Tenoxicam
Tenoxicam | |
Nome IUPAC (sistemática) | |
Identificadores | |
| 59804-37-4 | |
| M01AC02 | |
| 5282194 | |
| DB00469 | |
Informação química | |
| C13H11N3O4S2 | |
| 337.376 g/mol | |
Farmacocinética | |
| 99% | |
| Hepático (principalmente por via citocromo P450,pela enzima CYP2C9) | |
Considerações terapêuticas | |
| Oral, Intravenosa | |
O tenoxicam é um medicamento anti-inflamatório não esteroidal do grupo dos oxicans indicado para o tratamento da dor leve ou moderada, especialmente em condições como a artrite reumatoide, osteoartrite, e outras enfermidades reumáticas, assim como no tratamento sintomático do lumbago, gota aguda, miosites, bursites, tendinites e entorses.[1] O tenoxicam deve ser usado com precaução em pacientes com antecedentes de úlcera péptica ou que já fora sido diagnosticado insuficiência renal. sendo que os sintomas apresentam-se geralmente após os primeiros cinco dias de uso, considerando-se uma dose diária de 40mg.
Sintetizado em 1976 por químicos da F. Hoffmann-La Roche na Basileia, o tenoxicam foi desenvolvido como um derivado da tienotiazina pertencente à classe dos oxicans, buscando otimizar a eficácia terapêutica com uma meia-vida prolongada. Após uma década de ensaios clínicos avaliando sua segurança, o anti-inflamatório não esteroidal (AINE) foi comercializado pela primeira vez em março de 1987 na Suíça, sob o nome comercial Tilcotil, consolidando-se no manejo de condições reumatológicas crônicas devido à conveniência de sua posologia em dose única diária.[2][3][4]
Formas Farmacêuticas Disponíveis
[editar | editar código]O tenoxicam é comercializado no mercado brasileiro em diferentes formas farmacêuticas e apresentações para administração oral e parenteral, permitindo a escolha da via mais adequada conforme a gravidade da condição inflamatória e a necessidade de rapidez no início da ação terapêutica.
Comparado a diversos outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), o tenoxicam apresenta como diferenciais clínicos a conveniência da administração em dose única diária e a dispensa de ajuste posológico em indivíduos idosos ou em pacientes com insuficiência renal ou hepática.[4] Suas apresentações comerciais baseiam-se na dose padrão diária de 20 mg, conforme detalhado a seguir:[5]
| Formas Farmacêuticas | Concentração Comum | Via de Administração | Detalhes Técnicos e Clínicos |
|---|---|---|---|
| Comprimido revestido | 20 mg | Oral | Uso adulto. Escolha principal para manutenção ambulatorial. Dispensa ajuste de dose para idosos, insuficiência renal ou hepática. |
| Pó liofilizado para solução injetável | 20 mg ou 40 mg | Intramuscular (IM)
ou Intravenosa (IV) |
Apresentado em frasco-ampola com 2 mL de diluente. Uso comumente restrito ao ambiente hospitalar para manejo inicial de dor aguda. |
Na hora de comprá-lo ou prescrevê-lo, é comum encontrá-lo sob diversos nomes comerciais (marcas). Entre as principais opções disponíveis no mercado, destacam-se:
- Tilatil®
- Teflan®
- Tenoxil®
- Tilonax®
- Tiloxineo®
- Titenil®
Farmacocinética
[editar | editar código]O tenoxicam é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) pertencente à classe dos oxicams, amplamente utilizado no tratamento de condições inflamatórias e dolorosas. Sua farmacocinética é caracterizada por elevada biodisponibilidade oral, intensa ligação às proteínas plasmáticas, metabolismo hepático extenso e meia-vida de eliminação prolongada, características que permitem a administração em dose única diária e contribuem para a manutenção de concentrações terapêuticas estáveis no organismo.[6][7]
Absorção
[editar | editar código]Após administração oral, o tenoxicam é absorvido de forma rápida e praticamente completa pelo trato gastrointestinal. Estudos farmacocinéticos demonstram biodisponibilidade próxima de 100%, indicando que a maior parte da dose administrada alcança a circulação sistêmica sem perdas significativas decorrentes do metabolismo de primeira passagem hepática.[6]
As concentrações plasmáticas máximas (Cmax) são geralmente atingidas entre 1 e 3 horas após a administração, com valores médios de tempo para concentração máxima (Tmax) em torno de 1,9 hora. A presença de alimentos pode retardar a velocidade de absorção, sem alterar significativamente a extensão da absorção ou a biodisponibilidade total do fármaco.[6]
A elevada biodisponibilidade oral confere previsibilidade farmacocinética ao tenoxicam, favorecendo a obtenção de concentrações plasmáticas terapêuticas consistentes após a administração por via oral.[6]
Distribuição
[editar | editar código]Após atingir a circulação sistêmica, o tenoxicam distribui-se amplamente pelos fluidos corporais, apresentando volume aparente de distribuição relativamente baixo, estimado entre aproximadamente 9 e 12 litros.[6]
Uma das principais características farmacocinéticas do fármaco é sua intensa ligação às proteínas plasmáticas, especialmente à albumina, com taxas superiores a 99%. Apenas uma pequena fração permanece livre na circulação, sendo esta responsável pela atividade farmacológica, pela distribuição tecidual e pela eliminação do medicamento.[6]
A elevada ligação proteica contribui para a permanência prolongada do tenoxicam no organismo e pode influenciar sua interação com outros medicamentos que também apresentem forte afinidade pela albumina plasmática. Além da distribuição sistêmica, o tenoxicam apresenta boa penetração no líquido sinovial, local relevante para sua ação terapêutica em doenças reumáticas e inflamatórias articulares. As concentrações alcançadas nesse compartimento são suficientes para sustentar sua atividade anti-inflamatória durante intervalos prolongados de administração.[6]
Metabolismo
[editar | editar código]O tenoxicam sofre metabolismo hepático extenso, representando esta a principal via de depuração do medicamento. O metabolismo ocorre predominantemente por reações oxidativas catalisadas por enzimas do sistema citocromo P450, especialmente a isoenzima CYP2C9.[6][7]
O principal metabólito identificado é o 5'-hidroxi-tenoxicam, que posteriormente pode sofrer reações de conjugação antes de sua eliminação.[6]
A importância da CYP2C9 foi demonstrada em estudos farmacogenéticos que evidenciaram influência de variantes genéticas dessa enzima sobre parâmetros farmacocinéticos do tenoxicam. Indivíduos portadores de determinados polimorfismos podem apresentar redução da depuração do fármaco e aumento de sua exposição sistêmica, refletida por maiores valores de área sob a curva concentração-tempo (AUC).[7]
Esses achados demonstram que fatores genéticos podem contribuir para a variabilidade interindividual observada na farmacocinética do tenoxicam.[7]
Eliminação
[editar | editar código]A eliminação do tenoxicam ocorre predominantemente após biotransformação hepática. Os metabólitos formados são excretados tanto pela urina quanto pela bile, enquanto apenas pequenas quantidades do fármaco inalterado são recuperadas nos produtos de excreção.[6]
Uma característica marcante do tenoxicam é sua longa meia-vida de eliminação terminal, geralmente variando entre aproximadamente 60 e 80 horas em indivíduos saudáveis. Essa meia-vida prolongada diferencia o fármaco de diversos outros AINEs e permite a manutenção de concentrações plasmáticas terapêuticas por períodos prolongados após uma única administração.[6]
Em decorrência dessa característica, o estado de equilíbrio farmacocinético é alcançado apenas após vários dias de administração contínua. Por outro lado, a longa permanência sistêmica possibilita esquemas posológicos simplificados com administração única diária, favorecendo a adesão ao tratamento.[6]
Considerações Clínicas
[editar | editar código]As propriedades farmacocinéticas do tenoxicam apresentam relevância clínica direta. A absorção praticamente completa, associada à elevada biodisponibilidade oral, garante previsibilidade na exposição sistêmica após a administração do medicamento.[6]
A intensa ligação às proteínas plasmáticas influencia tanto sua distribuição quanto seu potencial para interações medicamentosas. Além disso, a dependência do metabolismo hepático, especialmente da atividade da CYP2C9, torna fatores genéticos potencialmente importantes para a variabilidade farmacocinética observada entre diferentes indivíduos.[7]
Por fim, a longa meia-vida de eliminação constitui uma das características farmacológicas mais importantes do tenoxicam, justificando seu uso em dose única diária e contribuindo para a manutenção prolongada dos efeitos terapêuticos.[6]
Farmacodinâmica
[editar | editar código]Como anti-inflamatório não esteroidal da classe dos oxicams, o tenoxicam é utilizado no tratamento de doenças inflamatórias e dolorosas do sistema musculoesquelético. Seus efeitos farmacológicos decorrem principalmente por meio da inibição não seletiva da COX-1 e da COX-2, reduzindo a formação de prostaglandina H₂ (PGH₂), precursor comum dos prostanoides. Como consequência, ocorre diminuição da síntese de prostaglandina E₂ (PGE₂), prostaciclina (PGI₂), tromboxano A₂ (TXA₂), prostaglandina D₂ (PGD₂) e prostaglandina F₂α (PGF₂α). Dentre esses mediadores, a redução da PGE₂ é considerada o principal mecanismo responsável pelos efeitos anti-inflamatório, analgésico e antipirético do tenoxicam.[8][9]
da inibição da enzima ciclo-oxigenase (COX), responsável pela conversão do ácido araquidônico em prostaglandinas, prostaciclinas e tromboxanos, mediadores envolvidos na resposta inflamatória, na percepção da dor e na regulação da temperatura corporal.[4][9]
A inibição da síntese de prostaglandinas reduz a vasodilatação e a permeabilidade vascular associadas ao processo inflamatório, contribuindo para a diminuição do edema e de outros sinais clínicos da inflamação. Além disso, a redução da produção desses mediadores inflamatórios está relacionada ao efeito analgésico do tenoxicam, uma vez que as prostaglandinas participam da sensibilização periférica dos nociceptores aos estímulos dolorosos.[9]
O efeito antipirético do tenoxicam também está associado à diminuição da síntese de prostaglandinas, particularmente no sistema nervoso central, onde esses mediadores participam da elevação do ponto de ajuste térmico hipotalâmico durante estados febris.[9]
Estudos farmacológicos demonstraram ainda que o tenoxicam inibe a produção de tromboxano, podendo exercer efeito reversível sobre a agregação plaquetária. Entretanto, essa ação é transitória e menos pronunciada do que a observada com o ácido acetilsalicílico, uma vez que a inibição enzimática promovida pelo tenoxicam não é irreversível.[4]
Além da inibição da síntese de eicosanoides, alguns estudos experimentais sugerem que o tenoxicam possa apresentar efeitos adicionais relacionados à modulação de processos celulares envolvidos na inflamação, incluindo possível interação com espécies reativas de oxigênio. Contudo, o principal mecanismo responsável por sua eficácia clínica permanece sendo a inibição da ciclo-oxigenase e a consequente redução da síntese de prostaglandinas.[4]
O tenoxicam não atua diretamente sobre a causa da doença inflamatória, mas sim sobre mediadores químicos produzidos durante a resposta inflamatória. Dessa forma, a redução da síntese de prostaglandinas resulta simultaneamente em efeitos anti-inflamatórios, analgésicos e antipiréticos, explicando sua utilidade clínica em condições como artrite reumatoide, osteoartrite e outras doenças reumáticas.
Contraindicações
[editar | editar código]O tenoxicam é estritamente contraindicado para pacientes com histórico de reações de hipersensibilidade (como asma, rinite, angioedema ou urticária) induzidas por outros anti-inflamatórios não esteroides ou ácido acetilsalicílico. É igualmente contraindicado em portadores de insuficiência cardíaca grave, úlceras pépticas ativas ou episódios recorrentes de hemorragia gastrointestinal superior. Além dos grupos populacionais listados:
| Restrições em Populações Especiais e Contraindicações Absolutas | ||
|---|---|---|
| POPULAÇÃO/ CONDIÇÃO | STATUS | JUSTIFICATIVA CLÍNICA E RISCOS |
| Pediátrico
(< 18 anos) |
CONTRAINDICADO | O medicamento é contraindicado para menores de 18 anos devido à falta de experimentação e dados clínicos suficientes que estabeleçam uma posologia e perfil de segurança consistentes para crianças e adolescentes. |
| Insuficiência Hepática
(Severa) |
CONTRAINDICADO | Contraindicado em casos de insuficiência hepática severa. Para pacientes com disfunção leve a moderada, exige-se monitoramento estrito das enzimas hepáticas e extrema cautela pelo risco potencial de agravamento e hepatotoxicidade. |
| Insuficiência Renal
(Severa) |
CONTRAINDICADO | Contraindicado em pacientes com clearance de creatinina severamente comprometido. Em graus leves a moderados, há necessidade de controle rigoroso da função renal, visto que os AINEs reduzem o fluxo sanguíneo renal, acelerando a falência do órgão. |
| Gravidez
(3º Trimestre) |
CONTRAINDICADO | O uso no terceiro trimestre expõe o feto a riscos graves de toxicidade cardiopulmonar (com fechamento prematuro do ducto arterioso e hipertensão pulmonar fetal) e disfunção renal. Pode também inibir a contratilidade uterina, prolongando ou atrasando o trabalho de parto. |
| Lactação
(Amamentação) |
RESTRIÇÃO/ SUSPENSÃO | O tenoxicam é excretado no leite materno em quantidades muito reduzidas (aprox. 0,2%). Contudo, como não se pode excluir o risco de reações adversas no lactente, o aleitamento materno ou o tratamento farmacológico deve ser descontinuado. |
Interações Medicamentosas
[editar | editar código]O uso concomitante de tenoxicam com outras substâncias pode alterar seu perfil farmacocinético ou farmacodinâmico, elevando o risco de reações adversas ou reduzindo a eficácia terapêutica dos medicamentos envolvidos. As principais interações documentadas clinicamente envolvem o aumento do risco de toxicidade sistêmica, sangramentos e alterações na pressão arterial:
| FÁRMACO/ CLASSE TERAPÊUTICA | INTERAÇÃO/ EFEITO CLÍNICO POTENCIAL |
|---|---|
| Acetilsalicilato e salicilatos | Pode causar risco aumentado de reações adversas. |
| Agentes antiplaquetários e inibidores seletivos da recaptação de serotonina | Há risco aumentado de sangramento gastrintestinal. |
| Metotrexato | Pode causar aumento das concentrações plasmáticas do metotrexato e à toxicidade severa dessa mesma substância. |
| Lítio | Pode causar aumento das concentrações plasmáticas e da toxicidade do lítio. |
| Diuréticos poupadores de potássio | Pode causar hipercalemia e insuficiência renal. |
| Hidroclorotiazida | Pode diminuir efeito na redução da pressão sanguínea. |
| Anti-hipertensivo bloqueadores alfa-drenérgicos, bloqueadores beta- adrenérgicos e inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) | Pode reduzir o efeito anti-hipertensivo. |
| Probenecida | Pode aumentar a concentração plasmática de tenoxicam. |
| Colestiramina | Pode aumentar a depuração e reduzir a meia-vida de tenoxicam. |
| Dextrometorfano | Pode aumentar o efeito analgésico em comparação com a monoterapia. |
| Ciclosporina | Risco aumentado de nefrotoxicidade. |
Efeitos adversos
[editar | editar código]A administração do tenoxicam pode causar o aparecimento de efeitos indesejados, fundamentalmente de natureza gastrointestinal, incluindo mal estar estomacal, vômitos e dor de estômago. Com menos frequência se observam reações do sistema nervoso central como dor de cabeça, vertigem e tonturas.[1] Entre outras reações adversas conforme bula:
| FREQUÊNCIA / INCIDÊNCIA | SISTEMA / ÓRGÃO AFETADO | REAÇÕES ADVERSAS OBSERVADAS |
|---|---|---|
| Comum
(> 1/100 e < 1/10) Maior que 1% e menor que 10% |
Trato Gastrintestinal | Desconforto gástrico, epigástrico e abdominal, dispepsia, pirose e náusea. |
| Sistema Nervoso Central | Vertigem e cefaleia. | |
| Incomum (Infrequente)
(> 1/1.000 e < 1/100) Maior que 0,1% e menor que 1% |
Trato Gastrintestinal | Constipação, diarreia, estomatite, gastrite, vômitos, sangramento gastrintestinal, úlceras e melena. |
| Sistema Nervoso Central | Fadiga, distúrbios do sono, perda do apetite, secura na boca e vertigem. | |
| Pele | Prurido, eritema exantema e erupção cutânea (rash). | |
| Trato Urinário e Sistema Renal | Aumento de creatinina e edema. | |
| Tratos Hepáticos e Biliares | Hiperbilirrubinemia [icterícia não especificada] e atividade enzimática hepática aumentada [aumento dos níveis de transaminases e da desidrogenase lática (DHL)]. | |
| Sistema Cardiovascular | Palpitações. | |
| Muito Rara (< 1/10.000) Menor que 0,01% | Trato Gastrintestinal | Úlcera gastroduodenal com perfuração e hematêmese. |
| Sistema Nervoso Central | Distúrbios visuais. | |
| Pele | Síndrome de Lyell, síndrome de Stevens-Johnson e reação de fotossensibilidade. | |
| Sangue | Anemia, redução de hemoglobina, agranulocitose, leucopenia e trombocitopenia secundária. | |
| Reações de Hipersensibilidade | Dispneia, asma, anafilaxia e angioedema. | |
| Sistema Cardiovascular | Pressão sanguínea elevada [valor elevado da pressão arterial, sem o diagnóstico de hipertensão], principalmente em pacientes com medicação cardiovascular concomitante. |
Referências
[editar código]- 1 2 Vademecum farmacológico terapéutico (em espanhol). Publicado e escrito por Andrés Bello.
- ↑ Guentert, T. W.; Heintz, R. C.; Joly, R. (1987). «Overview on the pharmacokinetics of tenoxicam». European Journal of Rheumatology and Inflammation. 9 (2): 15–25. ISSN 0140-1610. PMID 3329107. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2025
- ↑ Fenner, H. «Comparative Biochemical Pharmacology of the Oxicams». European Journal of Rheumatology and Inflammation. 9 (2): 3–7
- 1 2 3 4 5 Todd, P. A.; Clissold, S. P. (abril de 1991). «Tenoxicam. An update of its pharmacology and therapeutic efficacy in rheumatic diseases». Drugs. 41 (4): 625–646. ISSN 0012-6667. PMID 1711963. doi:10.2165/00003495-199141040-00008. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2025
- 1 2 3 «ANVISA: Bulario Tenoxicam». AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITARIA (ANVISA)
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Nilsen, Odd G. (janeiro de 1994). «Clinical Pharmacokinetics of Tenoxicam:». Clinical Pharmacokinetics (em inglês). 26 (1): 16–43. ISSN 0312-5963. doi:10.2165/00003088-199426010-00003
- 1 2 3 4 5 Viannajorge, R (julho de 2004). «CYP2C9 genotypes and the pharmacokinetics of tenoxicam in Brazilians*1». Clinical Pharmacology & Therapeutics (em inglês). 76 (1): 18–26. doi:10.1016/j.clpt.2004.03.002
- ↑ Lora, M.; Morisset, S.; Ménard, H.-A.; Leduc, R.; de Brum-Fernandes, A.J. (maio de 1997). «Expression of recombinant human cyclooxygenase isoenzymes in transfected COS-7 cells in vitro and inhibition by tenoxicam, indomethacin and aspirin». Prostaglandins, Leukotrienes and Essential Fatty Acids (em inglês). 56 (5): 361–367. doi:10.1016/S0952-3278(97)90584-6
- 1 2 3 4 Vane, J. R.; Botting, R. M. (1998). «Mechanism of action of antiinflammatory drugs». International Journal of Tissue Reactions. 20 (1): 3–15. ISSN 0250-0868. PMID 9561441. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2025
- ↑ «Manual Farmacêutico». aplicacoes.einstein.br. Consultado em 24 de junho de 2026