevista para o primeiro semestre de 2027 na Refinaria de Paulínia (Replan), a maior do país, localizada no interior de São Paulo. A interrupção deverá durar cerca de dois meses e incluirá obras para ampliar a capacidade de processamento da unidade em aproximadamente 25 mil barris por dia.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Jrf3orbH94Noe9Yf99ebv0eID9Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/G/G/DWuqtBSQWPAKPCHbsNag/conteudo20159.jpg" medium="image"/>   <media:description>Próxima grande parada da Petrobras está prevista para o 1º semestre de 2027, na Replan, maior refinaria do país</media:description>   <media:credit>Marcos Peron/Agência Petrobras</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 20:01:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Studios boutique lideram expansão do mercado fitness</title>  <atom:subtitle>Enquanto grandes academias mantêm ritmo estável, os estúdios especializados avançam ao dobro da média do setor no Brasil e no exterior. À frente das marcas The Flame e Spider Kick, o Grupo Ultra analisa o que sustenta esse movimento e por que metodologia própria, dados e senso de comunidade explicam a preferência crescente do consumidor por experiências de treino mais personalizadas</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/studios-boutique-lideram-expansao-do-mercado-fitness-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/studios-boutique-lideram-expansao-do-mercado-fitness-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/LhTvacFeKY2dBlwWVtW9E7znKR4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/q/Y3ASLtRbChuxSFI7UxDg/publicador-api-valor-dino-100-b3a61b1d-0ab0-481b-8347-89c822d331bb.jpg-20260806165711" /><br /> ]]>    O mercado fitness brasileiro vive uma reorganização silenciosa em seu formato de crescimento. Enquanto as grandes academias mantêm expansão constante, os estúdios especializados, também chamados de studios boutique, passaram a puxar as taxas mais altas do setor, movimento que se repete dentro e fora do país. O fenômeno acompanha a maturação de um dos maiores mercados de atividade física do mundo e sinaliza uma mudança no que o consumidor procura ao se matricular.
Levantamento do Panorama Setorial Fitness Brasil mostra que o número de centros de atividade física quase triplicou em uma década, de 22.581 estabelecimentos ativos em 2015 para 62.718 em 2025, com projeção de superar 70 mil unidades até 2027. Já o relatório da HFA (Health &amp; Fitness Association) coloca o Brasil entre os maiores do mundo em número de academias, embora a taxa de praticantes ainda seja de cerca de 8% da população, patamar bem inferior ao registrado em nações como os Estados Unidos. A base ampla, somada à baixa penetração, abre espaço para formatos de maior valor percebido.
Estúdios especializados crescem com foco em experiências e resultados
Nesse cenário, os estúdios ganham tração ao proporem uma vivência mais próxima e orientada a resultados, com turmas reduzidas, metodologia definida e acompanhamento constante. O modelo dialoga com um público que deixou de procurar apenas espaço e equipamentos e passou a valorizar pertencimento, orientação técnica e evolução mensurável.
O próprio setor aponta os estúdios especializados como um dos formatos de maior crescimento global, ao lado de propostas boutique e de treino funcional. É nessa faixa do mercado que atua o Grupo Ultra, responsável pelas marcas The Flame e Spider Kick, presente em diversos estados e reconhecido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) com o Selo de Excelência em Franchising e ganhadora do selo 5 estrelas das Melhores Franquias 2026 da PEGN.
Para Cida Conti, CEO dos Studios do Grupo Ultra Franquias, o avanço dos estúdios deixou de ser uma leitura de tendência para se tornar dado consolidado. "A ascensão dos studios fitness não é uma percepção, é uma realidade comprovada pelos números. Enquanto o mercado fitness tradicional cresce em média entre 4% e 5% ao ano, o segmento de studios boutique apresenta taxas entre 7% e 9% ao ano, praticamente o dobro. Em apenas seis anos, o número de estúdios no mundo cresceu cerca de 42%, consolidando esse formato como um dos mais promissores da indústria do bem-estar", afirma.
Segundo a especialista, o crescimento é impulsionado por uma mudança de comportamento: o consumidor não busca somente um lugar para treinar, mas uma experiência diferenciada, com acompanhamento próximo, metodologias estruturadas, senso de comunidade e resultados que possam ser medidos.
É nesse contexto que surgem propostas como as do The Flame, que combina treino intervalado de alta intensidade, monitoramento de frequência cardíaca em tempo real e gamificação, e do Spider Kick, que une técnicas de muay thai a treinamento funcional.
Retenção sustentada pela experiência
No campo da fidelização, Cida Conti sustenta que o diferencial dos estúdios está no vínculo criado ao longo do treino. "Nos estúdios, a retenção é consequência da experiência. Diferentemente do modelo tradicional, em que o aluno muitas vezes treina de forma independente, o estúdio oferece acompanhamento próximo, aulas conduzidas por professores altamente capacitados, metas claras e um forte senso de comunidade", explica.
A executiva acrescenta que a estrutura física mais compacta reduz custos fixos e simplifica a operação, enquanto equipes enxutas e processos padronizados favorecem a produtividade e a formação de profissionais. A ocupação sucessiva do espaço ao longo do dia, com turmas em sequência, amplia o aproveitamento por metro quadrado, fator que, somado aos índices de permanência dos alunos, ajuda a explicar por que o formato tem atraído novos empreendedores.
Os dados e a leitura do setor apontam para a consolidação dos estúdios especializados como um dos motores do fitness nos próximos anos, com o consumidor a orientar a demanda por experiências personalizadas e comunidades ativas. Nesse movimento, marcas como The Flame e Spider Kick, do Grupo Ultra, posicionam-se dentro de um formato que cresce acima da média e redesenha a maneira como o brasileiro se relaciona com a atividade física.
Para mais informações, basta acessar: https://franquias.theflame.com.br/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/LhTvacFeKY2dBlwWVtW9E7znKR4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/q/Y3ASLtRbChuxSFI7UxDg/publicador-api-valor-dino-100-b3a61b1d-0ab0-481b-8347-89c822d331bb.jpg-20260806165711" medium="image"/>   <media:description>Divulgação Grupo Ultra/Ultra Academia</media:description>   <media:credit>Divulgação Grupo Ultra/Ultra Academia</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:57:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Experiência gastronômica redefine o setor de eventos</title>  <atom:subtitle>Com o setor de eventos movimentando centenas de bilhões de reais no país e a alimentação posicionada no centro da jornada do convidado, a chef executiva Manoela Zarzur, do Espaço Wood, analisa como o alinhamento entre cardápio, atendimento e operação transforma refeições em memória, da celebração íntima ao encontro de grande porte</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/experiencia-gastronomica-redefine-o-setor-de-eventos-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/experiencia-gastronomica-redefine-o-setor-de-eventos-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/QhwwJ3PqCSNfcOP2sWXwL9YvmZY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/2/2/BcK3MBRuqoPv6sWy8agg/publicador-api-valor-dino-100-252e8615-70e2-4f3a-af39-35fc269dc64f.jpg-20260806165038" /><br /> ]]>    A gastronomia deixou de cumprir uma função apenas prática nos eventos e passou a ocupar o centro da experiência oferecida a anfitriões e convidados. O movimento acompanha um mercado em expansão: de acordo com o III Dimensionamento do Setor de Eventos, o segmento movimentou R$ 813,5 bilhões no Brasil em 2024, valor equivalente a 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB), com uma cadeia produtiva que inclui diretamente os serviços de alimentação. Nesse contexto, a comida servida em celebrações passou a ser planejada com o mesmo rigor dedicado à estrutura física e ao atendimento.
Chef executiva do Espaço Wood, Manoela Zarzur avalia que a gastronomia se tornou capaz de traduzir personalidade, contar histórias e despertar emoções ao longo de um evento. Para a profissional, quando bem conduzida, a experiência à mesa funciona como ferramenta de criação de memórias, já que os participantes costumam guardar a lembrança de como foram recebidos, dos sabores que provaram e da apresentação dos pratos. Essa leitura ajuda a explicar por que o cardápio deixou de ser encarado como um item secundário na organização de festas e encontros corporativos.
Sintonia entre cozinha, estrutura e atendimento
Um dos principais desafios do setor, segundo a chef, está no descompasso que ocorre quando cardápio, estrutura e atendimento são planejados de maneira independente. Um menu bem elaborado perde força se o serviço não acompanha o ritmo da celebração, da mesma forma que uma equipe preparada encontra dificuldade quando a operação não foi desenhada para aquele formato. A experiência completa, na análise de Manoela Zarzur, depende de gastronomia, atendimento, infraestrutura e logística trabalhando de modo coordenado, o que demanda planejamento detalhado e comunicação constante entre as áreas envolvidas.
"A qualidade não depende do tamanho do evento, mas da consistência dos processos", afirma Manoela Zarzur, chef executiva do Espaço Wood. De acordo com ela, o mesmo padrão se mantém em qualquer formato quando há fichas técnicas, controle de produção e equipe treinada, com uma operação dimensionada para cada necessidade. Dessa maneira, aspectos como apresentação, temperatura dos pratos e tempo de serviço permanecem preservados tanto em um jantar reservado para poucos convidados quanto em uma festa de grande porte.
Cuidados por trás de uma boa experiência
A construção de uma experiência gastronômica bem-sucedida começa muito antes do dia do evento. A escolha de ingredientes frescos e sazonais, o equilíbrio do cardápio, a harmonização entre pratos e bebidas, a apresentação e o fluxo do serviço integram um planejamento que também considera o perfil dos convidados e eventuais restrições alimentares. No Espaço Wood, esse conjunto de etapas é coordenado de forma integrada, com gastronomia própria e equipe atuando em conjunto para que cada fase da celebração ocorra sem interrupções perceptíveis ao público.
"Quando todos esses elementos conversam entre si, a gastronomia deixa de ser apenas uma refeição e passa a fazer parte da narrativa do evento", destaca a chef executiva. A afirmação resume a ideia de que sabor, estética e serviço precisam dialogar para que a refeição contribua com a história que o anfitrião deseja construir naquele momento.
Para onde caminha o setor
As tendências apontadas por Manoela Zarzur indicam um mercado voltado para experiências cada vez mais personalizadas e autorais. Cardápios que valorizam ingredientes de origem conhecida, o trabalho de produtores locais, a sazonalidade e uma apresentação sofisticada sem excessos ganham espaço, ao lado da procura por opções inclusivas, capazes de contemplar diferentes restrições alimentares sem comprometer sabor e estética.
A chef cita ainda o avanço da gastronomia interativa, com estações ao vivo e finalizações diante dos convidados, que transformam a refeição em um momento de entretenimento e conexão.
Mais do que impressionar pela sofisticação, a expectativa da profissional é que a gastronomia caminhe para experiências autênticas e cheias de significado, capazes de permanecer na memória depois do último brinde. Ao unir planejamento, técnica e sensibilidade, a comida deixa de ser um serviço acessório e se firma como parte essencial daquilo que torna um evento memorável.
Para saber mais, basta acessar: https://espacowood.com.br/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/QhwwJ3PqCSNfcOP2sWXwL9YvmZY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/2/2/BcK3MBRuqoPv6sWy8agg/publicador-api-valor-dino-100-252e8615-70e2-4f3a-af39-35fc269dc64f.jpg-20260806165038" medium="image"/>   <media:description>Divulgação Espaço Wood</media:description>   <media:credit>Divulgação Espaço Wood</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:50:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ministro da Justiça e AGU se reúnem com Mendonça em meio a crise com PF</title>  <atom:subtitle>Recentes decisões do ministro do STF têm sido vistas pela PF como tentativa de interferência no trabalho da corporação</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/ministro-da-justia-e-agu-se-renem-com-mendona-em-meio-a-crise-com-pf.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/ministro-da-justia-e-agu-se-renem-com-mendona-em-meio-a-crise-com-pf.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/NTHNUkmdwfBS70SG_Gai1ZglWyc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/E/x/hah0VrTG6OXbO0RF9anw/wellington-cesar-lima-secretario-especial-para-assuntos-juridicos-da-casa-civil-valter-campanato-agencia-brasil.jpg" /><br /> ]]>    Wellington César Lima, ministro da Justiça
Valter Campanato/Agência Brasil
O ministro da Justiça, Wellington César Lima, e o advogado-geral da União, Jorge Messias, se reuniram nesta manhã com o ministro André Mendonça em seu gabinete no Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir o momento de tensão e desconfianças entre o gabinete e a Polícia Federal (PF).

O encontro foi intermediado por Messias para tentar distensionar a relação entre as instituições. No mesmo dia, os 27 superintendentes da Polícia Federal divulgaram uma nota em apoio à direção da corporação e defendendo a autonomia e independência do órgão. Nos bastidores há um mal-estar entre Mendonça, que é responsável pelas investigações do caso Master e da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em descontos de aposentados do INSS, e o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues.

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Segundo apurou o Valor, do lado de Mendonça há um mal-estar com a proximidade de Rodrigues com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a forma como o diretor-geral possui interlocução direta com o presidente em várias ocasiões, falando com o petista sem passar pelo ministro da Justiça. Também há um incômodo com  a forma como o delegado que cuidava das investigações sobre fraudes no INSS foi trocado após o caso avançar sobre Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula e conhecido como Lulinha. Após a troca no comando do caso, a PF pediu abertura de três novos inquéritos envolvendo Lulinha que foram distribuídos no STF, sendo que dois deles acabaram ficando com Mendonça e outro foi remetido ao ministro Flávio Dino. Os três inquéritos correm sob sigilo.

 Na PF, por sua vez, há incômodo com recentes decisões de Mendonça que em sido vistas como uma tentativa de interferência no trabalho da corporação. Incomodaram mais as decisões que obrigavam a PF a remeter ao Supremo todas as peças das investigações da Operação Sem Desconto e a de que o ministro deveria ser comunicado previamente de qualquer decisão de eventual afastamento ou troca de delegados responsáveis pela condução dos casos da operação. A corporação chegou a acionar a AGU para questionar as medidas por entender que seriam uma interferência indevida no trabalho e na gestão da corporação. 

Antes dessas decisões, a PF também havia ficado incomodada com a primeira determinação de Mendonça ao assumir a operação Compliance Zero e determinar que as informações sigilosas sobre a investigação não fossem compartilhadas internamente com a chefia da PF e ficasse restrita às equipes que estão à frente do caso. A medida foi vista como uma forma  de atingir diretamente o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e causou mal-estar pois a chefia da corporação entende que é necessário o compartilhamento de informações até para a melhor gestão das operações conduzidas pela PF. Neste caso, porém, a corporação não acionou a AGU.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/NTHNUkmdwfBS70SG_Gai1ZglWyc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/E/x/hah0VrTG6OXbO0RF9anw/wellington-cesar-lima-secretario-especial-para-assuntos-juridicos-da-casa-civil-valter-campanato-agencia-brasil.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:45:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ideb 2025: As escolas públicas de São Paulo com o resultado mais alto no ensino médio</title>  <atom:subtitle>Índice é calculado a partir de dados de aprovação escolar e médias de desempenho obtidas no Saeb</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/as-melhores-escolas-publicas-de-sao-paulo-segundo-o-ideb-2025.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/as-melhores-escolas-publicas-de-sao-paulo-segundo-o-ideb-2025.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/aDiQkBcolu_LnvqRuT1jYLWUzmo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/v/c/oWGAjARne3aR08b8WsSA/copia-de-concursos-site.png" /><br /> ]]>    O melhor ensino médio do estado de São Paulo, segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), é o do Colégio Técnico de Lorena "Prof. Nelson Pesciotta", vinculado à Universidade de São Paulo (USP). Os dados de 2025 do índice que mede a qualidade da educação brasileira foi divulgado nesta quarta-feira (5).
Esse índice é calculado a partir dos dados de aprovação escolar coletados pelo Censo Escolar e das médias de desempenho obtidas no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), o que inclui provas, testes e questionários a alunos e professores. Esse cálculo varia de 0 a 10, e quanto maior, melhor. O ensino médio do Colégio Técnico de Lorena recebeu nota 7,6 neste ano.
Já considerando todo o país, o ensino médio melhor classificado foi o da Escola Preparatória de Cadetes do Ar, da Aeronáutica, que obteve nota 8,1. 
O indicador obteve os melhores resultados da série histórica, iniciada em 2005, mas ainda abaixo das metas estabelecidas pelo Ministério da Educação. 
Veja abaixo quais são os ensinos médios melhor avaliados em São Paulo  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/aDiQkBcolu_LnvqRuT1jYLWUzmo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/v/c/oWGAjARne3aR08b8WsSA/copia-de-concursos-site.png" medium="image"/>   <media:description>Cotel, Colégio Técnico de Lorena "Prof. Nelson Pesciotta"</media:description>   <media:credit>Divulgação/USP</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:41:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Creator commerce cresce e atrai TikTok e YouTube Shop</title>  <atom:subtitle>Em seu primeiro ano no Brasil, o TikTok Shop viu as vendas em transmissões ao vivo saltarem 143% entre outubro e a Black Friday, enquanto o YouTube Shopping estreou no país. A VYRAL, plataforma brasileira que mapeia, em tempo real, os vídeos que mais vendem no TikTok Shop em quatro mercados: Brasil, Estados Unidos, Espanha e Reino Unido, aponta os produtos em ascensão dentro de cada categoria, antes de se tornarem tendência consolidada</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/creator-commerce-cresce-e-atrai-tiktok-e-youtube-shop-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/creator-commerce-cresce-e-atrai-tiktok-e-youtube-shop-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/fd26TjgPN_z2OVhmQv5E_LaNY9o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/G/13qpmtQKaApTHGRatciQ/publicador-api-valor-dino-100-76eef01d-4f4c-4f3c-a46b-6554cdbe9d3b.png-20260806163356" /><br /> ]]>    O creator commerce, modelo em que criadores de conteúdo vendem produtos diretamente nas redes sociais, vem se consolidando como categoria estruturada de mercado no Brasil. O movimento ganhou força no último ano com o avanço do TikTok Shop, que completa seu primeiro ciclo de operação no país, e com a chegada de novos participantes, entre eles o YouTube Shopping e varejistas tradicionais que passaram a usar criadores como canal de vendas e de divulgação.
Os números ajudam a dimensionar o fenômeno. Segundo dados da plataforma divulgados pela Mercado&amp;Consumo, o valor bruto de mercadorias (GMV) gerado por transmissões ao vivo no TikTok Shop cresceu 143% entre a data promocional de 10 de outubro e a Black Friday, em 28 de novembro. No mesmo intervalo, o volume total transacionado avançou 129%. Em outro balanço, publicado pelo portal E-commerce Brasil, o TikTok Shop informou ter crescido 102 vezes em seu primeiro ano no Brasil, impulsionado pelo modelo de compra por descoberta.
De tendência à categoria estruturada
Na avaliação de Gustavo Magalhães, fundador da VYRAL, o que separou a tendência da categoria consolidada foi a chegada do dado. "Enquanto o creator commerce era apenas tendência, o mercado operava no achismo: intuição do criador, aposta da marca, teste da plataforma. Quando o marketplace nativo, a ferramenta de integração e o canal de divulgação em massa passam a atuar ao mesmo tempo, a categoria se estrutura sozinha", afirma.
O executivo observa que a mudança altera o papel de cada participante. Segundo ele, o criador passa a operar como um pequeno negócio, que precisa entender categoria, sazonalidade e curva de venda; a marca deixa de contratar apenas por alcance e passa a olhar o histórico real de conversão; e a plataforma deixa de disputar somente tempo de tela para disputar a decisão de compra. "Quem tem dado nessa hora sai na frente. Quem não tem, aposta no escuro", resume.
Inteligência de dados em tempo real
É nesse contexto que surge uma nova frente dentro do setor: as plataformas de inteligência de dados aplicada em tempo real. A VYRAL atua nesse campo, mapeando os vídeos que mais vendem no TikTok Shop em quatro mercados: Brasil, Estados Unidos, Espanha e Reino Unido, e apontando os produtos em ascensão dentro de cada categoria antes de se tornarem tendência consolidada.
Segundo Magalhães, esse tipo de leitura muda as decisões possíveis. "A marca consegue identificar uma categoria em ascensão antes de ela virar tendência batida, ajustar o catálogo com base em comportamento real de consumo e escolher o criador pelo histórico verificado de conversão, não pelo número de seguidores", explica. O criador, por sua vez, deixa de tentar adivinhar o que gravar e passa a produzir com base no que já gera venda em sua categoria.
De acordo com dados da própria companhia, a demanda por esse tipo de informação tem escala: em seis meses de operação, a VYRAL registrou mais de R$ 2,7 milhões em receita bruta acumulada e superou 11 mil usuários ativos na plataforma.
Disputa por atenção e conversão
Para o executivo, a entrada simultânea de diferentes participantes fragmenta a atenção do consumidor, mas amplia a transparência sobre o que efetivamente se converte. "Antes era possível esconder ineficiência atrás de métrica de vaidade. Agora, com dados por camada, fica claro qual conteúdo vende, qual link realmente se converte e qual criador gera resultado", diz Magalhães. Ele acrescenta que a inteligência de dados tende a se tornar o principal divisor competitivo do setor nos próximos anos.
O cenário indica que o creator commerce brasileiro vive uma fase de amadurecimento: já é relevante o suficiente para atrair plataformas globais, grandes marcas e o varejo tradicional, mas ainda não definiu seus operadores de referência. Nesse intervalo, o mapeamento em tempo real dos vídeos e produtos que mais vendem, proposta que sustenta a atuação da VYRAL, desponta como uma das ferramentas que marcas e criadores passam a considerar para orientar decisões em um mercado que se estrutura em ritmo acelerado.
Para mais informações, basta acessar: https://vyral.com.br  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/fd26TjgPN_z2OVhmQv5E_LaNY9o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/G/13qpmtQKaApTHGRatciQ/publicador-api-valor-dino-100-76eef01d-4f4c-4f3c-a46b-6554cdbe9d3b.png-20260806163356" medium="image"/>   <media:description>Imagem gerada por IA/ChatGPT</media:description>   <media:credit>Imagem gerada por IA/ChatGPT</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:34:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Roberto Azevêdo coordenará plano para comércio exterior de Caiado</title>  <atom:subtitle>Embaixador e ex-diretor-geral da OMC teve seu nome anunciado na quinta-feira</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/ex-diretor-geral-da-omc-vai-coordenador-rea-de-comex-do-programa-de-governo-de-caiado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/ex-diretor-geral-da-omc-vai-coordenador-rea-de-comex-do-programa-de-governo-de-caiado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/4_28ROtD8lcGrQQlqHeu7uZUxLU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/Q/t/9fAmOURdA0OnHuNqZdDA/foto25bra-101-azevedo-a4.jpg" /><br /> ]]>    Em meio à tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos, o programa de governo do candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, na área de diplomacia e comércio exterior, será coordenado pelo embaixador e ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) Roberto Azevêdo. A informação foi divulgada pela campanha na quinta-feira (6).
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Segundo a equipe de Caiado, Azevêdo já contribui com diretrizes para o eixo de diplomacia e comércio exterior do plano de governo, coordenado pelo ex-ministro Roberto Brant.
“Vivemos um cenário em que as duas candidaturas que exercem a polarização estão prejudicando o Brasil em busca de benefícios eleitorais. Um lado estimulando taxações com vistas ao período eleitoral e trocando o debate de projetos para o Brasil por bate-boca internacional, enquanto o governo se concentra em politizar negociações, com bravatas e ofensas diplomáticas que em nada contribuem com as relações exteriores e comerciais brasileiras”, afirmou Caiado, em nota.
Diplomata de carreira formado pelo Instituto Rio Branco e engenheiro eletricista pela Universidade de Brasília (UnB), Azevêdo foi o primeiro latino-americano a comandar a Organização Mundial do Comércio, em 2013, ao vencer a disputa pelo cargo contra o candidato apoiado por Estados Unidos e União Europeia. Em 2017, foi reconduzido por consenso para um segundo mandato à frente da organização.
Nos últimos dias, Caiado tem anunciado os nomes que integrarão sua campanha. A coordenação do plano de governo está a cargo do ex-ministro Roberto Brant, que pretende diferenciar as propostas econômicas do candidato das políticas adotadas pelos governos do PT. O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania) foi anunciado como coordenador nacional de mobilização.
Na coordenação política da campanha, o escolhido foi o ex-ministro Aldo Rebelo. Além disso, a economista Cristiane Schmidt, presidente da MSGÁS, companhia de gás de Mato Grosso do Sul, foi convidada por Caiado para contribuir com a elaboração do programa econômico do governo. A campanha, no entanto, ainda não anunciou oficialmente se ela aceitou o convite.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/4_28ROtD8lcGrQQlqHeu7uZUxLU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/Q/t/9fAmOURdA0OnHuNqZdDA/foto25bra-101-azevedo-a4.jpg" medium="image"/>   <media:description>Roberto Azevêdo, embaixador</media:description>   <media:credit>Sandra Blaser Azevedo/World Economic Forum</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:33:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Explosão mata dois e deixa 13 feridos em Jaramana, na Síria</title>  <atom:subtitle>Uma fonte de segurança disse à emissora estatal Ekhbariya TV que, segundo informações preliminares, incidente foi provocado por artefato explosivo instalado em uma van de transporte de passageiros</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/exploso-mata-dois-e-deixa-13-feridos-em-jaramana-na-sria.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/exploso-mata-dois-e-deixa-13-feridos-em-jaramana-na-sria.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/VKG0LAco_DU2rP9w8o0ycCNS2lY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/s/ogvZUgQ0C1UDzgMnJBOA/2026-08-06t192807z-1157429048-rc24tmaia2rx-rtrmadp-3-syria-security.jpg" /><br /> ]]>    Duas pessoas morreram em uma explosão ocorrida nesta quinta-feira em uma cidade nos arredores da capital síria, Damasco, informou o Ministério da Saúde da Síria.

Em comunicado divulgado pela imprensa estatal, o ministério acrescentou que outras 13 pessoas ficaram feridas na explosão de um veículo.

Uma van de transporte de passageiros explodiu em Jaramana, área de maioria drusa nos arredores de Damasco. Uma fonte de segurança disse à emissora estatal Ekhbariya TV que, segundo informações preliminares, a explosão foi provocada por um artefato explosivo instalado no veículo.

Facções da comunidade drusa na Síria entraram em confronto com a nova liderança islamista do país. Uma investigação da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgada em março concluiu que mais de 1.700 pessoas, a maioria civis da comunidade religiosa drusa e alguns integrantes da comunidade beduína, morreram na província de Sweida, no sul da Síria, em julho de 2025. Segundo o relatório, forças do governo sírio, combatentes tribais e grupos armados drusos podem ter cometido crimes de guerra.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/VKG0LAco_DU2rP9w8o0ycCNS2lY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/s/ogvZUgQ0C1UDzgMnJBOA/2026-08-06t192807z-1157429048-rc24tmaia2rx-rtrmadp-3-syria-security.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pessoas observam um veículo danificado após uma explosão em Jaramana, zona rural de Damasco, Síria , em 6 de agosto de 2026</media:description>   <media:credit>REUTERS/Yamaam Al-Shaar</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:32:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>MP 1.376 cria crédito para compor dívida rural</title>  <atom:subtitle>Norma publicada em julho autoriza linhas de crédito com juros menores e prazos longos para produtores e cooperativas atingidos por perdas de safra. Benjamim Morais, CEO do escritório CBM, especializado na defesa do produtor rural, analisa quem pode ser contemplado, os cuidados jurídicos durante a fase de regulamentação e o prazo curto para adesão</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/mp-1376-cria-credito-para-compor-divida-rural-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/mp-1376-cria-credito-para-compor-divida-rural-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/w075O3OKb_czhAiLz48xHmhnqns=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Z/2/RriaEUSi65Mm5jxXTkHg/publicador-api-valor-dino-100-794210f7-8efa-4356-9ec0-0cf2c937681e.jpeg-20260806162701" /><br /> ]]>    A Medida Provisória nº 1.376, publicada em 15 de julho de 2026, autorizou a criação de linhas de crédito voltadas à composição de dívidas de produtores rurais e cooperativas de produção. O texto permite liquidar ou amortizar operações de crédito rural e Cédulas de Produto Rural (CPR) por meio de uma contratação nova, com juros menores e prazos ampliados, destinada a quem acumulou perdas de safra ou de renda nos últimos anos.
Em 2025, a inadimplência no crédito rural atingiu níveis recordes. Informações consolidadas pelo Banco Central indicam que o índice encerrou o ano passado em 6,5%, apresentando uma aceleração em comparação aos 2,3% de 2024 e aos 1,1% de dezembro de 2023.
O panorama é mais complexo nas transações com taxas livres. Nesse contexto, a inadimplência entre pessoas físicas terminou 2025 em 12%, apresentando uma leve queda em relação ao pico de 12,3% registrado em novembro. Ainda assim, o total é recorde. Em 2024, a taxa era de 3,7%, enquanto em 2023 era de 1,2%.
O quadro combina eventos climáticos extremos, queda no preço de commodities e alta nos custos de produção. O Ministério da Fazenda estima que mais de R$ 100 bilhões em operações possam ser renegociados por meio da nova política.
Podem recorrer ao benefício produtores rurais e cooperativas que comprovem, entre 2019 e 2025, perdas em duas ou mais safras, com redução de pelo menos 30% da renda bruta esperada, seja por evento climático, seja por queda no preço do produto financiado.
A comprovação exige laudo técnico assinado por profissional habilitado. Segundo a regulamentação, os limites variam por porte: até R$ 400 mil no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), até R$ 2 milhões no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e até R$ 4 milhões para os demais produtores, valores cumulativos por tomador.
Uma faixa específica, voltada a quem perdeu em três ou mais safras com recuo de 40% ou mais na renda, eleva os tetos para R$ 500 mil, R$ 2,5 milhões e R$ 8 milhões, enquanto as cooperativas agropecuárias podem chegar a R$ 50 milhões.
Para Benjamim Morais, CEO da CBM, escritório especializado em direito bancário, ambiental e tributário voltado ao agronegócio, a norma abre uma saída para quem convive com operações vencidas ou já renegociadas. O executivo chama atenção para um aspecto pouco percebido: a nova contratação não fecha as portas do crédito futuro.
Segundo ele, "essa nova contratação não impede o produtor de tomar novos financiamentos nem serve de motivo para negativação em cadastro restritivo; a lei deixa isso expresso".
Regulamentação e prazo de adesão
A MP fixou a estrutura da política, mas transferiu ao Conselho Monetário Nacional (CMN) e a atos do Ministério da Fazenda o detalhamento operacional. Com a Resolução CMN nº 5.330, publicada em 23 de julho de 2026, as instituições financeiras passaram a poder oferecer a linha. O intervalo de contratação é curto, encerrando-se em 12 de novembro de 2026.
De acordo com Benjamim Morais, esse período é menor do que aparenta, porque a elaboração do laudo pericial agronômico, muitas vezes somada a levantamento contábil, exige visita a campo, análise do histórico de safras e emissão de parecer, além da avaliação de risco da própria instituição financeira, que tende a desacelerar diante da alta procura esperada.
O especialista pondera que a medida oferece fôlego imediato, sem eliminar as causas do endividamento. "É um alívio real, mas não é a solução estrutural", afirma. Para ele, a troca de dívida cara e vencida por uma operação mais barata reorganiza o caixa e afasta a execução de garantias no curto prazo, embora o clima extremo, preços pressionados e insegurança jurídica permaneçam.
"Essa linha de crédito é uma peça na engrenagem, precisa vir acompanhada de planejamento tributário, governança sucessória e assessoria jurídica constante para não virar um alívio de curtíssimo prazo", acrescenta.
Preparação jurídica do produtor
Diante do calendário apertado, a orientação repassada pelo escritório é organizar a documentação antes da abertura das linhas nos bancos. O CEO relata que a empresa realiza um diagnóstico do passivo de cada cliente, cruzando datas de contratação, renegociação e inadimplência com os critérios da norma, além de reunir os laudos que comprovam a perda de renda e revisar contratos bancários para ajustar cláusulas de garantia, possibilidade assegurada pela própria MP.
Ainda de acordo com o profissional, cada situação é examinada individualmente, a fim de verificar se a adesão à linha se mostra vantajosa ou se outra estratégia de reestruturação de passivo responde melhor ao perfil do produtor.
Com janela de adesão restrita e regulamentação ainda em complementação, a leitura de Benjamim Morais posiciona a MP 1.376 como instrumento de reequilíbrio financeiro para o agronegócio, condicionado à organização jurídica antecipada de quem pretende utilizá-lo. A avaliação do escritório sobre a norma indica que a decisão de aderir, e em qual enquadramento, tende a exigir análise técnica caso a caso enquanto os atos complementares do governo não são concluídos.
Para mais informações, basta acessar: https://cbmagro.com.br/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/w075O3OKb_czhAiLz48xHmhnqns=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Z/2/RriaEUSi65Mm5jxXTkHg/publicador-api-valor-dino-100-794210f7-8efa-4356-9ec0-0cf2c937681e.jpeg-20260806162701" medium="image"/>   <media:description>Divulgação CBM Advogados</media:description>   <media:credit>Divulgação CBM Advogados</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:27:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Justiça suspende sanções do MEC contra cursos de medicina mal avaliados no Enamed</title>  <atom:subtitle>Desembargadora destacou na decisão que a continuidade das sanções com base no Enamed tem “inequívoco potencial de gerar prejuízos graves e de difícil reparação às instituições"</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/justia-suspende-sanes-do-mec-contra-cursos-de-medicina-mal-avaliados-no-enamed.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/justia-suspende-sanes-do-mec-contra-cursos-de-medicina-mal-avaliados-no-enamed.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/iXkufmE1h5KDT_QK-IR5cnug72s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/B/z/WeFiZfShCjltbA1vHxGg/hand-4566536-1280.jpg" /><br /> ]]>    A Justiça Federal suspendeu, em decisão liminar (provisória), as sanções aplicadas às universidades que tiveram cursos de medicina com resultados considerados insuficientes no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).
A decisão é da presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), desembargadora Maria do Carmo Cardoso, e suspendeu uma sentença anterior que considerava legal a utilização dos resultados da prova para impor sanções às universidades.
A decisão, concedida nesta quarta-feira (5), atende a um pedido de suspensão feito pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) e pela Associação Brasileira das Faculdades (Abrafi).
A reportagem procurou o Ministério da Educação (MEC) no início da tarde desta quinta-feira (6), mas não obteve resposta até a publicação deste texto.
Os resultados do Enamed foram divulgados em janeiro deste ano. Dos 350 cursos de medicina com resultados divulgados, 107 tiveram notas 1 e 2, consideradas insuficientes e passíveis de processos de supervisão e sanções por parte do governo federal.
A supervisão e a imposição de penalidades atingem 99 cursos de medicina, que são aqueles sobre os quais recaem os poderes regulatórios do MEC. A maior parte dos cursos com nota baixa está em instituições privadas (87), com ou sem fins lucrativos.
Desde a divulgação dos resultados, as entidades representativas das faculdades privadas passaram a criticar a avaliação. Na ocasião, eles alegaram não ter tido tempo adequado para preparar os alunos para o novo modelo da prova. Também contestaram a exposição pública das instituições com notas baixas.
Argumentaram ainda que o tamanho das turmas e o elevado número de matrículas no setor privado afetam negativamente as notas médias dessas instituições.
Na decisão, a desembargadora defende um dos argumentos usados pelas entidades de que a metodologia do cálculo da nota foi definida após a aplicação da prova. Elas também questionaram a ausência da divulgação prévia dos critérios usados.
Para a desembargadora, a continuidade das sanções com base nos resultados do Enamed tem “inequívoco potencial de gerar prejuízos graves e de difícil reparação às instituições representadas pelas requerentes, bem como aos candidatos”.
Em nota, a Abmes afirmou que, embora a decisão tenha caráter provisório, é uma “valiosa janela de oportunidade” para que o diálogo com o MEC avance para sanar os problemas metodológicos e de transparência identificados na edição de 2025. Assim, esperam que haja tempo hábil para as mudanças necessárias para o exame que será aplicado neste ano.


fernandozhiminaicela/Pixabay  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/iXkufmE1h5KDT_QK-IR5cnug72s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/B/z/WeFiZfShCjltbA1vHxGg/hand-4566536-1280.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:25:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Peso colombiano ameaça real no 'carry trade' e se torna moeda com melhor desempenho entre emergentes</title>  <atom:subtitle>Estrategista cita aumento dos riscos políticos no Brasil, enquanto na Colômbia houve melhora neste quesito, entre outros fatores</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/peso-colombiano-desbanca-real-no-carry-trade-e-se-torna-moeda-com-melhor-desempenho-entre-emergentes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/peso-colombiano-desbanca-real-no-carry-trade-e-se-torna-moeda-com-melhor-desempenho-entre-emergentes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/SLqwLF-1VxM2HzA9Vs1oW-7L9M8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/G/h/SXQSLHTVijJwVc0n676A/peso-colombiano-carlos-andres-ruiz-palacio-pixabay.jpg" /><br /> ]]>    O peso colombiano continua a ser a moeda com melhor desempenho entre os mercados emergentes. Os investidores ignoram os esforços do banco central do país para desacelerar a valorização da divisa e mantêm o foco na atratividade do "carry trade".
“O real brasileiro está perdendo o brilho como moeda de 'carry trade da região”, afirmou Ning Sun, estrategista sênior para mercados emergentes da State Street, em Boston. “Com o aumento dos riscos políticos, os investidores que buscam 'carry' precisam encontrar outro candidato para substituir as posições compradas em real.”
Os formuladores da política monetária colombiana surpreenderam os mercados na sexta-feira, após o fechamento, ao interromper uma sequência de altas de juros e anunciar um programa para acumular até US$ 4 bilhões em reservas internacionais. Os anúncios surtiram efeito inicialmente, levando o peso à maior queda diária desde maio na segunda-feira. Mas a desvalorização perdeu força rapidamente, e a moeda recuperou quase todas essas perdas até quinta-feira.
A recuperação evidencia como ficou difícil para as autoridades conter uma das operações de "carry trade" mais populares deste ano. Os retornos com o peso se aproximam de 20% em 2026, tornando-o a moeda de melhor desempenho do mundo, à medida que, com o "carry trade", investidores tomam empréstimos em moedas de baixo rendimento para aplicar em ativos com retorno mais elevado.
“O carry continua sendo o principal fator”, afirmou Jose Prieto Jaramillo, responsável pela área de negócios do BTG Pactual em Bogotá. Mesmo depois de o banco central manter os juros na semana passada, “o mercado continua esperando índice de inflação elevado e, com isso, uma trajetória de alta para o banco central. É isso que dá sustentação à moeda”.
O peso avançava 0,3% nesta quinta-feira, elevando para 2,1% a valorização acumulada em três dias, após a queda de 2,4% registrada na segunda-feira. A moeda sobe 19% no ano, quase o triplo do ganho registrado por qualquer uma de suas pares.
A melhora do cenário político nos últimos meses também favoreceu o peso. O presidente eleito Abelardo de la Espriella, que toma posse nesta sexta-feira (7), prometeu controlar o crescente déficit fiscal da Colômbia e reduzir o aumento da dívida pública, incentivando investidores a apostar em ativos locais, incluindo a moeda.
Intervenção
As medidas mais recentes do banco central mostram o crescente desconforto das autoridades com a força do peso. A ata da reunião da semana passada mostrou que os diretores estão preocupados com o fato de novas altas de juros ampliarem o diferencial de taxas, impulsionando o "carry trade" e fortalecendo ainda mais a moeda.
Ainda assim, o banco central manteve aberta a possibilidade de novos apertos monetários e alertou que um episódio severo do fenômeno climático El Niño pode aumentar as pressões inflacionárias. No relatório trimestral de política monetária publicado na terça-feira, a instituição elevou a projeção de inflação para 2026 de 6,4% para 6,9%.
“O texto continua muito cauteloso e com viés duro para mim”, afirmou Sun. “Não acho que a reunião da semana passada represente uma mudança para uma postura mais branda.”
O banco central reforçará as reservas internacionais por meio de leilões mensais de opções de venda, estratégia iniciada nesta semana com a oferta para comprar US$ 400 milhões. O mercado absorveu rapidamente esse volume, evidenciando a limitada resistência da iniciativa ao avanço da moeda. Os efeitos tendem a aparecer ao longo do tempo, depois que o banco central acumular um volume mais significativo de reservas, disse Prieto.
Até lá, o peso continua sendo uma das poucas moedas de alto rendimento que oferecem, ao mesmo tempo, um "carry" atrativo e um cenário macroeconômico favorável.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/SLqwLF-1VxM2HzA9Vs1oW-7L9M8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/G/h/SXQSLHTVijJwVc0n676A/peso-colombiano-carlos-andres-ruiz-palacio-pixabay.jpg" medium="image"/>   <media:description>Peso colombiano</media:description>   <media:credit>Carlos Andrés Ruiz Palacio/Pixabay</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:23:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Traficantes da Colômbia tentaram acessar experiência da Ucrânia com drones </title>  <atom:subtitle>Para reforçar segurança interna, governo colombiano planeja 'escudo' de US$ 1,6 bilhão contra ameaça aérea</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/traficantes-da-colombia-tentaram-acessar-experiencia-da-ucrania-com-drones.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/traficantes-da-colombia-tentaram-acessar-experiencia-da-ucrania-com-drones.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/QRBwfCTyQaTG6LrwL79kblsIaXo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/A/Fv1iB1Q3SwDGQF3VQmCA/2026-07-10t082114z-694833265-rc2damagq3rh-rtrmadp-3-ukraine-crisis-frontline-donetsk-region.jpg" /><br /> ]]>    Criminosos da Colômbia estiveram entre os voluntários recrutados pela Ucrânia no mundo para reforçar as linhas de frente na guerra contra a Rússia, segundo reportagem do Financial Times. O objetivo do crime organizado, constatou o FT, seria ter acesso ao conhecimento no manejo de drones operados com crescente sucesso pela Ucrânia ao longo da guerra, iniciada com a invasão russa de fevereiro de 2022.
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/QRBwfCTyQaTG6LrwL79kblsIaXo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/A/Fv1iB1Q3SwDGQF3VQmCA/2026-07-10t082114z-694833265-rc2damagq3rh-rtrmadp-3-ukraine-crisis-frontline-donetsk-region.jpg" medium="image"/>   <media:description>Militares do 49º Batalhão de Assalto Separado Cárpatos Sich das Forças Armadas da Ucrânia usam um detector de drones durante sua missão de combate, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia , na cidade fronteiriça de Druzhkivka, na região de Donetsk, Ucrânia , em 9 de julho de 2026.</media:description>   <media:credit>REUTERS/Anatolii Stepanov</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:22:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Banco central do México mantém a taxa de juros em 6,50% ao ano</title>  <atom:subtitle>A autoridade monetária mexicana dá continuidade ao ciclo de pausa prolongado, após quase dois anos de flexibilização</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/banco-central-do-mexico-mantem-a-taxa-de-juros-em-650percent-ao-ano.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/banco-central-do-mexico-mantem-a-taxa-de-juros-em-650percent-ao-ano.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/jIbXqELmcGEagu3ew0q6GaQS5iI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/y/a/c61UFzSCaGuLv6Rnd8lg/438491964.jpg" /><br /> ]]>    O banco central do México (Banxico) manteve a taxa de juros inalterada em 6,50% ao ano, em linha com o consenso do mercado. A autoridade monetária dá continuidade ao ciclo de pausa prolongado, após quase dois anos de flexibilização. A decisão foi tomada de forma unânime.

Desde a última decisão de política monetária, o Banxico observa que a atividade econômica ganhou tração, embora continue prevendo condições de ociosidade ao longo do horizonte de projeção, com riscos de baixa para a economia. A inflação, por sua vez, mostrou desaceleração tanto no índice cheio quanto no núcleo. Espera-se que a inflação cheia convirja para a meta de 3% no fim do ano que vem.

As expectativas para a inflação também recuaram para este ano, enquanto as de longo prazo permaneceram estáveis e acima da meta. “Continua-se antecipando que tanto a inflação cheia quanto  o núcleo recuem ao longo do horizonte de projeção, embora de forma mais gradual do que o previsto anteriormente”, sublinhou a autoridade monetária, em comunicado. 

Nos mercados financeiros, as taxas de juros dos títulos públicos apresentaram mudanças limitadas nos vencimentos de curto e médio prazo e aumentos nos de longo prazo, enquanto o peso mexicano se valorizou.

“Considera-se que o balanço de riscos para a trajetória da inflação no horizonte de projeção mantém um viés de alta”, avaliou o banco central. O cenário internacional foi destacado como um fator de risco para ambos os lados do balanço, sobretudo as mudanças na política econômica por parte dos Estados Unidos e o possível prolongamento dos conflitos geopolíticos.

Sede do banco central do México (Banxico)
Alejandro Cegarra/Bloomberg  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/jIbXqELmcGEagu3ew0q6GaQS5iI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/y/a/c61UFzSCaGuLv6Rnd8lg/438491964.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:21:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bradesco reúne frentes de tecnologia em novo ecossistema de marca</title>  <atom:subtitle>Iniciativa “Meu Bradesco” passa a concentrar serviços já existentes, como a b.ia, o E-agro e recomendações de investimentos por IA generativa</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/08/06/bradesco-reune-frentes-de-tecnologia-em-novo-ecossistema-de-marca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/08/06/bradesco-reune-frentes-de-tecnologia-em-novo-ecossistema-de-marca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/QqOEKNqcfngPYyJ5949xGG7Od58=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/q/y/salLQfRaCJYwm4Bo8FpA/081025renatocamargo024.jpg" /><br /> ]]>    Em meio ao avanço da inteligência artificial (IA) na comunicação dos grandes bancos, o Bradesco lançou nesta quinta-feira (6) o “Meu Bradesco”, iniciativa que passa a reunir suas iniciativas de tecnologia e inovação sob uma mesma estratégia de comunicação. Um dos principais eixos do novo ecossistema é a b.ia, assistente virtual que responde a consultas e realiza operações bancárias e que registrou 74 milhões de interações no primeiro semestre de 2026. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/QqOEKNqcfngPYyJ5949xGG7Od58=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/q/y/salLQfRaCJYwm4Bo8FpA/081025renatocamargo024.jpg" medium="image"/>   <media:description>Executivo-chefe de marketing (CMO) do Bradesco, Renato Camargo</media:description>   <media:credit>Rogerio Vieira/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:20:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Segurança de condomínios evolui e vai além das câmeras</title>  <atom:subtitle>Estratégias e tecnologias passaram a focar na prevenção, no monitoramento ativo e na atuação humana especializada, ressalta Wesley Rosa, diretor-geral da White Segurança</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/seguranca-de-condominios-evolui-e-vai-alem-das-cameras-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/seguranca-de-condominios-evolui-e-vai-alem-das-cameras-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/JHQg2JgdfR86-xoS6awaUgxnvq8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/l/5/FJlNrgRJisF2fwTh5ySQ/publicador-api-valor-dino-100-0d57e52e-eac3-4759-9e1e-2b09c984eef6.jpg-20260806161746" /><br /> ]]>    No Brasil, apenas 32% das pessoas se sentem seguras na cidade em que moram. Além disso, 94% enxergam o seu município como violento "em algum grau", segundo um levantamento encomendado pelo Instituto Sou da Paz e realizado pela OMA Pesquisas.
Diante do sentimento de insegurança, é comum que condomínios busquem novas formas de proteger os moradores e visitantes de possíveis roubos e furtos. Se antes a estratégia se concentrava em instalar câmeras de monitoramento, a abordagem evoluiu nos últimos anos.
"Durante muito tempo, a principal função das câmeras era registrar o que acontecia para que as imagens fossem consultadas depois de uma ocorrência. Esse modelo fazia sentido em uma época em que a tecnologia era limitada e o objetivo era identificar os responsáveis após um crime", informa Wesley Rosa, diretor-geral da White Segurança, empresa especializada no segmento.
Em outras palavras, uma gravação de alta qualidade continua sendo importante, mas não impede invasões, furtos ou tentativas de roubo. A filmagem, ressalta o especialista, apenas documenta o que já aconteceu.
"O que os condomínios precisam atualmente é de capacidade de identificar comportamentos suspeitos em tempo real e agir antes que a situação evolua para um incidente. É exatamente nesse ponto que entram a inteligência artificial (IA), o monitoramento ativo e a atuação humana especializada. A tecnologia deixou de ser um instrumento de registro para se tornar uma ferramenta de prevenção", destaca Rosa.
Ele explica que a IA consegue analisar centenas de eventos simultaneamente, algo inviável para um operador humano. A tecnologia identifica padrões que fogem do comportamento normal do ambiente, como permanência excessiva em locais sensíveis, movimentações fora do horário habitual, tentativas de acesso não autorizadas, pessoas circulando repetidamente ao redor do condomínio ou veículos realizando monitoramento suspeito.
Os alertas chegam imediatamente a uma central de monitoramento, onde profissionais treinados avaliam a situação e tomam as medidas necessárias. Em vez de descobrir o problema depois que ele aconteceu, a equipe consegue atuar durante a tentativa de invasão, orientando moradores e acionando equipes de apoio e comunicando rapidamente as forças de segurança quando necessário, comenta Rosa.
"Na White Segurança, temos diversos casos que ilustram essa mudança na abordagem. Em uma das ocorrências, nosso sistema identificou um indivíduo que permanecia há vários minutos observando a movimentação da portaria de um condomínio, demonstrando um comportamento incompatível com o fluxo normal de moradores e visitantes. O alerta foi gerado automaticamente pela IA e analisado pela central de monitoramento", exemplifica Rosa.
Após o alerta, a equipe iniciou os protocolos preventivos, reforçou a vigilância no local e acionou o apoio. Ao perceber que estava sendo monitorado, o indivíduo deixou o local sem executar qualquer ação criminosa, complementa o diretor-geral da White Segurança.
"Em um modelo tradicional baseado apenas em gravação de imagens, esse comportamento provavelmente seria descoberto somente após uma tentativa de invasão. Nesse caso, o crime sequer aconteceu porque houve identificação precoce do risco", compara Rosa.
Erros comuns em condomínios
Apesar de a criminalidade ser uma das principais preocupações dos brasileiros, Rosa avalia que muitas falhas de segurança acontecem no dia a dia dos condomínios. O primeiro erro, segundo o especialista, é acreditar que quantidade significa eficiência. Muitos locais investem em dezenas de câmeras, mas não possuem ninguém monitorando essas imagens em tempo real, alerta ele.
Outro equívoco é focar apenas na aquisição de equipamentos, deixando em segundo plano os processos, os protocolos de segurança e o treinamento das equipes.
"Também existe a falsa percepção de que a IA substitui completamente a atuação humana. Na realidade, a tecnologia potencializa a capacidade operacional, mas as decisões continuam dependendo de profissionais preparados", pontua Rosa.
O diretor-geral menciona ainda que a segurança coletiva passa pela colaboração dos moradores do condomínio. Isso inclui atitudes como: não permitir a entrada de desconhecidos; não emprestar ou compartilhar chaves, tags ou senhas de acesso; respeitar os procedimentos de identificação de visitantes, entregadores e prestadores de serviço.
Ele chama a atenção para a importância de não divulgar informações que possam facilitar ações criminosas, como períodos em que o imóvel ficará vazio. Mesmo que o condomínio tenha funcionários capacitados, falhas de comportamento dos moradores podem comprometer todo o sistema.
Tendências para o futuro
"A principal tendência no setor é que a segurança deixe de responder aos acontecimentos e passe a antecipá-los cada vez mais. A IA continuará evoluindo na identificação de padrões comportamentais, reduzindo falsos alarmes e aumentando a capacidade de prever situações de risco antes mesmo que elas ocorram", prevê Rosa.
O especialista diz que haverá uma integração cada vez maior entre diferentes tecnologias, como controle de acesso inteligente, reconhecimento facial, leitura automática de placas, sensores, análise de comportamento e monitoramento remoto, formando um ecossistema conectado de proteção.
"Destaco ainda o uso crescente de dados para gestão da segurança. Em vez de decisões baseadas apenas na percepção, síndicos e administradoras terão acesso a indicadores que permitem identificar vulnerabilidades e medir a eficiência das operações", acentua Rosa.
No geral, resume o especialista, "investir em soluções integradas, atualização tecnológica, protocolos bem definidos e equipes especializadas será cada vez mais decisivo para proteger pessoas e patrimônios".
Para saber mais, basta acessar: https://whiteseguranca.com/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/JHQg2JgdfR86-xoS6awaUgxnvq8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/l/5/FJlNrgRJisF2fwTh5ySQ/publicador-api-valor-dino-100-0d57e52e-eac3-4759-9e1e-2b09c984eef6.jpg-20260806161746" medium="image"/>   <media:description>Divulgação White Segurança</media:description>   <media:credit>Divulgação White Segurança</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:18:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA ultrapassam a Rússia e se tornam maior fornecedor de diesel ao Brasil em julho</title>  <atom:subtitle>Brasil produz cerca de 70% da demanda doméstica de diesel, enquanto a fatia atendida por produto importado costuma variar entre 25% a 30%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/eua-ultrapassam-a-rssia-e-se-tornam-maior-fornecedor-de-diesel-ao-brasil-em-julho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/eua-ultrapassam-a-rssia-e-se-tornam-maior-fornecedor-de-diesel-ao-brasil-em-julho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/9bJ5d5Bt-7eoaSlY0kTHmjUY8VY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/0/T/esSYbGR3qCrqQSDHwksg/ffraz-abr2405182858-1.webp" /><br /> ]]>    Os Estados Unidos se tornaram os maiores fornecedores de diesel ao Brasil em julho, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados nesta quinta-feira (6).

A fatia americana saiu de 38,4% em junho para 65,9% um mês depois, conforme levantamento da StoneX. A participação russa no total de diesel importado pelo Brasil saiu de 61,5% em junho para 25,6% em julho.

A Rússia havia se tornado o fornecedor de preferência de diesel ao Brasil pelos preços descontados em relação a outros países, dado que a nação do leste europeu ainda está sob sanções pela guerra na Ucrânia. Na base anual, o volume de diesel russo importado no Brasil caiu 62,1% em julho, de 1,01 milhão de metros cúbicos em 2025 para 385,5 mil em igual período de 2026.

Já o volume americano importado pelo Brasil teve uma alta anual de 70,7%, saindo de 578,6 mil metros cúbicos em julho de 2025 para 987,6 mil em igual mês de 2026.
Segundo Bruno Cordeiro, analista de inteligência de mercado da StoneX, alguns fatores favorecem esse aumento, como a retomada de importação de diesel pela Petrobras, depois de dois meses sem compras externas, e a suspensão das exportações russas para priorizar o mercado doméstico, após novos ataques ucranianos.
A estatal, que ficou abril e maio sem trazer produto de fora, tem retomado as compras para compor o estoque por conta da previsão de paradas de manutenção entre agosto e novembro. Três das principais refinarias produtoras de diesel da Petrobras terão as operações suspensas por período de cerca de 30 a 45 dias, conforme informou o Valor na quarta-feira (5).

O Brasil produz cerca de 70% da demanda doméstica de diesel, enquanto a fatia atendida por produto importado costuma variar entre 25% e 30%.

O volume total importado de diesel pelo Brasil diminuiu 12,3% nos primeiros sete meses de 2026 em comparação a igual período do ano anterior.

Exportações russas continuam suspensas
Na semana passada, a Rússia prolongou a suspensão de exportações de diesel e gasolina até 31 de janeiro. Inicialmente, a medida, implementada em 8 de julho após o país sofrer novos ataques da Ucrânia sobre a infraestrutura de energia, seria até 31 de julho. O objetivo do país europeu é priorizar o abastecimento do mercado doméstico, dadas as restrições da produção nacional.

A partir de 1º de setembro, porém, as exportações realizadas pelos próprios produtores ficarão isentas das restrições aplicadas ao diesel e ao combustível marítimo.

Nesta quinta (6), o Reino Unido anunciou novas sanções a navios, bancos e indústrias russas, segundo a agência Reuters, para afetar a receita vinda do petróleo.
Preço deve subir
Para o analista da StoneX, a retomada de compras pela Petrobras deve aumentar a concorrência por diesel americano e deixar o produto ainda mais caro. A Petrobras, que não compra produto russo, costuma comprar dos Estados Unidos ou da Índia.
"Como a perspectiva é de que a Rússia mantenha as exportações suspensas, empresas que compravam deles passaram a buscar o produto dos Estados Unidos. Essa maior concorrência pelo produto americano vai encarecer o produto, enquanto já temos uma margem de refino bem alta em todo o mundo", disse.
A Petrobras informou que o fator de utilização das refinarias no segundo trimestre foi de 101,2%, chegando a 102,0% em abril e maio. Segundo Cordeiro, as refinarias americanas têm trabalhado a cerca de 96% da capacidade.
"O balanço global entre oferta e demanda dos derivados de petróleo está fragilizado. As refinarias têm trabalhado ao máximo para aproveitar as altas margens de refino, mas as restrições globais ainda mantêm os preços altos, enquanto há efeitos da guerra na Ucrânia e no Oriente Médio", disse.
Segundo Cordeiro, os preços do diesel nas bombas, no Brasil, especialmente em regiões que dependem mais do produto importado, já refletem essa alta global dos preços. 
"A Petrobras tem evitado promover aumentos, ainda mais por estarmos em ano eleitoral. A subvenção do governo também contribui para manter os preços estáveis. Mas com mais manutenções no segundo semestre e o aumento de compras de produto importado, vamos precisar acompanhar de perto se a estatal vai continuar mantendo os preços do diesel."

Fernando Frazão/Agência Brasil  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/9bJ5d5Bt-7eoaSlY0kTHmjUY8VY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/0/T/esSYbGR3qCrqQSDHwksg/ffraz-abr2405182858-1.webp" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:16:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Incêndio florestal leva à alerta de evacuação na região metropolitana de Vancouver</title>  <atom:subtitle>Verão marcado por calor intenso e seca já provocou mais de 4.500 incêndios no Canadá, que abriga algumas das florestas mais densas do mundo, consumindo cerca de 3,9 milhões de hectares</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/incndio-florestal-leva-alerta-de-evacuao-na-regio-metropolitana-de-vancouver.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/incndio-florestal-leva-alerta-de-evacuao-na-regio-metropolitana-de-vancouver.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/yg7jJ0-oGbdM22mksOtZc_ZjE_8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/E/T/uoJA2cQ2iwvizoEkOytQ/ap26217781149057.jpg" /><br /> ]]>    Um incêndio florestal levou à emissão de um alerta de evacuação na quarta-feira a cerca de 30 quilômetros de Vancouver, uma das maiores regiões metropolitanas do Canadá, enquanto focos de incêndio continuam a se espalhar pelo oeste do país devido ao tempo quente e seco.
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Cerca de 35 propriedades na vila de Anmore foram orientadas a se preparar para uma possível evacuação, reunindo itens essenciais, como documentos de identificação e medicamentos. "Somos uma equipe pequena, mas faremos o possível para manter nossos moradores informados", disse o prefeito interino de Anmore, Doug Richardson.

O incêndio na região do Parque Belcarra, próximo à trilha Sugar Mountain, tem cerca de 1,5 hectare e está praticamente contido, informou a administração da região metropolitana de Vancouver.

"No momento, não se espera que o incêndio ultrapasse as atuais linhas de contenção. As equipes permanecerão no local ao longo do dia para extinguir focos remanescentes e garantir que o incêndio esteja totalmente controlado", informou a administração regional.

O Centro Interagências Canadense de Incêndios Florestais, responsável pela coordenação nacional e internacional de recursos para combate a incêndios em áreas de vegetação, informou que conta com 40 profissionais da Nova Zelândia e da Austrália, além de 100 bombeiros mexicanos atuando na província da Colúmbia Britânica. Segundo um porta-voz, cerca de outros 200 profissionais mexicanos serão mobilizados para a província nos próximos dias.
Uma propriedade em terras da Nação Indígena Okanagan destruída pelo incêndio florestal de Bradley Creek é vista em Vernon, na província canadense da Colúmbia Britânica, na terça-feira, 4 de agosto de 2026. O chefe da Nação Indígena Okanagan, Dan Wilson, afirmou na terça-feira que cerca de 230 casas foram destruídas em uma das piores perdas causadas por incêndios florestais na história recente do Canadá
Darryl Dyck/The Canadian Press via AP

O Serviço de Incêndios Florestais da Colúmbia Britânica informou que o tempo quente e seco deve persistir em grande parte da província, aumentando o risco de novos incêndios. Essas condições, combinadas com ventos fracos, também podem fazer com que a fumaça permaneça por mais tempo e seja mais visível nas regiões sul da província.

Um verão marcado por calor intenso e seca já provocou mais de 4.500 incêndios no Canadá, que abriga algumas das florestas mais densas do mundo, consumindo cerca de 3,9 milhões de hectares. Até quarta-feira, bombeiros combatiam 129 incêndios fora de controle na Colúmbia Britânica, em Ontário e em outras províncias.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/yg7jJ0-oGbdM22mksOtZc_ZjE_8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/E/T/uoJA2cQ2iwvizoEkOytQ/ap26217781149057.jpg" medium="image"/>   <media:description>Um helicóptero que participa de operações noturnas prepara-se para lançar água sobre o incêndio florestal de Quilpituk Creek, que queima na margem oeste do lago Okanagan, perto de Fintry, na província canadense da Colúmbia Britânica, em 3 de agosto de 2026</media:description>   <media:credit>Darryl Dyck/The Canadian Press via AP</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:15:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mdic diz não ver evidências de que tensão entre Brasil e EUA possa ser mensurada no comércio exterior</title>  <atom:subtitle>Diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior da pasta, Herlon Brandão disse que mudanças nos fluxos comerciais só tendem a ocorrer quando as questões políticas se traduzem em medidas concretas</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/mdic-diz-nao-ver-evidencias-de-que-tensao-entre-brasil-e-eua-possa-ser-mensurada-no-comercio-exterior.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/mdic-diz-nao-ver-evidencias-de-que-tensao-entre-brasil-e-eua-possa-ser-mensurada-no-comercio-exterior.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/8FqvKRyb_GK9HsN5xYi6HsYGVmA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/H/A/FITOCSTvK4Hzy9NCm49A/1003522-01032016dsc-1284-.webp" /><br /> ]]>    O diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MIDC), Herlon Brandão, afirmou nesta quinta-feira (6) que não vê evidências de que a recente escalada das tensões diplomáticas do Brasil com os Estados Unidos e a Argentina possa ser mensurada nos dados de comércio exterior. Segundo ele, mudanças nos fluxos comerciais só tendem a ocorrer quando as questões políticas se traduzem em medidas concretas que restrinjam ou incentivem o comércio.
“Essas estatísticas [de comércio exterior] que divulgamos são resultados da compra e venda de empresas, são milhares de empresas comprando e vendendo, fazendo negócios, comércio intrafirma. Não é o resultado de governo, é o resultado da sociedade. Então, na medida em que se tenha alguma medida concreta, isso pode influenciar no fluxo. Essa questão de relacionamento político não creio que seja possível mensurar isso neste movimento”, disse Brandão, em coletiva à imprensa sobre divulgação dos dados de comércio exterior de julho.
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Brandão também descartou relação entre a queda de 5% das exportações brasileiras para os Estados Unidos em julho e o último pacote de tarifas imposto pelo governo americano ao Brasil. Isso porque as medidas passaram a vigorar plenamente apenas em 29 de julho, sem tempo hábil para produzir efeitos relevantes sobre os dados divulgados neste mês.
De acordo com o diretor, o recuo nas exportações aos EUA no mês passado concentrou-se principalmente em produtos que ficaram de fora das sobretaxas, como aeronaves e equipamentos, ferro-gusa, café não torrado e sucos de frutas, o que indica que o movimento foi determinado por fatores de mercado. 
No acumulado do ano, as exportações brasileiras para os Estados Unidos registram queda de 12,2%, fruto também do contexto econômico e das condições de oferta e demanda dos mercados.

Herlon Brandão, do Mdic
Valter Campanato/Agência Brasil  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/8FqvKRyb_GK9HsN5xYi6HsYGVmA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/H/A/FITOCSTvK4Hzy9NCm49A/1003522-01032016dsc-1284-.webp" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:15:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Riachuelo bate recorde com margem bruta no 2º tri</title>  <atom:subtitle>Comando diz que a margem bruta deve continuar a se expandir, mas não no ritmo visto no 2º tri em relação ao ano anterior; trata-se do 11º trimestre consecutivo de alta no indicador</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/riachuelo-bate-recorde-com-margem-bruta-no-2-tri.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/riachuelo-bate-recorde-com-margem-bruta-no-2-tri.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/YADbTgXfqcTMVIjKTLUFM67sN_Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/1/d/Alaa3ARDa5Lwhk3IAMjg/loja-da-riachuelo-em-shopping-rep.jpg" /><br /> ]]>    A margem bruta foi um dos temas centrais da teleconferência de resultados do segundo trimestre da Riachuelo, controlada pela Guararapes, na tarde desta quinta-feira (6), por conta do crescimento no período. O índice alcançou 59,2% de abril a junho, avanço de 1,9 ponto percentual em relação ao ano anterior — é a maior taxa para esse período da história da rede, e a questão foi abordada por diferentes analistas na “call”.
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Miguel Cafruni, diretor de relações com investidores, disse que a margem bruta deve continuar a se expandir, mas não no ritmo visto no segundo trimestre em relação ao ano anterior. Trata-se do 11º trimestre consecutivo de alta nesse indicador na rede.
O lucro bruto de vestuário totalizou R$ 1 bilhão, crescimento de 12,5%. O desempenho da margem foi impulsionado por ganhos de eficiência fabril, menor nível de remarcações, avanços nos processos de precificação e melhor mix de produtos, com aumento da participação dos itens de inverno, disse o diretor. No mesmo período, o lucro bruto de mercadorias totalizou R$ 1,1 bilhão, evolução de 8,3% em relação ao ano anterior. 
A margem bruta de mercadorias alcançou 56,6% no trimestre, ganho de 3,2 pontos frente ao mesmo período do ano anterior, refletindo principalmente a evolução do mix de vendas e a menor participação de eletrônicos.
Ainda na teleconferência, o comando foi questionado sobre o efeito da Copa do Mundo nas vendas, assim como a concorrente C&amp;A foi perguntada por analistas nesta semana. “A Copa teve um efeito no fluxo das lojas até o final dos jogos, e com o Brasil caindo [do torneio] isso melhorou um pouco, mas o impacto continuou até o final”, disse André Michel Farber, diretor geral da Riachuelo.

A C&amp;A também comentou esses efeitos, mas os impactos foram diferentes para as empresas. Na Riachuelo, as vendas “mesmas lojas” de vestuário (em operação há mais de 12 meses) cresceram 7,8% no segundo trimestre, para uma forte base de alta e 15,8% há um ano, e na C&amp;A, que também teve impacto da Copa, a alta foi de 4,1% (versus avanço de 17,1% há um ano).
Sobre a receita líquida de vestuário, na Riachuelo, houve alta de 8,9%, e na C&amp;A, 5,6%.

A Riachuelo também foi perguntada sobre a sua estrutura de capital. A dívida líquida totalizou R$ 943 milhões, com alavancagem de 0,5 vez em junho de 2026, estável em relação a junho de 2025. Considerando a relação dívida líquida e Ebitda pré-IFRS, a alavancagem foi de 0,7 vez ao final do junho de 2026, mesmo patamar registrado em junho de 2025. O volume de recebíveis descontados no segundo trimestre foi de R$ 575 milhões.
O diretor do grupo mencionou que a empresa tem feito um trabalho para melhora o retorno sobre o capital investido e sobre a estrutura de capital da rede. A despesa financeira, por exemplo, teve alta de 9,2% no segundo trimestre, refletindo principalmente o aumento dos juros sobre empréstimos e debêntures, decorrente da maior dívida bruta no período relacionada à estratégia de gestão do passivo. 
Esse movimento permitiu reduzir a taxa média de DI+ 2,40% ao ano para DI+ 0,95% ao ano, aprimorando o perfil de endividamento e tornando a estrutura de capital mais eficiente, disse a rede em seu balanço.

De abril a junho, o lucro líquido da rede atingiu R$ 168 milhões, crescimento de 36,2% de abril a junho e maior patamar histórico para o período.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/YADbTgXfqcTMVIjKTLUFM67sN_Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/1/d/Alaa3ARDa5Lwhk3IAMjg/loja-da-riachuelo-em-shopping-rep.jpg" medium="image"/>   <media:description>Riachuelo: lucro bruto de vestuário totalizou R$ 1 bilhão, crescimento de 12,5%</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:13:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Petróleo avança e volta a operar acima de US$ 80 sem a reabertura de Ormuz</title>  <atom:subtitle>O petróleo Brent com entrega para outubro encerrou em alta de 3,83% e o WTI com vencimento em setembro avançou 2,75%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/petroleo-avanca-e-volta-a-operar-acima-de-us-80-sem-a-reabertura-de-ormuz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/petroleo-avanca-e-volta-a-operar-acima-de-us-80-sem-a-reabertura-de-ormuz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ii1nIgc6iaIAagM9Oifl4zX0-2M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/s/Y0BE1vTrAvEnUxB8ou8w/ap26194339749499.jpg" /><br /> ]]>    Os contratos futuros do petróleo encerraram em forte alta nesta quinta-feira (6) e a referência global, o Brent, voltou a operar acima da faixa de US$ 80 por barril. A tendência era vista desde o início da sessão e foi ampliada após a mídia iraniana publicar um plano de tráfego pelo Estreito de Ormuz com condições restritivas. O acordo para reabertura da passagem, prometido por autoridades americanas para hoje, não foi anunciado.

O petróleo Brent com entrega para outubro encerrou em alta de 3,83%, cotado a US$ 82,49 por barril, na ICE. O WTI com vencimento em setembro avançou 2,75%, cotado a US$ 77,29 por barril, na Nymex.



Segundo a agência iraniana Fars, o plano de gestão de Ormuz proibiria navios dos EUA e de Israel de transitar pela passagem, além de bloquear outras nações que tenham prejudicado o país, até que uma indenização fosse paga. Caso confirmada, a medida pode ser considerada como um grande empecilho para uma resolução diplomática.

O Irã anunciou, ontem, um acordo com Omã para retomada do trânsito por Ormuz, mas que não garantiria, por si só, a segurança na hidrovia. Os termos garantem o controle da passagem aos iranianos e retiram a cobrança de pedágios. Os Estados Unidos ainda não divulgaram uma posição sobre o assunto.

“Apesar de parecer que os Estados Unidos foram deixados de fora desse processo [da negociação entre Omã e Irã], o presidente Trump ainda afirma acreditar que houve progressos substanciais e que um anúncio poderá ser feito nos próximos dias”, observa Phil Flynn, do Price Futures Group.

O analista sênior de mercados ainda nota que os investidores podem estar reagindo de forma precipitada aos desdobramentos dos últimos dias. “Uma manchete clara, um corte decisivo, e o prêmio de risco evaporou à medida que o puro instinto tomou conta do mercado”, pondera.

O presidente americano, Donald Trump, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, vieram a público no início da semana para afirmar que um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz estava sendo negociado e que ele seria anunciado até hoje. O otimismo gerado pelas declarações levou o petróleo a cair mais de 6% nesta semana, mesmo após o avanço de hoje.

Dois homens caminham nas águas do Estreito de Ormuz, com embarcações ancoradas ao fundo, perto de Bandar Abbas, no Irã
Razieh Poudat/ISNA via AP  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ii1nIgc6iaIAagM9Oifl4zX0-2M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/s/Y0BE1vTrAvEnUxB8ou8w/ap26194339749499.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:04:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Redes sociais ampliam desafio na formação de pregadores</title>  <atom:subtitle>Com 47,4 milhões de evangélicos no país e a difusão de sermões em vídeo e de ferramentas de inteligência artificial, ganha força a discussão sobre o preparo de quem fala a grandes públicos. O pastor, professor e escritor Esdras Fernando Carvalho analisa o porquê oratória, homilética e hermenêutica se tornaram competências decisivas para a comunicação religiosa.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/redes-sociais-ampliam-desafio-na-formacao-de-pregadores-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/redes-sociais-ampliam-desafio-na-formacao-de-pregadores-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Hjdkt_6N8MUyh3w-mNcytK6icJM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/e/r/KGMXApRl2vSIwGP2D0lA/publicador-api-valor-dino-100-053273e7-21db-480d-b0f4-d2b1e04d4d44.jpg-20260806160357" /><br /> ]]>    A multiplicação de vídeos de pregações, cortes curtos e mensagens religiosas nas plataformas digitais colocou em evidência uma questão antes restrita a seminários: o preparo técnico de quem fala semanalmente a centenas ou milhares de pessoas. O tema ganha relevância em um país de público religioso expressivo, já que o Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou 47,4 milhões de evangélicos, o equivalente a 26,9% da população com dez anos ou mais.
Esse alcance se soma ao avanço da vida digital brasileira. Levantamento da PNAD Contínua aponta que 90,5% da população com dez anos ou mais, cerca de 168,7 milhões de pessoas, acessaram a internet em 2025. No mesmo período, ferramentas de inteligência artificial generativa já haviam sido utilizadas por 32% dos internautas, segundo a TIC Domicílios 2025, do Cetic.br.
Diante desse quadro, o sermão saiu do espaço fechado do templo e passou a disputar atenção em telas, o que expõe tanto oportunidades de ensino quanto riscos ligados à superficialidade e à cópia de conteúdos prontos.
O centro do debate está na distância entre popularidade e preparo. A facilidade de acesso a sermões prontos e a valorização de recortes virais podem deixar em segundo plano o estudo do texto bíblico, a interpretação responsável e a construção cuidadosa da mensagem. Para profissionais que atuam com comunicação religiosa, a consequência surge na perda de clareza e de credibilidade, quando a performance ocupa o lugar do conteúdo.
Técnica a serviço da mensagem
Pastor, professor e escritor com mais de 25 anos dedicados à formação de comunicadores cristãos, Esdras Fernando Carvalho defende que a oratória aplicada ao púlpito não se confunde com o simples falar bem. Conforme o especialista, fluência e voz agradável são apenas a superfície de um ofício que precisa estar a serviço da fidelidade ao texto e do cuidado com o ouvinte.
"A técnica nunca substitui o conteúdo; ela existe para servir ao conteúdo. Um pregador pode ter uma bela voz e ainda assim não conduzir ninguém a lugar nenhum", afirma.
O professor identifica erros repetidos até entre oradores experientes. Entre eles estão o distanciamento provocado por uma linguagem que só o próprio grupo compreende, o tom professoral que afasta a plateia, a ausência de um tema definido e a confusão entre volume de voz e autoridade. Na avaliação dele, elevar o tom não representa convicção, que nasce do preparo, e mensagens sem desfecho planejado tendem a diluir o impacto do que foi dito.
Sua metodologia organiza a preparação em três movimentos: ler, explicar e aplicar. A leitura, segundo o educador, vai além de passar os olhos pelo texto e envolve observar contexto histórico, estrutura e sentido original da passagem.
A explicação busca tornar o complexo compreensível, com um parâmetro simples de clareza: se uma criança de dez anos e um idoso de 80 anos acompanham o raciocínio, a comunicação cumpriu seu papel. Já a aplicação conduz o ouvinte à reflexão e à mudança, etapa que, na leitura de Carvalho, costuma ser abandonada cedo demais.
Autenticidade diante da inteligência artificial
O crescimento das ferramentas automatizadas devolve à mesa a questão da autenticidade. O especialista reconhece utilidade na tecnologia para pesquisa, organização de ideias e revisão de textos, mas delimita o alcance dessa contribuição. "A tecnologia pode ser uma boa serva, mas é uma péssima senhora. Ela ajuda na pesquisa, na organização de ideias, na revisão de um texto. O que ela não pode fazer é viver o texto por você", observa.
Para o educador, o maior risco das redes mora na comparação e na imitação, alimentadas por recortes que exibem sempre o melhor momento de cada orador. Ele orienta os comunicadores a buscar inspiração em bons exemplos sem copiar voz, gestos ou personalidade, e sustenta que preparo e sensibilidade caminham juntos, sem oposição entre estudo cuidadoso e entrega sincera.
A discussão sobre a formação de quem prega tende a se intensificar conforme o ambiente digital amplia audiências e multiplica formatos. "Mais do que dominar plataformas, o desafio consiste em preservar clareza, responsabilidade e fidelidade à mensagem quando o alcance cresce. É nesse encontro entre conhecimento, estrutura e comunicação que a profissionalização do ensino de oratória para pregadores encontra espaço no Brasil", conclui Carvalho.
Para saber mais, basta acessar: https://esdrascarvalho.lovable.app/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Hjdkt_6N8MUyh3w-mNcytK6icJM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/e/r/KGMXApRl2vSIwGP2D0lA/publicador-api-valor-dino-100-053273e7-21db-480d-b0f4-d2b1e04d4d44.jpg-20260806160357" medium="image"/>   <media:description>Arquivo pessoal/Esdras Carvalho</media:description>   <media:credit>Arquivo pessoal/Esdras Carvalho</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:04:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brava diz que próximos passos serão conhecidos após conclusão da liquidação da OPA pela Ecopetrol</title>  <atom:subtitle>Comando da petroleira destacou que o foco atual é otimizar as operações e o aspecto financeiro, com redução de custos e aumento de investimentos na produção</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/brava-diz-que-proximos-passos-serao-conhecidos-apos-conclusao-da-liquidacao-da-opa-pela-ecopetrol.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/08/06/brava-diz-que-proximos-passos-serao-conhecidos-apos-conclusao-da-liquidacao-da-opa-pela-ecopetrol.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/zMihRkTYMwQsHO905vUNCs5GrsY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/j/l/gjnHwdQw6oNfF8Zxmckg/brava.jpg" /><br /> ]]>    Os próximos passos na Brava Energia, com a entrada da colombiana Ecopetrol no controle da empresa, serão conhecidos após a liquidação da oferta pública parcial de aquisição de ações (OPA), disse o diretor financeiro e de relações com investidores da petroleira, Luiz Carvalho.
Segundo ele, que participa de teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre, o leilão para a compra de 25% do capital da Brava foi “um sucesso” e a partir da conclusão da operação, prevista para o dia 17 de agosto, é que as discussões mais estratégicas terão início. 
Carvalho destacou que o foco da Brava é otimizar as operações e o aspecto financeiro, com redução de custos e aumento de investimentos na produção. Nesse quesito, avalia, a entrada da Ecopetrol é uma oportunidade para que se possa reduzir o perfil da dívida.  
O executivo destacou que o segundo trimestre deste ano foi o quinto consecutivo que a dívida líquida foi reduzida, o que puxou a alavancagem para baixo, e salientou que a dívida “não condiz com a atuação da Brava”. Ele diz enxergar oportunidades para reduzir ainda mais o perfil do passivo, particularmente o custo da dívida. 
Além disso, a empresa mira um aumento de produção, com a interligação de quatro novos poços de petróleo marinhos (“offshore”), dois no campo de Atlanta e outros dois no de Papaterra. Ambos puxaram para cima os investimentos da Brava, segundo ele. Em um ano, a alavancagem caiu de 3,1 vezes para 1,97 vez. Carvalho observou ainda que a governança da Brava impede que sejam contraídas novas dívidas quando o nível de alavancagem ultrapassar 2,5 vezes. 
“Nosso objetivo é antecipar investimentos para aumentar valor. Estamos entrando em nova fase, com balanço mais equilibrado”, disse Carvalho. 
Já o diretor de operações onshore da Brava, Jorge Boeri, avalia que a entrada da Ecopetrol vai permitir que a Brava possa aproveitar o “know how” da empresa colombiana em operações terrestres. “Vamos pegar carona”, afirmou. 
Já Carlos Travassos ressaltou que um desafio será a perfuração dos poços nos campos de Atlanta e Papaterra, que são importantes para o aumento da produção.  
Luiz Carvalho disse ainda que a tendência é que a Brava mantenha o nível de investimentos nos próximos três trimestres, por conta de aumento de produção, sobretudo em Atlanta e Papaterra. Para 2027, avalia, a perspectiva é de que a companhia apresente maior geração de caixa, com a redução do volume de investimentos, uma vez que os poços adicionais já estarão integrados e ajudando no aumento da produção. 
Carvalho afirmou ainda que a margem de refino (“crack spread”) se manteve em níveis “saudáveis” no segundo trimestre, apesar da volatilidade dos preços do petróleo cru no mercado internacional. O executivo avalia que há uma tendência de queda nos próximos meses. Porém, caso o cenário atual da geopolítica se mantenha, com tensões mais elevadas no Oriente Médio, o “crack spread” pode continuar mais favorável à Brava. 
Imposto de exportação
Carvalho disse que a empresa tem “trabalhado de forma conservadora” ao considerar que o imposto de exportação de petróleo será cobrado até 2027. A alíquota de 12% sobre as vendas brutas da commodity para o mercado externo foi estendida, inicialmente, por mais 60 dias. 
A cobrança do imposto foi instituída pela Medida Provisória (MP) 1.340/2026, mas a MP perdeu a validade no dia 9 de julho ao não ser votada pelo Congresso Nacional, de modo que fosse convertida em projeto de lei. 
O governo editou um decreto atribuindo ao Comitê Executivo de Gestão (Gecex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic), a prorrogação do tributo, como saída para o fato de a MP caducar. 
“Fomos pegos de surpresa, como toda a indústria, com a criação do imposto. E tivemos decepção com a continuidade, mesmo após a caducidade da MP”, disse Carvalho.
Navio-plataforma da Brava Energia
Reprodução/Brava Energia  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/zMihRkTYMwQsHO905vUNCs5GrsY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/j/l/gjnHwdQw6oNfF8Zxmckg/brava.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:54:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Países da região condenam ataques de Israel em Gaza; governo Netanyahu culpa Hamas</title>  <atom:subtitle>Chanceleres da Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Catar, Jordânia, Paquistão e Indonésia criticaram 'contínuas violações cometidas' pelo Exército israelense</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/pases-da-regio-condenam-ataques-de-israel-em-gaza-governo-netanyahu-culpa-hamas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/pases-da-regio-condenam-ataques-de-israel-em-gaza-governo-netanyahu-culpa-hamas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/vLE4Ru-yebLmP2AFdml2U9UIHyY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/l/J/M5B7Y9RsyN33sQAopVug/2026-08-05t164342z-1269414768-rc2dsmam54cq-rtrmadp-3-israel-palestinians-gaza.jpg" /><br /> ]]>    Os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Turquia e de vários outros países condenaram nesta quinta-feira o que classificaram como contínuas violações cometidas por Israel na Faixa de Gaza, incluindo ataques contra instalações de saúde, infraestrutura médica e infraestrutura civil.
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Em comunicado conjunto, também assinado pelos chanceleres do Catar, Jordânia, Paquistão e Indonésia, os ministros condenaram a continuidade da perda de vidas civis em Gaza.

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a declaração "distorce a realidade" ao acusar Israel de comprometer o plano de 20 pontos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sem abordar o que classificou como violações contínuas cometidas pelo Hamas.

"O primeiro requisito do plano é uma Gaza desmilitarizada e livre do terrorismo, mas o Hamas continua se rearmando, recrutando terroristas, reconstruindo túneis e se preparando para futuros ataques", afirmou Doron Spielman, porta-voz internacional do gabinete do primeiro-ministro israelense, em comunicado.

Membros palestinos das Brigadas al-Qassam, o braço armado do movimento Hamas , exibem um foguete Qassam de fabricação caseira durante um desfile militar que marca o 27º aniversário da fundação do Hamas , na Cidade de Gaza, em 14 de dezembro de 2014
REUTERS/Suhaib Salem/Foto de Arquivo
Israel continua realizando ataques na Faixa de Gaza desde que concordou, em outubro do ano passado, com um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos. Segundo autoridades de saúde palestinas, cerca de 1.200 palestinos foram mortos nos últimos nove meses, muitos deles mulheres e crianças. O Hamas raramente divulga informações sobre suas baixas.

Na semana passada, Trump afirmou que houve um avanço em seu plano para encerrar a guerra, aceito por Israel e pelo Hamas no ano passado e iniciado com a trégua.

Segundo Trump, o Hamas, que governou Gaza por quase duas décadas antes de realizar o ataque de 7 de outubro de 2023 contra Israel, que desencadeou a guerra, concordou em entregar suas armas.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/vLE4Ru-yebLmP2AFdml2U9UIHyY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/l/J/M5B7Y9RsyN33sQAopVug/2026-08-05t164342z-1269414768-rc2dsmam54cq-rtrmadp-3-israel-palestinians-gaza.jpg" medium="image"/>   <media:description>Um jovem palestino despeja água de um recipiente de plástico sobre a cabeça em meio aos escombros de edifícios destruídos durante a guerra, no campo de refugiados de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza , em 5 de agosto de 2026</media:description>   <media:credit>REUTERS/Mahmoud Issa</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:52:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Elanco amplia projeções para 2026 após crescimento de 10%</title>  <atom:subtitle>Receita atingiu US$ 1,368 bilhão entre abril e junho, enquanto o lucro líquido avançou para US$ 54 milhões; empresa elevou as projeções para 2026</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/elanco-amplia-projecoes-para-2026-apos-crescimento-de-10-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/elanco-amplia-projecoes-para-2026-apos-crescimento-de-10-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/DOOW5xB6fY92j6zl01a8bExxQus=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/D/v6QgA2QKiQBstwVhW0ng/publicador-api-valor-dino-100-abd14c50-8a05-4f5b-8603-52f4a815e9d9.jpeg-20260806154728" /><br /> ]]>    A Elanco Saúde Animal anunciou resultados acima das expectativas no segundo trimestre de 2026 e revisou para cima suas projeções financeiras para o restante do ano. Entre abril e junho, a companhia registrou receita global de US$ 1,368 bilhão, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025 (8% em moeda constante), impulsionado principalmente pelo desempenho de seu portfólio de inovação, com destaque para Zenrelia™ e Credelio Quattro™.
Com o desempenho, a empresa elevou sua previsão de receita para 2026 para um intervalo entre US$ 5,09 bilhões e US$ 5,14 bilhões, o que representa crescimento orgânico de 6% a 7% em moeda constante, acima da projeção anterior. A companhia também revisou para cima as estimativas de EBITDA ajustado, lucro por ação e receita proveniente de produtos inovadores, cuja expectativa passou para US$ 1,25 bilhão. Além disso, a Elanco melhorou sua perspectiva para a relação entre dívida líquida e EBITDA ao final de 2026, passando a projetar um índice de aproximadamente 3,0 vezes, refletindo o avanço na redução da alavancagem financeira.
"Os resultados do segundo trimestre demonstram o momento positivo da Elanco e reforçam nossa liderança em um setor de saúde animal com perspectivas sustentáveis de crescimento. O desempenho do nosso portfólio de inovação continua impulsionando ganhos de participação de mercado e fortalecendo nossos negócios", afirmou Jeff Simmons, presidente e CEO da Elanco, em comunicado.
O segmento de animais de companhia registrou receita de US$ 718 milhões, alta de 12% em relação ao segundo trimestre de 2025, impulsionado pela forte demanda por Zenrelia™ e Credelio Quattro™. Já a divisão de animais de produção alcançou US$ 633 milhões, avanço de 9%, com destaque para a linha destinada aos ruminantes, que foi a categoria de crescimento mais acelerado da companhia no período.
O desempenho operacional também se refletiu na rentabilidade. O EBITDA ajustado alcançou US$ 288 milhões, crescimento de 21% na comparação anual, enquanto a margem EBITDA ajustada subiu para 21,2%. O lucro líquido reportado foi de US$ 54 milhões, frente aos US$ 11 milhões registrados no segundo trimestre de 2025.
Outro destaque do trimestre foi o avanço do portfólio de inovação. Em julho, Zenrelia™ atingiu o status de blockbuster e já é utilizado em aproximadamente 18 mil clínicas veterinárias nos Estados Unidos.
Segundo Bob VanHimbergen, vice-presidente executivo e diretor financeiro (CFO) da empresa, o desempenho operacional permitiu elevar as perspectivas para o ano, mantendo os investimentos em inovação. O executivo destacou ainda que a relação entre dívida líquida e EBITDA caiu para 3,1 vezes ao final do trimestre, aproximando a companhia da meta de reduzir esse indicador para abaixo de 3 vezes em 2027.
De acordo com Paul Riga, diretor-geral da Elanco Brasil, os resultados globais e locais convergem para consolidar a posição do mercado brasileiro como uma prioridade estratégica para a companhia. "Zenrelia™ já foi utilizado em mais de 2 milhões de cães em todo o mundo e alcançou uma impressionante participação de 70% no mercado brasileiro no primeiro trimestre de 2026. O Brasil foi o primeiro mercado global a prescrever o produto, refletindo a maturidade da medicina veterinária brasileira e a confiança que os profissionais do setor depositam nas soluções da Elanco", afirma Riga.
Além do sucesso no segmento Pet, a empresa celebra uma década de transformação na produtividade animal. "Também estamos comemorando os 10 anos de Zimprova™, uma solução que deixou um legado duradouro na pecuária nacional. Esse marco demonstra a consistência da nossa inovação e a relação de confiança mútua que construímos com nossos clientes ao longo dessa trajetória", conclui o executivo.
As perspectivas para os próximos meses também permanecem positivas. No terceiro trimestre de 2026, a Elanco projeta uma receita entre US$ 1,195 bilhão e US$ 1,220 bilhão, com crescimento orgânico entre 5% e 7%, sustentado pelo desempenho de seu portfólio de inovação e pela continuidade de sua estratégia de crescimento sustentável.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/DOOW5xB6fY92j6zl01a8bExxQus=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/D/v6QgA2QKiQBstwVhW0ng/publicador-api-valor-dino-100-abd14c50-8a05-4f5b-8603-52f4a815e9d9.jpeg-20260806154728" medium="image"/>   <media:description>Divulgação - Elanco</media:description>   <media:credit>Divulgação - Elanco</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:47:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>PF diz que empresa ligada a filhos de Mauro Mendes recebeu dinheiro do governo do MT por acordo com a Oi</title>  <atom:subtitle>Investigadores afirmam que cadeia de fundos de investimento foi usada para desviar R$ 308 milhões e um deles tinha três filhos do ex-governador entre os cotistas</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/pf-diz-que-empresa-ligada-a-filhos-de-mauro-mendes-recebeu-dinheiro-do-governo-do-mt-por-acordo-com-a-oi.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/pf-diz-que-empresa-ligada-a-filhos-de-mauro-mendes-recebeu-dinheiro-do-governo-do-mt-por-acordo-com-a-oi.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/8G7u_X8wgljfYDRjViGk3dgaou0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/C/QjC7ppSzmYCeTNeg3A9Q/mauro-mendes.jpg" /><br /> ]]>    A Polícia Federal identificou que uma cadeia de fundos de investimento teria sido utilizada para desviar mair de R$ 308 milhões do governo do Mato Grosso para agentes privados, incluindo os filhos do ex-governador do estado, Mauro Mendes (União), que deixou o cargo em março para concorrer ao Senado na eleição deste ano. As informações constam da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a operação contra o ex-governador e empresas suspeitas de participar do esquema. 
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Segundo as investigações, o governo do Estado fechou em abril de 2024 um acordo para devolver à Oi S.A cerca de R$ 308 milhões relativos a cobranças tributárias que foram reconhecidas como indevidas.  A empresa, por sua vez, cedeu os direitos desse valor ao escritório de advocacia Ricardo Almeida,  que foi posteriormente nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso. As investigações levantaram suspeitas sobre o acordo, que terminou por repassar ao escritório um valor que não havia previsão de ser gasto pelo governo estadual inicialmente e que equivaleria a quase o orçamento da Secretaria de Meio Ambiente do Estado, segundo a PF.
Também chamou atenção da PF o fato de a procuradoria-geral do Estado ter desistido de defender na Justiça a tese de que a Oi S.A não teria mais direito a esses recursos e ter dado encaminhamento ao acordo com a empresa por meio de uma câmara de autocomposição.
Quarenta e oito dias antes  deste acordo ser fechado, porém, foram constituídos dois fundos de investimento que acabaram recebendo do escritório os valores provenientes do acordo com o governo estadual, na época sob o comando de Mauro Mendes. Ao mapear os recursos dos fundos, a Polícia Federal identificou que eles formavam uma sofisticada cadeia de fundos de investimentos e empresas utilizados para mascarar os verdadeiros proprietários e que parte do recurso acabou indo prar em empresas da família de Mendes.
"Quanto ao núcleo, em tese ligado ao investigado Mauro Mendes, associado à denominada “cascata Royal Capital FIDC”, os fortes indícios indicam que parte dos valores oriundos do acordo transitou pela Royal Capital, seguindo para a Zurich FIM e, por fim, para a London FIP. Esta última comprou participações societárias na empresa Parecis Bioenergia pertencentes ao fundo 5M Capital, controlado pela família Mendes por intermédio da GS Heritage, o que teria viabilizado a transferência do dinheiro público para o patrimônio privado da família do ex-governador, sob a aparência de uma transação societária lícita", afirmou o ministro Flávio Dino na decisão que autorizou a operação desta quinta-feira (6).
Na decisão, o ministro não menciona o valor que teria ido parar especificamente no fundo gerido pelos filhos de Mauro Mendes, mas afirma que um dos fundos de investimento que recebeu parte dos valores do acordo tinha como cotistas três filhos do ex-governador. Este fundo seria o responsável por gerir empresas da família. "
"O GS Heritage FIP, anteriormente denominado 5M, era o fundo controlador do 5M Capital FIP. Segundo os elementos recolhidosna investigação, a vinculação com os agentes políticos seria direta, na medida em que figuram como cotistas Luis Antonio Taveira Mendes, Maria Luiza Taveira Mendes e Ana Carolina Mendes Facures, todos filhos do ex-Governador Mauro Mendes", diz a decisão do ministro.
Dino autorizou buscas em 25 alvos, incluindo escritórios de advocacia, gestoras de fundos de investimentos  e a própria Procuradoria do Estado de Mato Grosso. Também foi determinada a quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados e o bloqueio de R$ 316 milhões dos envolvidos, incluindo Mauro Mendes e seus filhos.
Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado do Mato Grosso, que firmou o acordo com a Oi, informou que "confia nas investigações da Polícia Federal e irá contribuir com tudo que for requerido. Aguarda com naturalidade o desdobramento da investigação, pois acredita que o caso será totalmente esclarecido".
Em vídeo divulgado após a deflagração da operação, Mauro Mendes negou irregularidades, sem mencionar os filhos, e afirmou que a investigação de hoje teria sido "induzida" pelo seu rival político Pedro Taques, que apresentou denúncia contra ele na Polícia Federal. "Por mim pode investigar à vontade, eu não fiz e tenho certeza que o Estado de Mato Grosso, através de nossa procuradoria, não fez nada de errado e ilegal", afirmou o ex-governador.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/8G7u_X8wgljfYDRjViGk3dgaou0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/C/QjC7ppSzmYCeTNeg3A9Q/mauro-mendes.jpg" medium="image"/>   <media:description>Mauro Mendes, então governador de Mato Grosso, em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado, em 2023</media:description>   <media:credit>Edilson Rodrigues/Agência Senado</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:46:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Alphabet atrai investidores para mega emissão de títulos com prêmios elevados</title>  <atom:subtitle>Controladora do Google e do YouTube atrai um pico de demanda de cerca de US$ 115 bilhões pela oferta, mais de quatro vezes o tamanho previsto de até US$ 25 bilhões, segundo fontes</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/alphabet-atrai-investidores-para-mega-emissao-de-titulos-com-premios-elevados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/alphabet-atrai-investidores-para-mega-emissao-de-titulos-com-premios-elevados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/DE1IVPVrs0mE9x7LkgAtws1FvZI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/o/9/2RxszARCSqM8qyHJYGzQ/387350706.jpg" /><br /> ]]>    A Alphabet Inc. ajudou a reacender o apetite dos investidores por dívidas ligadas à inteligência artificial (IA) ao oferecer rendimentos generosos, garantindo um dos maiores livros de ofertas do ano para sua mais recente emissão de títulos de grande porte.
A controladora do Google e do YouTube atraiu um pico de demanda de cerca de US$ 115 bilhões pela oferta, mais de quatro vezes o tamanho previsto de até US$ 25 bilhões, segundo pessoas a par do assunto.
Isso tornaria a operação a terceira maior em termos de demanda entre as emissões de títulos de 2026, ficando atrás apenas dos US$ 129 bilhões registrados na operação da Oracle em fevereiro e dos cerca de US$ 126 bilhões na venda da Amazon em março.
A forte receptividade dos investidores destaca uma mudança de sentimento após uma enxurrada de emissões de dívida e preocupações com gastos excessivos em infraestrutura de inteligência artificial terem provocado uma onda de vendas de títulos de tecnologia no mês passado.
A Alphabet informou aos investidores nesta quinta-feira, por meio de seus intermediários financeiros, que planeja realizar emissões de dívida nos EUA duas vezes ao ano, disseram algumas das pessoas, pedindo para não serem identificadas por não terem autorização para falar publicamente. A mensagem provavelmente visava acalmar as preocupações dos investidores quanto à chegada de novas ofertas de dívida do setor de tecnologia ao mercado.
Prêmios mais generosos do que o habitual também ajudaram a atrair demanda para a oferta de dívida da Alphabet. A empresa está vendendo títulos divididos em até dez séries, com vencimentos variando de dois a 40 anos. O prêmio de rendimento para o prazo mais longo está sendo negociado em 1,3 ponto percentual acima dos títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries), abaixo da indicação inicial de 1,55 ponto percentual.
Esse spread mais baixo implica um prêmio de emissão de até 0,15 ponto percentual, superior à média inferior a 0,04 registrada este ano para emissões de títulos com grau de investimento nos EUA, segundo dados compilados pela Bloomberg.
"Essas operações exigem concessões maiores devido ao arrefecimento do apetite dos investidores", disse Tony Trzcinka, gestor de portfólio da Impax Asset Management.
A Alphabet vendeu US$ 20 bilhões em títulos em fevereiro, em uma operação que atraiu cerca de US$ 103 bilhões em demanda, antes de precificar papéis em francos suíços, libras esterlinas, euros, dólares canadenses e ienes japoneses. A empresa acabou emitindo mais de US$ 50 bilhões em dívida no primeiro semestre de 2026, além de quase US$ 85 bilhões em ações.
A Alphabet e os bancos que coordenaram a operação — Bank of America, Citigroup, Morgan Stanley e Wells Fargo — não quiseram comentar ou não responderam aos pedidos de comentário.
Os títulos vendidos pela Alphabet em fevereiro perdiam valor nesta quinta-feira e estavam sendo negociados com spreads mais amplos do que no momento da precificação, segundo dados do sistema Trace.
O apetite dos investidores por títulos ligados a IA para financiar investimentos de capital (Capex) esfriou em julho, à medida que a Alphabet elevou sua previsão de gastos para até US$ 205 bilhões — mais que o dobro dos desembolsos previstos para 2025. Os investimentos de capital contribuíram para que a Alphabet registrasse, no mês passado, seu primeiro trimestre de fluxo de caixa negativo desde a oferta pública inicial (IPO), em 2004.
Uma empresa ligada à BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, vendeu, na semana passada, US$ 12.5 bilhões em títulos vinculados a um projeto de data center da Meta Platforms, dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp, no Texas. A demanda inicial foi fraca, e a operação foi uma rara transação de grau de investimento a ser precificada no patamar inicial sugerido.
Isso ocorreu após o interesse morno em uma oferta da Amazon e o alargamento dos spreads no mercado secundário para títulos recém-emitidos ligados a IA de empresas como a SpaceX.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/DE1IVPVrs0mE9x7LkgAtws1FvZI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/o/9/2RxszARCSqM8qyHJYGzQ/387350706.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:39:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O 2° semestre tem 3 feriados que afetam agenda dos dentistas</title>  <atom:subtitle>Independência do Brasil, Nossa Senhora Aparecida e Finados caem em segundas-feiras no segundo semestre de 2026, formando três emendas que remanejam a rotina dos consultórios. Confirmação automática por WhatsApp, agendamento de retorno e odontograma visual integrado ao orçamento estão entre os recursos que sustentam a produtividade nesses períodos.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/o-2-semestre-tem-3-feriados-que-afetam-agenda-dos-dentistas-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/o-2-semestre-tem-3-feriados-que-afetam-agenda-dos-dentistas-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/FjIeEszbIgD58bn8RY2YnLnTqAU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/I/V/unam9cRMOpD0ScNQ6gsg/publicador-api-valor-dino-100-ccf38d2d-51bd-4639-946c-db44fa970e0f.jpg-20260806153900" /><br /> ]]>    Independência do Brasil, Nossa Senhora Aparecida e Finados caem em segundas-feiras no segundo semestre de 2026, formando três emendas que remanejam a rotina dos consultórios. Confirmação automática por WhatsApp, agendamento de retorno e odontograma visual integrado ao orçamento estão entre os recursos que sustentam a produtividade nesses períodos. O Brasil é a nação com o maior número de cirurgiões-dentistas, alcançando a marca de 450 mil registrados nos 27 Conselhos Regionais de Odontologia, segundo estatísticas compiladas pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO). A gestão da agenda concentra um desafio específico no segundo semestre de 2026. Três feriados nacionais caem em segundas-feiras: Independência do Brasil, em 7 de setembro, Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, e Finados, em 2 de novembro, formando fins de semana prolongados que elevam o índice de desmarcações e redistribuem a demanda nas semanas seguintes.
A agenda de um consultório odontológico opera com mudanças constantes: cancelamentos de última hora, encaixes de urgência e atendimentos que se estendem além do tempo previsto compõem a rotina tanto de clínicas locais quanto de unidades com atendimento 24 horas. Nas semanas de emenda, esse movimento se intensifica, e a preparação começa pela distribuição dos horários.
Uma das práticas mais indicadas é a reserva de horários estratégicos para encaixes, com folgas no início da manhã e no fim da tarde, que absorvem emergências sem desorganizar o restante do dia. A recomendação se estende à distribuição dos procedimentos: dois atendimentos longos em sequência, como uma cirurgia seguida de um tratamento de canal, tendem a comprometer o andamento de toda a programação.
Intervalos de 10 a 15 minutos entre consultas cumprem função semelhante, ao permitir ajustes, preparo da sala e absorção de atrasos sem sobrecarregar a equipe. Um checklist padronizado por tipo de atendimento complementa a organização, ao definir previamente o fluxo de cada procedimento, do preenchimento da ficha aos materiais que precisam estar prontos, e ao garantir a entrega de guias, recibos e receitas ao fim da consulta.
A parte da rotina que não depende de decisão humana no momento do imprevisto é a que mais ganha com automação. Hoje milhares de clínicas recorrem ao uso de softwares odontológicos, com agenda integrada ao WhatsApp para facilitar a gestão dos agendamentos. No BlueDental, o envio de mensagens permite confirmar consultas, agendar retorno e parabenizar o paciente pelo aniversário, três frentes que mantêm o contato ativo sem consumir tempo da recepção. O sistema também classifica os atendimentos por categoria, entre agendamento normal, encaixe, bloqueio, retorno, tratamento, avaliação e consulta inicial, e permite configurar horários, tipos de procedimento e intervalos conforme o ritmo de cada clínica.
Entre os recursos que encurtam o caminho entre o atendimento e a decisão do paciente está o odontograma visual, representação gráfica da arcada em que o profissional registra a condição de cada dente e monta o plano de tratamento específico. No BlueDental, é possível incluir os procedimentos diretamente sobre o odontograma, calcular o valor do tratamento ali mesmo e imprimir, salvar ou enviar o orçamento, que segue integrado ao módulo financeiro.
"Foi o tempo em que cada paciente tinha uma ficha de papel. Agora, é tudo online, até o odontograma online", relata a cirurgiã-dentista Bruna Gabrieli, CRO 171753, em depoimento publicado pela plataforma. A digitalização dos consultórios odontológicos aconteceu por etapas. Do livro de capa dura na recepção, o registro dos horários passou ao computador e, mais recentemente, ao celular. Nessa transição, as ferramentas de calendário de uso geral cumpriram o papel de primeira ponte: a agenda de dentista no Google Agenda sincronizava os compromissos entre a máquina da recepção e o telefone do profissional. Já a agenda nativa do iOS no iPhone oferecia o mesmo com integração à Siri e aos lembretes do sistema.
Hoje as clínicas buscam por soluções integradas, pois nenhuma dessas agendas incorpora ferramentas como prontuário, histórico do paciente, odontograma ou controle de estoque, e nenhuma confirma consulta de forma automática. Sem prontuário vinculado ao horário, a equipe consulta duas bases distintas para preparar cada atendimento. Sem confirmação automática, o lembrete depende de uma equipe bem preparada e de um ótimo controle de toda a comunicação com o cliente. Confira os 10 melhores softwares odontológicos, com acesso integrado por notebook e celular.
Boa parte dos cirurgiões-dentistas registrados no país tem clínica própria, e quase metade atende em consultório de porte reduzido, segundo o Censo da Odontologia, levantamento da ABIMO em parceria com o CFO. Nesse porte, a prática clínica é somada à gestão do negócio: fluxo de caixa, controle de estoque, emissão de documentos e organização da agenda passam a dividir espaço com o atendimento.
Foi para atender essa rotina acumulada que a Morelli, fabricante de produtos ortodônticos, desenvolveu o BlueDental, reunindo agenda, prontuário, odontograma, financeiro e estoque em um mesmo sistema. A companhia também desenvolveu o site "Encontre um Dentista", ferramenta para localizar clínicas odontológicas mais próximas a partir do compartilhamento da localização ou do CEP informado.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/FjIeEszbIgD58bn8RY2YnLnTqAU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/I/V/unam9cRMOpD0ScNQ6gsg/publicador-api-valor-dino-100-ccf38d2d-51bd-4639-946c-db44fa970e0f.jpg-20260806153900" medium="image"/>   <media:description>Foto de Dylan Collette na Unsplash</media:description>   <media:credit>Foto de Dylan Collette na Unsplash</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:39:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Romênia adia plano de desviar água do Danúbio para reator nuclear </title>  <atom:subtitle>Níveis recordes de baixa do rio, cujas águas são usadas para resfriar as turbinas da usina, já obrigaram à paralisação de um dos reatores</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/romnia-adia-plano-de-desviar-gua-do-danbio-para-reator-nuclear.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/romnia-adia-plano-de-desviar-gua-do-danbio-para-reator-nuclear.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ALQmzkcAMLNOwJ00Z3z-FJPftw8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/h/Z/kiTCjNTASMSBZhd0neOw/2026-08-03t145451z-1295571458-rc22rmazkrb3-rtrmadp-3-europe-weather-romania.jpg" /><br /> ]]>    A Romênia adiou para sexta-feira o plano de afundar quatro embarcações carregadas de pedras no rio Danúbio, alegando condições inseguras. A decisão ocorre enquanto aumenta a corrida para desviar água do rio, afetado pela seca, para o único reator nuclear do país em funcionamento e ganhar mais alguns dias de operação em meio à escassez de energia elétrica.
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Os níveis recordes de baixa do Danúbio, cujas águas são usadas para resfriar as turbinas da usina, já obrigaram à paralisação de um dos reatores. Para manter em funcionamento o único reator restante, as autoridades adotaram medidas inéditas, incluindo a detonação de uma formação rochosa no leito do rio no início desta semana.

O governo romeno preparou um sistema para reduzir gradualmente o fornecimento de energia à indústria, com aviso prévio, caso isso seja necessário, afirmou nesta quinta-feira o primeiro-ministro Ilie Bolojan. Segundo ele, não há previsão de cortes nos próximos cinco a sete dias, ou enquanto o reator continuar operando.

Os dois reatores da usina de Cernavodă, operada pela Nuclearelectrica, respondem por cerca de um quinto da geração de eletricidade do país. As hidrelétricas também sofrem com a seca, e as importações de energia são limitadas porque os países vizinhos enfrentam condições semelhantes.

A explosão realizada no leito do rio e a dragagem garantiram algum tempo adicional, mas um executivo da Nuclearelectrica afirmou que a empresa poderá desligar o reator remanescente em cinco ou seis dias caso o afundamento das barcaças não produza o efeito esperado.

"Se as barcaças gerarem um excedente de água, esse prazo será estendido para nove ou dez dias", disse Romeo Urjan, diretor da usina, à emissora privada Digi24.

A vazão do Danúbio na Romênia caiu nesta quinta-feira para o menor nível já registrado: 1.400 metros cúbicos por segundo, cerca de um terço da média histórica para o mês de agosto.

Assim como a usina romena de Cernavodă, a central nuclear de Paks, na Hungria, utiliza as águas do Danúbio para resfriamento, obrigando tanto Bucareste quanto Budapeste a ampliar as importações de eletricidade e pedir que famílias e empresas reduzam o consumo.

A agência estatal responsável pela gestão dos recursos hídricos planejava iniciar nesta quinta-feira o afundamento controlado das quatro embarcações, conhecidas como "barcaças", uma de cada vez, para criar uma barreira capaz de redirecionar parte da água de um braço do rio em direção à usina. Urjan afirmou que o impacto da medida seria percebido apenas no dia seguinte.
Uma escavadeira carrega pedras em uma barcaça após a Marinha da Romênia realizar explosões controladas na segunda-feira no canal de Bala para desviar o fluxo de água do Danúbio em direção ao canal que abastece a usina nuclear de Cernavoda, em Izvoarele, Romênia , nesta imagem divulgada em 4 de agosto de 2026
Administração Nacional 'Aguas da Romênia'/Divulgação via REUTERS

"Essa é uma resposta extraordinária, mas não deve ser confundida com uma estratégia energética", afirmou o ING Bank em relatório sobre a intervenção no Danúbio.

"Explodir rochas no leito de um rio pode manter um reator em funcionamento por mais alguns dias, mas não cria nova capacidade de geração, não reforça as interconexões internacionais nem acelera a implantação de sistemas de armazenamento de energia."

Membro da União Europeia, a Romênia gera eletricidade por meio de uma matriz composta por gás natural, carvão, hidrelétricas, energia nuclear e fontes renováveis, mas precisa investir bilhões de euros para substituir instalações antigas e ampliar a capacidade de armazenamento em baterias e as interligações com as redes elétricas de outros países.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ALQmzkcAMLNOwJ00Z3z-FJPftw8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/h/Z/kiTCjNTASMSBZhd0neOw/2026-08-03t145451z-1295571458-rc22rmazkrb3-rtrmadp-3-europe-weather-romania.jpg" medium="image"/>   <media:description>Uma vista aérea feita por drone mostra bancos de areia na ramificação do antigo rio Danúbio, em Rasova, Constanta, Romênia , em 3 de agosto de 2026</media:description>   <media:credit>Inquam Photos/George Calin via REUTERS</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:35:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Depois de perder vice para Paes, Garotinho terá major da PM na vaga em aliança com Witzel</title>  <atom:subtitle>Escolha da major da Polícia Militar Elaine Gonçalves de Gonçalves mantém a ideia de Garotinho de colocar a segurança pública em foco dentro de sua campanha</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/depois-de-perder-vice-para-paes-garotinho-ter-major-da-pm-na-vaga-em-aliana-com-witzel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/06/depois-de-perder-vice-para-paes-garotinho-ter-major-da-pm-na-vaga-em-aliana-com-witzel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/N6Z53_sYVpzJ-YCe0rFkN1I-5Mo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/N/S/56nlBeSqyWaPvwTsuFMA/070622garotinho24.jpg" /><br /> ]]>    O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) terá como candidata a vice em sua empreitada eleitoral para voltar ao Executivo fluminense a major da Polícia Militar Elaine Gonçalves (Democrata). A escolha da policial foi oficializada ontem, no último dia do prazo das convenções partidárias.

A definição da vice de Garotinho sela a aliança entre ele e o ex-governador Wilson Witzel (Democrata), que abdicou da candidatura ao Palácio Guanabara para apoiar o candidato do Republicanos. Dentro do acordo entre os partidos, ficou acordado que o Democrata indicaria a vice de Garotinho.

Garotinho tinha outro favorito para o posto e havia anunciado seu escolhido antes mesmo de ter sido oficializado como candidato pelo partido. Era o coronel Venâncio Moura (DC), que fez parte do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM. No entanto, o DC decidiu fechar o apoio, na disputa ao governo do Estado, ao ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD).

A movimentação do DC retirou Moura da chapa de Garotinho e obrigou o ex-governador a ir atrás de um novo vice. A escolha de Gonçalves mantém a mesma ideia de Garotinho de colocar a segurança pública em foco dentro de sua campanha.

Ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos)
Leo Pinheiro/Valor  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/N6Z53_sYVpzJ-YCe0rFkN1I-5Mo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2022/N/S/56nlBeSqyWaPvwTsuFMA/070622garotinho24.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:31:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Metade dos pacientes busca atendimento fora do expediente</title>  <atom:subtitle>Dados da DigiOdonto mostram que 52% dos contatos qualificados de clínicas odontológicas ocorrem fora do horário comercial. Segundo o fundador Pedro Hiaggo, a demora na resposta é hoje um dos principais fatores de perda de pacientes. Clínicas que utilizam um modelo de CRC integrado à Inteligência Artificial conseguem manter atendimento contínuo e alcançar até 58% mais agendamentos, mesmo com o mesmo investimento em anúncios.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/metade-dos-pacientes-busca-atendimento-fora-do-expediente-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/08/06/metade-dos-pacientes-busca-atendimento-fora-do-expediente-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/StFLnRXcjPfdxPuGOHu5OT9bykw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/q/W/zwcQQ0S8amyEaID0SKkw/publicador-api-valor-dino-100-120b8821-7683-4e25-ae8d-403968534a4c.jpg-20260806152751" /><br /> ]]>    Mais da metade dos contatos qualificados recebidos por clínicas odontológicas no Brasil chega fora do horário comercial tradicional, segundo levantamento interno da DigiOdonto, agência de performance digital especializada no setor, com base em operações de mais de 900 clínicas em todo o país.
O Conselho Federal de Odontologia (CFO) contabiliza mais de 450 mil cirurgiões-dentistas registrados no Brasil, número que segue em expansão e intensifica a disputa por pacientes nas grandes cidades. Nesse cenário, a velocidade de resposta ao paciente vem se consolidando como o principal fator de conversão, à frente da qualidade do anúncio que gerou o contato.
O levantamento da DigiOdonto mostra que 52% dos leads qualificados chegam fora do expediente e que um contato sem resposta em até cinco minutos tem até 60% menos chance de virar consulta agendada. Na prática, o atraso não perde o paciente para um concorrente melhor, mas para quem simplesmente respondeu primeiro.
"Enxergamos isso todos os dias nos dados: mais da metade dos leads qualificados chega fora do horário comercial, e quem não responde em poucos minutos perde a corrida, não para um concorrente melhor, mas para quem simplesmente respondeu primeiro. A IA no atendimento não substitui a secretária, ela garante que a clínica nunca esteja de porta fechada para o paciente", afirma Pedro Hiaggo, cirurgião-dentista com registro ativo no Conselho Regional de Odontologia (CRO) e fundador da DigiOdonto.
Uma Central de Relacionamento com o Cliente (CRC) odontológica é a estrutura responsável por transformar um contato recebido via WhatsApp em consulta agendada, por meio da qualificação, da resposta a objeções e do acompanhamento do paciente. Diferente da secretária tradicional, de função majoritariamente administrativa, o CRC tem foco comercial. Quando esse processo combina atendimento humano com inteligência artificial, a clínica passa a responder ao paciente mesmo fora do expediente, sem depender de uma equipe de plantão.
Segundo dados internos da DigiOdonto, clínicas que adotam essa estrutura de CRC Humano + IA alcançam uma taxa média de conversão de 18,6% entre lead e agendamento, contra 11,8% em operações sem processo estruturado, um ganho de cerca de 58% no volume de agendamentos com o mesmo investimento em anúncios. A metodologia, batizada de Método DGO, já foi aplicada em mais de 900 clínicas e dentistas no Brasil e em outros 6 países.
Sobre a DigiOdonto
A DigiOdonto é uma agência de performance digital especializada exclusivamente no mercado odontológico. Fundada em 2017 pelo cirurgião-dentista Pedro Hiaggo, que vivenciou a necessidade de atrair novos clientes de maneira estratégica, atende clínicas e dentistas em todos os estados brasileiros e em outros 6 países, integrando tráfego pago, atendimento comercial e tecnologia proprietária por meio do Método DGO.
Para mais informações, basta acessar https://digiodonto.com/.
Contato para imprensa
Pedro Hiaggo | pedro@digiodonto.com  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/StFLnRXcjPfdxPuGOHu5OT9bykw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/q/W/zwcQQ0S8amyEaID0SKkw/publicador-api-valor-dino-100-120b8821-7683-4e25-ae8d-403968534a4c.jpg-20260806152751" medium="image"/>   <media:description>Pedro Hiaggo</media:description>   <media:credit>Pedro Hiaggo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:28:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Redução de nível do Danúbio expõe fundações de antiga ponte romana</title>  <atom:subtitle>Verão europeu resulta em secas severas em diversas partes do continente, afetando vias fluviais relevantes, como o Danúbio e o Reno</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/reducao-de-nivel-do-danubio-expoe-fundacoes-de-antiga-ponte-romana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/reducao-de-nivel-do-danubio-expoe-fundacoes-de-antiga-ponte-romana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/VJTFZty7ID0oZFQ_UF61_pLMZpc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/D/cKOoYrTFO72b3697yyfQ/2026-08-06t155723z-1424298594-rc2mrmabmfdo-rtrmadp-3-europe-weather-bulgaria-bridge.jpg" /><br /> ]]>    O nível excepcionalmente baixo das águas do Danúbio expôs as fundações da antiga Ponte Constantino, considerada uma das mais impressionantes obras de engenharia do Império Romano.

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As temperaturas excessivamente altas que marcam o atual verão europeu resultaram em secas severas em diversas partes do continente, afetando vias fluviais relevantes, como o Danúbio e o Reno.

“Para os arqueólogos, esses momentos são extremamente valiosos porque a natureza revela, ainda que brevemente, um objeto que esteve boa parte do tempo escondido pelas águas do Danúbio”, disse Pavel Popov, do Museu Histórico Regional de Pleven. “Isso nos dá a oportunidade de observar, documentar e estudá-lo no ambiente real”, acrescenta.

A ponte foi encomendada por Constantino I no ano 328 para ligar as antigas cidades de Ulpia Oescus e Sucidava, no que é hoje a Romênia. Com mais de 2 quilômetros de extensão, era considerada uma das mais longas pontes da Antiguidade, embora tenha existido por pouco tempo: acredita-se que tenha sido destruída em torno do ano 367.

Nesta semana, uma equipe do museu de Pleven tirou fotografias aéreas para documentar as partes visíveis da estrutura sob as águas do Danúbio, perto do vilarejo de Gigen, no  norte da Bulgária.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/VJTFZty7ID0oZFQ_UF61_pLMZpc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/D/cKOoYrTFO72b3697yyfQ/2026-08-06t155723z-1424298594-rc2mrmabmfdo-rtrmadp-3-europe-weather-bulgaria-bridge.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fundações de ponte romana encomendada por Constantino I reaparecem com seca na Bulgária</media:description>   <media:credit>Pavel Popov/Via Reuters</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:21:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Presidente e Alcolumbre reatam de olho em suas reeleições</title>  <atom:subtitle>Os dois devem seguir conversando em busca de maior convergência de seus interesses políticos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/tregua-entre-lula-e-alcolumbre-diz-mais-sobre-reeleicao-do-que-agenda-no-congresso.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/08/06/tregua-entre-lula-e-alcolumbre-diz-mais-sobre-reeleicao-do-que-agenda-no-congresso.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/AjBiTuiYEGv--YMGHyoykOvGXwo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/b/j/CmKYpNRY2QAUkUbc8EoQ/54717892077-0772d0b91a-k.jpg" /><br /> ]]>    Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/AjBiTuiYEGv--YMGHyoykOvGXwo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/b/j/CmKYpNRY2QAUkUbc8EoQ/54717892077-0772d0b91a-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Encontro entre Lula e Alcolumbre foi intermediado por Moraes e pelo colega de Corte Cristiano Zanin</media:description>   <media:credit>José Cruz/Agência Brasil/José Cruz/Agência Brasil</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:21:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 7,1 bilhões em julho</title>  <atom:subtitle>No acumulado do ano, o superávit comercial foi de R$ 49 bilhões, alta de 31,9%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/balanca-comercial-brasileira-tem-superavit-de-us-71-bilhoes-em-julho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/06/balanca-comercial-brasileira-tem-superavit-de-us-71-bilhoes-em-julho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/JrmA9zFlRLNF1CZwg0WpA68JYQM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/L/G/0AWorKQHS3Si95a4D0VA/containers-porto-navio-porto-de-santos-divulgacao-porto-de-santos.webp" /><br /> ]]>    A balança comercial registrou superávit de US$ 7,1 bilhões em julho, o que representou uma alta de 1%  em relação a um ano antes. O número foi divulgado nesta quinta-feira (6) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No mesmo período do ano anterior, o saldo foi positivo em R$ 7 bilhões.

As exportações somaram US$ 34,1 bilhões em julho, aumento de 6,2%. Já as importações alcançaram US$ 27 bilhões, avanço de 7,6%.   

No acumulado do ano, o superávit alcançado já é de R$ 49 bilhões, alta de 31,9%. As exportações somaram US$ 218,6 bilhões, com elevação de 10,5%, e as importações alcançaram US$ 169,5 bilhões, com aumento de 5,5%. A corrente de comércio ― soma de exportações e importações ― nos sete primeiros meses de 2026 teve ganho de 8,2%, para US$ 388,1 bilhões.
EUA e outros destinos
As exportações brasileiras para China, um dos principais destinos dos produtos brasileiros, subiram 8,6% em julho, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já para os Estados Unidos, as exportações tiveram uma queda de 5% no mesmo período.
De acordo com o Mdic, as vendas totais para a Ásia subiram 11,5%. Na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte e para a América do Sul caíram 2,7% em cada, enquanto para a Europa tiveram alta de 2,8%.
Categorias
As exportações agropecuárias cresceram 9,3% em julho, em relação ao mesmo mês do ano anterior. No caso da indústria extrativa, houve crescimento de 10,8%, e, no da indústria de transformação, de 2,4%.
Pelo lado das importações, houve queda de 4,1% nas compras agropecuárias, aumento de 31,4% na indústria extrativa e avanço de 6,9% na indústria de transformação.

Divulgação/Porto de Santos  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/JrmA9zFlRLNF1CZwg0WpA68JYQM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/L/G/0AWorKQHS3Si95a4D0VA/containers-porto-navio-porto-de-santos-divulgacao-porto-de-santos.webp" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:11:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ataques dos houthis matam ao menos 30 soldados do governo do Iêmen</title>  <atom:subtitle>Grupo apoiado pelo Irã reivindicou a autoria de ofensivas com mísseis e drones contra o que descreveram como posições militares sauditas nas províncias de Marib e Hadramout</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/ataques-dos-houthis-matam-ao-menos-30-soldados-do-governo-do-imen.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/08/06/ataques-dos-houthis-matam-ao-menos-30-soldados-do-governo-do-imen.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/RYNQ5hL7PCpyVZnlqFtTeRB4EcE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/9/J/ZanPAkQZuw9VW7bbPkOQ/2026-07-31t194632z-822414823-rc20pmafch40-rtrmadp-3-iran-crisis-yemen-saudi.jpg" /><br /> ]]>    Pelo menos 30 soldados das forças do governo do Iêmen morreram em ataques contra acampamentos militares nas províncias de Marib e Hadramout nesta quinta-feira, informaram fontes do governo, acrescentando que o número de mortos pode aumentar.
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Mais tarde, os houthis, grupo alinhado ao Irã, reivindicaram a autoria de ataques com mísseis e drones contra o que descreveram como posições militares sauditas nas duas províncias.

Os houthis afirmaram ter atingido concentrações de tropas sauditas nas áreas de Al Ruwayk, Al Abr e Al Thaniyah com mísseis balísticos e drones. Segundo o grupo, centenas de combatentes aliados da Arábia Saudita foram mortos ou feridos, e acampamentos militares, depósitos de armas e veículos foram destruídos.

A Reuters não conseguiu verificar de forma independente a versão apresentada pelos houthis.

O grupo afirmou ter lançado a ofensiva após detectar o que classificou como uma grande mobilização militar saudita antes de uma escalada contra áreas sob seu controle.

O ministro da Saúde do Iêmen determinou que unidades médicas em Marib e Hadramout elevassem o nível de prontidão para atender soldados feridos. Ele condenou os ataques, afirmando que eles tiveram como alvo posições militares nas áreas de Al Ruwayk e Al Abr.

A Missão dos Estados Unidos para o Iêmen manifestou condolências às famílias dos soldados iemenitas mortos em Marib e Hadramout, afirmando que os ataques representam "mais um exemplo" do que classificou como "terrorismo" dos houthis contra o povo iemenita.

Os houthis anunciaram no mês passado um bloqueio naval contra a Arábia Saudita no Mar Vermelho, em resposta ao que descreveram como um cerco saudita ao Iêmen, acusação negada por Riad.

A Arábia Saudita lidera, desde 2015, uma coalizão militar no Iêmen em apoio ao governo internacionalmente reconhecido, depois que os houthis tomaram a capital, Sanaa, em 2014. O conflito devastou o país e desencadeou uma prolongada crise humanitária e econômica.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/RYNQ5hL7PCpyVZnlqFtTeRB4EcE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/9/J/ZanPAkQZuw9VW7bbPkOQ/2026-07-31t194632z-822414823-rc20pmafch40-rtrmadp-3-iran-crisis-yemen-saudi.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ativistas houthis permanecem sobre uma plataforma diante de um painel que retrata mísseis do grupo durante um ato contra a Arábia Saudita, em meio à escalada das tensões com o reino, em Sanaa, no Iêmen, em 31 de julho de 2026</media:description>   <media:credit>REUTERS/Khaled Abdullah</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:09:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ouro cai com avanço de taxas de Treasuries e dúvidas sobre Ormuz</title>  <atom:subtitle>Metal precioso com entrega prevista para outubro fechou em queda de 0,12%, a US$ 4.268,0 por onça-troy</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/ouro-cai-com-avanco-de-taxas-de-treasuries-e-duvidas-sobre-ormuz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/ouro-cai-com-avanco-de-taxas-de-treasuries-e-duvidas-sobre-ormuz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/gpXoATzsBxi_kei6dEI--Ne7AtA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/T/L/3UQKVNR8mtnP4QypRohg/363631534-0-5.jpg" /><br /> ]]>    Os preços dos contratos futuros do ouro fecharam em queda, devolvendo os ganhos registrados mais cedo, diante das incertezas sobre um acordo entre Irã e Omã para a criação de uma rota temporária de navegação no Estreito de Ormuz, sem a reabertura completa da hidrovia, enquanto a posição dos Estados Unidos permanece indefinida. O avanço do dólar no exterior e das taxas dos Treasuries também pressionou o metal precioso.
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para outubro fechou em queda de 0,12%, a US$ 4.268,0 por onça-troy. Mais cedo, os preços chegaram a ultrapassar os US$ 4,3 mil por onça-troy, após os ganhos firmes da véspera.
“Os riscos de curto prazo permanecem, especialmente se os dados econômicos dos Estados Unidos se mantiverem firmes, os preços do petróleo continuarem a alimentar as preocupações com a inflação ou se os mercados continuarem a precificar uma trajetória de juros mais agressiva por parte do Federal Reserve (Fed)”, diz o UBS, em nota.
O avanço do dólar no exterior e das taxas dos Treasuries, impulsionado pelas expectativas de juros mais altos pelo Fed, também pesou sobre o ouro, que não gera rendimentos. Apesar da volatilidade no curto prazo, a perspectiva para o ouro segue positiva, pontua o UBS. A expectativa do banco é por alta para perto de US$ 5 mil por onça-troy até o primeiro semestre de 2027.


Chris Ratcliffe/Bloomberg  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/gpXoATzsBxi_kei6dEI--Ne7AtA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/T/L/3UQKVNR8mtnP4QypRohg/363631534-0-5.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:07:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dezenas de empresas financeiras americanas foram alvo de hackers em julho; algumas pagaram resgate </title>  <atom:subtitle>Criminosos criam sites destinados a roubar senhas de funcionários de empresas de private equity e companhias como Blackstone, Bridgewater Associates, Apollo Global Management, Bain Capital, KKR, TPG, CME Group e Moody's</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/dezenas-de-empresas-financeiras-americanas-foram-alvo-de-hackers-em-julho-algumas-pagaram-resgate.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/08/06/dezenas-de-empresas-financeiras-americanas-foram-alvo-de-hackers-em-julho-algumas-pagaram-resgate.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/gjIMImYcbKARzcDVvL8_0afOv-w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/D/c/FfRwhvQnypSZXPlwX9Ww/computer-1591018-1280.jpg" /><br /> ]]>    Hackers que buscam resgates e utilizam chamadas telefônicas para comprometer suas vítimas visaram dezenas de instituições financeiras e outras empresas importantes dos EUA no último mês, segundo dados do Google e de inteligência de internet analisados ​​pela Reuters. Os dados mostram que os hackers criaram sites destinados a roubar senhas de funcionários de empresas de private equity e companhias como Blackstone, Bridgewater Associates, Apollo Global Management, Bain Capital, KKR, TPG, CME Group e Moody's, além de diversas outras empresas financeiras e de outros setores. 

O Google informou, em uma publicação de blog sobre a campanha de invasão divulgada nesta quinta-feira (6), que os hackers operam sob vários nomes, incluindo Redact, Pink, Falcon e Helix. O Google não quis comentar as descobertas da Reuters. 

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A empresa afirmou que, em alguns casos, companhias não identificadas pagaram resgates aos hackers. A Reuters não conseguiu determinar quais empresas foram efetivamente comprometidas pelos hackers.

Especialistas afirmam que o uso de táticas de baixa tecnologia — como chamadas telefônicas — pelos hackers para atacar o setor financeiro ilustra como, apesar de programas de segurança sofisticados e ameaças impulsionadas por IA, as táticas mais antigas ainda estão entre as mais eficazes. Se bem-sucedidas, as invasões poderiam comprometer dados de algumas das maiores empresas americanas de private equity que fornecem capital a outras companhias.

"Como a cerca agora é tão sofisticada e de alta tecnologia, basta enganarmos o guarda para que ele abra a porta para nós", disse Lee Clark, gerente de produção de inteligência de ameaças cibernéticas do Retail and Hospitality ISAC, um grupo do setor voltado para o compartilhamento e análise de informações. "Esse elemento humano é, consistentemente, a razão pela qual isso cresceu de forma tão explosiva", afirmou ele.

KKR, Bain Capital, CME, TPG e Apollo não quiseram comentar. A Blackstone, a Bridgewater Associates e a Moody''s não responderam imediatamente a pedidos de comentário.

Em uma publicação no blog, o Google, controlado pela Alphabet, informou que os hackers haviam voltado sua atenção recentemente para empresas de private equity, escritórios de advocacia e agências de classificação de risco financeiro. 

Austin Larsen, analista do Grupo de Inteligência de Ameaças do Google, disse que os hackers geralmente escolhem seus alvos com base em cálculos financeiros, muitas vezes obtendo sucesso. "No fundo, é uma questão de dinheiro", disse Larsen. "Eles acreditam que essas empresas ou organizações possuem dados suficientemente sensíveis para que, caso sejam roubados, elas paguem para evitar a exposição."

O Google não identificou nominalmente nenhum dos alvos dos hackers. A Reuters realizou uma engenharia reversa em muitas das armadilhas online personalizadas para empresas usadas pelos hackers, analisando os 72 sites maliciosos listados no relatório em plataformas de inteligência web como DomainTools e urlscan. Essas ferramentas identificaram subdomínios maliciosos criados especificamente para cada empresa.

Ao falar de forma geral sobre os subdomínios, Larsen disse que "todos provavelmente foram usados ​​em tentativas de invasão", embora tenha ressalvado que "nem todas foram bem-sucedidas".

O Google afirmou que os hackers utilizaram "táticas meticulosas de engenharia social", contatando funcionários em seus celulares pessoais e fingindo ligar do suporte técnico da empresa — chegando, por vezes, a exibir o número de telefone correto do suporte. 

Os hackers informavam aos alvos que havia uma diretriz urgente da TI para atualizar suas chaves de acesso ou a autenticação multifator, direcionando os funcionários para sites maliciosos com nomes como "passkeyhelpdesk" ou "secure-passkey". Se um funcionário seguisse as instruções e inserisse sua senha, os hackers capturavam o código de segurança adicional — geralmente enviado por SMS ou gerado por aplicativo — durante a própria ligação e assumiam o controle da conta antes mesmo de a chamada ser encerrada.

Larsen afirmou que é um erro considerar essa tática particularmente avançada. "Sofisticado não é a palavra certa", disse ele. "É apenas muito eficaz."  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/gjIMImYcbKARzcDVvL8_0afOv-w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/D/c/FfRwhvQnypSZXPlwX9Ww/computer-1591018-1280.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Pixabay</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:05:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Colecionáveis em alta: Mario Augusto de Castro explica o crescimento dos carros antigos como ativo alternativo</title>  <atom:subtitle>Empresário do setor automotivo explica que mercado de veículos clássicos atrai investidores em busca de diversificação, com valorização que, em alguns casos, supera a de ativos financeiros tradicionais.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/saftec/noticia/2026/08/06/colecionaveis-em-alta-mario-augusto-de-castro-explica-o-crescimento-dos-carros-antigos-como-ativo-alternativo-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/saftec/noticia/2026/08/06/colecionaveis-em-alta-mario-augusto-de-castro-explica-o-crescimento-dos-carros-antigos-como-ativo-alternativo-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/TtZk0FWDxszQbIeFy660gSZswEI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/s/XZiBL4SYujThrVlXA5tw/publicador-api-valor-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260806145922.jpeg-20260806145927" /><br /> ]]>    O mercado de carros antigos tem despertado interesse crescente entre investidores que buscam alternativas fora da renda fixa e da bolsa de valores. Peças raras, com histórico documentado e boa procedência, vêm registrando valorização consistente nos últimos anos, o que atraiu um perfil de comprador mais estratégico, atento à liquidez, riscos e potencial de retorno. O empresário do setor de carros antigos, Mario Augusto de Castro, examina esse movimento e observa que o segmento amadureceu o suficiente para ser tratado como classe de ativo alternativo por parte de um público antes restrito a colecionadores tradicionais.
Esse novo perfil de comprador exige uma abordagem mais analítica do mercado, com avaliação técnica de cada veículo antes da aquisição. A entrada de investidores institucionais e de family offices em leilões internacionais também tem pressionado o mercado nacional a se profissionalizar, ampliando a demanda por avaliadores especializados e por informações confiáveis sobre a origem de cada exemplar. Consultorias voltadas especificamente para esse tipo de aquisição começam a surgir no país, oferecendo laudos técnicos e pareceres que ajudam o investidor a tomar decisões mais informadas antes de fechar negócio.
Como investidores avaliam a compra de um carro antigo?
A decisão de investir em um veículo clássico costuma envolver critérios distintos dos utilizados na aquisição de um carro para uso cotidiano. Raridade de fabricação, integridade das peças originais e histórico de proprietários formam o núcleo da análise, junto a projeções sobre a demanda futura pelo modelo em questão. Mario Augusto de Castro pontua que investidores mais experientes costumam priorizar veículos com documentação completa, já que qualquer lacuna no histórico tende a reduzir o valor de revenda no médio prazo.
A liquidez também entra na equação de forma diferente da observada em outros ativos. Vender um carro antigo pode levar meses, dependendo da raridade do modelo e do momento do mercado, o que exige planejamento financeiro de quem decide alocar parte do patrimônio nesse tipo de bem. Ainda assim, o potencial de valorização de exemplares raros tem sido suficiente para justificar esse horizonte mais longo de investimento.
Quais riscos existem no mercado de carros antigos?
Apesar do crescimento, o mercado de veículos clássicos carrega riscos específicos que exigem atenção redobrada. A dificuldade de encontrar peças originais para eventuais reparos, a variação de preços entre regiões e a possibilidade de fraudes relacionadas à procedência do veículo estão entre os principais pontos de atenção listados por especialistas do setor. Mario Augusto de Castro indica que a ausência de um histórico verificável é um dos fatores que mais reduz o valor de um carro no momento da venda, mesmo quando o estado de conservação é bom.
Outro ponto de atenção envolve os custos de manutenção, que tendem a ser mais altos do que os de um veículo comum, dado o uso de componentes específicos e, em alguns casos, importados. Esse custo precisa ser considerado no cálculo de retorno do investimento, já que impacta diretamente a rentabilidade líquida de quem decide manter o carro por um período mais longo antes de revendê-lo.
Como o setor tem se estruturado para atender esse novo público?
A resposta do mercado a essa demanda mais sofisticada passa pela criação de serviços especializados, como consultorias de avaliação, seguradoras dedicadas a veículos de coleção e plataformas digitais que reúnem histórico de chassi e documentação de origem. Mario Augusto de Castro detalha que essa estrutura ainda está em formação no Brasil, mas já apresenta avanços relevantes em comparação com o cenário de poucos anos atrás.
Esse movimento de profissionalização tende a se acelerar à medida que mais investidores buscam segurança jurídica e transparência antes de alocar recursos em veículos clássicos. Peritos independentes, antes concentrados em poucos centros urbanos, começam a expandir a atuação para outras regiões, acompanhando o crescimento da demanda por avaliações técnicas confiáveis em praças menos tradicionais para esse tipo de investimento.
O amadurecimento do mercado de carros antigos como alternativa de investimento deve continuar avançando nos próximos anos, à medida que mais informações sobre procedência e histórico circulam com transparência entre compradores e vendedores. Esse cenário tende a atrair um público ainda mais diversificado, ampliando a base de investidores dispostos a considerar veículos clássicos como parte relevante de uma estratégia patrimonial de longo prazo.
A consolidação desse mercado também deve passar pela criação de índices de referência mais confiáveis, capazes de acompanhar a valorização de diferentes categorias de veículos ao longo do tempo. Esse tipo de ferramenta ainda é incipiente no Brasil, mas já existe em mercados internacionais mais maduros e tende a ganhar espaço à medida que o volume de negociações locais cresce. Para investidores que avaliam entrar nesse segmento, o acompanhamento desses indicadores deve se tornar cada vez mais relevante na tomada de decisão.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/TtZk0FWDxszQbIeFy660gSZswEI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/s/XZiBL4SYujThrVlXA5tw/publicador-api-valor-saftec-100-f7d8b87e-092f-4dde-8362-688251ca6633-20260806145922.jpeg-20260806145927" medium="image"/>   <media:description>Mario Augusto de Castro</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:59:42 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>