O Cara Suja
| O Cara Suja | ||||
|---|---|---|---|---|
| Informações gerais | ||||
| Formato | Telenovela | |||
| Gêneros | Drama Romance | |||
| Criação | Walter George Durst | |||
| Baseado em | El Galleguito de la Cara Sucia, de Roberto Valenti | |||
| Direção | Geraldo Vietri | |||
| País de origem | ||||
| Idioma original | Português | |||
| Episódios | 88 | |||
| Produção | ||||
| Duração | 30 minutos | |||
| Formato | ||||
| Formato de imagem | 480i (SDTV) preto e branco | |||
| Exibição original | ||||
| Emissora | Rede Tupi | |||
| Transmissão | 01 de abril – 13 de julho de 1965 | |||
| Cronologia | ||||
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O Cara Suja é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Tupi entre 01 de abril e 13 de julho de 1965, em 88 capítulos, substituindo Teresa e sendo substituída por A Outra.
Sinopse
[editar | editar código]Uma emocionante história que narra a vida de Ciccilo (Sérgio Cardoso), um imigrante italiano da Calábria, recém-chegado ao Brasil, um homem simples e rude tentando integrar-se numa sociedade fechada e hostil.
Yara (Rita Cléos), a "Biondina", é uma grã-fina que amarga a ruína financeira de sua família. Por isso ela se aproxima do carcamano grosseirão que, de uma hora para outra, tornara-se milionário ao ganhar um prêmio na loteria. Os milionários estão em decadência e o italiano põe todos a trabalhar!
Um triângulo amoroso se instala quando surge Marília (Carmen Jóia), uma bela secretária, que se apaixona por Ciccilo. Ao final, todos queriam saber se Yara conquistaria o coração do imigrante, ou Marília levaria a melhor.
Elenco
[editar | editar código]| Intérprete | Personagem |
|---|---|
| Sérgio Cardoso | Ciccilo |
| Rita Cléos | Yara (Biondina) |
| Gilberto Sálvio | Bebeto |
| Guiomar Gonçalves | Cândida |
| Percy Aires | Patrício |
| Juca de Oliveira | Valdemar |
| Carmen Jóia | Marília |
| Gian Carlo | Celinho |
| Norah Fontes | Sofia |
| Sérgio Galvão | José Eduardo |
| Marisa Sanches | Amália |
| Aída Mar |
Bastidores
[editar | editar código]Baseada no original argentino El Galleguito de la Cara Sucia, de Roberto Valenti, adaptada por Walter George Durst, supervisionado por Glória Magadan e dirigida por Geraldo Vietri. Uma experiência do Neorrealismo na TV brasileira, O Cara Suja foi dos maiores sucessos de sua época, principalmente por colocar no contexto elementos da colônia italiana.[1]
Repercussão
[editar | editar código]Com a grande e ótima repercussão de Sérgio em seu personagem, acabou gravando um compacto com dois temas da novela tendo títulos de Se Piangi, Se Ridi e Biondina.
Prêmios e indicações
[editar | editar código]| Ano | Prêmio | Categoria | Indicação | Resultado | Ref |
|---|---|---|---|---|---|
| 1966 | Troféu Imprensa | Melhor Ator | Sérgio Cardoso | Venceu | [1] |
Versões
[editar | editar código]- El Galleguito de la Cara Sucia, história homônima escrita por Roberto Valenti na década de cinquenta.
Referências
[editar código]- 1 2 Xavier, Nilson. «O Cara Suja». Teledramaturgia. Consultado em 16 de fevereiro de 2026
Ligações externas
[editar | editar código]- O Cara Suja no IMDb

