Jingu
Aparência


Imperatriz Jingū (神功天皇, Jingū -tennō), também conhecido como Imperatriz-consorte Jingū (神功皇后, Jingū-kōgō) foi uma imperatriz do Japão.[1]
Ela é a mãe do Imperador Ōjin. Ela foi regente durante a sua juventude,[2] tendo sido a última governante de facto do período Yayoi.
No período Meiji, ela foi excluída da lista tradicional de sucessão.[3] Em 1881, a Imperatriz Jingū tornou-se a primeira mulher a ser representada em uma nota da moeda japonesa.[4]

Representações culturais
[editar | editar código]Representações na contemporaneidade
[editar | editar código]Em 2016, o perfil de Jingu foi incluído na primeira edição do livro Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: Cem fábulas sobre mulheres extraordinárias, como uma das cem mulheres mais influentes.[5]
Ver também
[editar | editar código]Referências
[editar | editar código]- ↑ Titsingh, "Jingu" em Annales des empereurs du japon, p. 16.
- ↑ "Japanese Royal Tomb Opened to Scholars for First Time," National Geographic News. April 28, 2008.
- ↑ Brownlee, John S. (1997) Japanese Historians and the National Myths, p. 34.
- ↑ History, Bank of Japan, consultado em 2 de setembro de 2017.
- ↑ Favilli, Elena; Cavallo, Francesca (2017). Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: Cem fábulas sobre mulheres extraordinárias. São Paulo: [s.n.] p. 90. ISBN 978-85-507-0072-4
Bibliografia
[editar | editar código]- Brownlee, John S. (1997). Japanese historians and the national myths, 1600-1945: The Age of the Gods and Emperor Jimmu. (em inglês). Vancouver: University of British Columbia Press. ISBN 0-7748-0644-3. OCLC 248071153
- Titsingh, Isaac. (1834). Nihon Ōdai Ichiran; ou, Annales des empereurs du Japon. Paris: Royal Asiatic Society, Oriental Translation Fund of Great Britain and Ireland. OCLC 5850691 (em francês)